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Corinthians empata com o Boca Juniors-ARG no primeiro jogo das oitavas de final da CONMEBOL Libertadores

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Na noite desta terça-feira (28), o Corinthians entrou em campo para mais um compromisso importante na CONMEBOL Libertadores. Pelo primeiro jogo das oitavas de final, o Timão encarou o Boca Juniors-ARG, em Itaquera, e ficou no empate por 0 a 0.

Com o resultado, nenhuma das equipes leva vantagem para a partida de volta, que acontece no estádio da La Bombonera, em Buenos Aires, na terça-feira (5). O vencedor avançará para as quartas de final e, em caso de empate, a vaga será decidida nas penalidades.

Escalação

O técnico Vítor Pereira iniciou o confronto com a seguinte escalação: Cássio, Fagner, João Victor, Raul Gustavo, Lucas Piton, Roni, Giuliano, Adson, Willian, Róger Guedes e Gustavo Mantuan. Durante o jogo, também entraram Bruno Méndez, João Pedro, Jr. Moraes e Fábio Santos. Ainda estavam no banco de reservas: Ivan, Biro, Matheus Araújo, Bruno Melo, Robert, Xavier, Felipe e Giovane. .

Bola em jogo!

O Coringão começou aproveitando o embalo do apoio da Fiel e partiu para cima da equipe argentina, em busca de oportunidades de gols.

Por outro lado, o time argentino conseguiu segurar as primeiras ações ofensivas alvinegras. A primeira boa chance do Timão aconteceu aos 14 minutos. Adson tocou para Róger Guedes, que limpou o zagueiro e tocou para Giuliano na pequena área. Ele recebeu, foi cercado, e foi travado na hora da finalização.

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Nos minutos seguintes, a partida ficou mais concentrada no meio-campo, com mais divididas e poucas chances criadas para ambas as equipes. O Corinthians voltou a assustar a defesa do Boca Juniors-ARG aos 36 minutos, quando Adson fez linda jogada pela ponta direita, cortou para o meio e finalizou bem, mas a bola passou triscando a trave direita do goleiro adversário.

Antes do fim do primeiro tempo o Timão teve a chance mais clara de gol. Aos 40 minutos, o árbitro assinalou pênalti para o Corinthians após o defensor argentino acertar o braço no rosto de Gustavo Mantuan. No entanto, o goleiro defendeu a cobrança de Róger Guedes. Fim de primeiro tempo, 0 a 0.

Segundo tempo

O Timão iniciou a segunda etapa com uma alteração na equipe. Fagner sentiu um desconforto e deixou o gramado para a entrada de Bruno Méndez, fazendo sua reestreia pelo Alvinegro.

A primeira boa chance foi logo no primeiro minuto. Willian fez ótima jogada, costurou a zaga do Boca e cruzou para trás. Giuliano bateu de primeira na zaga. No rebote, Gustavo Mantuan finalizou, a bola desviou na defesa e saiu pela linha de fundo.

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Mais tarde, aos 13 minutos, quem chegou com perigo foi Willian. Após cobrança de falta, o camisa 10 carregou a bola, limpou e mandou uma bomba de fora da área, mas a bola foi para fora.

Aos 20 minutos, Adson quase abriu o placar na casa corinthiana. Roni começou a jogada e tocou para Mantuan, que cruzou rasteiro para trás. Adson pegou de primeira, mas a bola subiu demais.

Aos 35 minutos, o técnico Vítor Pereira realizou mais duas alterações no Timão. Entraram João Pedro e Jr. Moraes e saíram Róger Guedes e Adson.

Willian acabou sentindo o ombro após queda de mal jeito e foi substituído aos 45 minutos. Em seu lugar, entrou Fábio Santos. Após cinco minutos de acréscimos, o árbitro apitou o fim da partida. Primeiro jogo das oitavas de final sem gols.

Próximo jogo

O Corinthians volta a entrar em campo no próximo sábado (2), contra a equipe do Fluminense, no estádio do Maracanã, às 16h30, em jogo válido pela 15ª rodada do Brasileirão 2022.

Tags: Futebol, Notícias

Categoria(s): Futebol

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Fonte: Agência Esporte

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CIDADES

Copa do Mundo: controlar ansiedade e evitar excessos ajuda a proteger o coração

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Reunir a família, vestir a camisa, preparar a comida, acompanhar cada lance e comemorar os gols fazem parte da tradição dos brasileiros durante a Copa do Mundo. Mas, em meio ao clima de festa, alguns cuidados não podem ficar em segundo plano. A mudança de rotina, somada a noites mal dormidas, bebida alcoólica, alimentação pesada, cigarro e interrupção de medicamentos, pode sobrecarregar o organismo, especialmente em pessoas que já convivem com fatores de risco cardiovascular.

