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Ao contrário de associações de empresas com marcas e grifes internacionais, a Urbani Cidades, que prepara um megaprojeto, o Flores de Sal, de 4,6 milhões de m2 ao todo, investe no localismo, ou seja, na valorização dos costumes e dos talentos locais com eventos que envolvem exposição de pequenos produtores.

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Agosto, 2025 – Líder do Sul e a terceira colocada nacional, Santa Catarina ganha força na indústria criativa. O mapeamento da Federação de Indústrias do RJ (Firjan) divulgado este ano aponta que o estado ficou atrás