A orientação dos especialistas é para que a torcida seja vivida com equilíbrio, principalmente por quem tem hipertensão, diabetes, arritmias, colesterol alto, histórico de infarto, obesidade ou sedentarismo.

Segundo o cardiologista do Hospital Santa Rosa, Dr. Leandro Mandaloufas, a expressão “haja coração” tem fundamento do ponto de vista médico, porque momentos de grande emoção provocam respostas reais no corpo.

“Em momentos de grande emoção, o coração realmente trabalha mais. O corpo libera hormônios do estresse, como a adrenalina, que fazem o coração bater mais rápido e com mais força. Em pessoas saudáveis, isso costuma ser bem tolerado. Mas, em quem já tem alguma doença cardíaca, esse ‘esforço extra’ pode representar risco”, explica o médico.

Quando a pessoa fica ansiosa, nervosa ou muito tensa, o corpo entra em um estado de alerta. Nessa reação, há liberação de adrenalina e cortisol, aumento da frequência cardíaca, da pressão arterial e da respiração, além da contração dos vasos sanguíneos. De acordo com o cardiologista, esse mecanismo prepara o organismo para reagir rapidamente, mas também aumenta a carga sobre o sistema cardiovascular.

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Em Mato Grosso, o cuidado com a saúde do coração ganha ainda mais relevância diante do peso das doenças cardiovasculares na mortalidade. O estado registrou 5.277 mortes por doenças do aparelho circulatório em 2023, o que correspondeu a 24,22% do total de óbitos, conforme o Relatório Anual de Gestão da Secretaria de Estado de Saúde.

Para o Dr. Mandaloufas, pessoas com fatores de risco devem redobrar a atenção. Entram nesse grupo pessoas com hipertensão arterial, histórico de infarto ou doença coronariana, arritmias cardíacas, diabetes, colesterol alto, sedentarismo e obesidade.

“Esses grupos já têm maior risco cardiovascular, e situações de estresse intenso podem atuar como gatilho para eventos agudos”, destaca.

Hábitos adotados em períodos de confraternização também podem interferir diretamente na saúde. O consumo de bebida alcoólica, cigarro, alimentos gordurosos, poucas horas de sono e a suspensão de remédios de uso contínuo estão entre os principais pontos de atenção.

“O álcool pode alterar o ritmo cardíaco e aumentar a pressão. O cigarro prejudica a circulação e favorece eventos cardíacos. Alimentos gordurosos podem sobrecarregar o organismo. Dormir mal aumenta o estresse e a pressão arterial. Interromper medicamentos é especialmente perigoso e pode descompensar doenças já existentes”, pontua o médico.

*Quando o sintoma não é só nervosismo*

Em situações de ansiedade ou estresse, é comum que a pessoa sinta o coração acelerar ou perceba algum grau de nervosismo. No entanto, alguns sinais não devem ser atribuídos automaticamente à emoção do momento.

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Dor ou pressão no peito, falta de ar, tontura, desmaio, palpitações intensas ou irregulares, suor frio e náuseas associadas ao mal-estar exigem atenção. Segundo o cardiologista, esses sintomas podem indicar problemas cardíacos e precisam de avaliação médica imediata.

A recomendação é procurar atendimento quando o desconforto é persistente, intenso, aparece de forma repentina ou ocorre em pessoas que já possuem fatores de risco. A avaliação profissional é importante porque sintomas de ansiedade e alterações cardiovasculares podem se confundir.

*Prevenção deve vir antes da emergência*

A principal orientação é manter os cuidados de rotina em dia. Pessoas com fatores de risco, histórico familiar de doença cardíaca ou sintomas, mesmo leves, devem procurar avaliação cardiológica. O check-up também é recomendado de forma periódica a partir dos 40 anos, ou antes, conforme o risco individual.

“A prevenção é sempre o melhor caminho”, reforça o Dr. Mandaloufas.

No Hospital Santa Rosa, o atendimento cardiológico inclui consultas especializadas, exames diagnósticos como eletrocardiograma, ecocardiograma, teste ergométrico e monitorização por Holter, além de urgência e emergência cardiológica, acompanhamento de pacientes com doenças crônicas e orientação para controle de fatores de risco.

“Essa estrutura permite identificar precocemente problemas cardíacos, tratar adequadamente e acompanhar o paciente de forma contínua, promovendo mais segurança e qualidade de vida”, finaliza o médico.

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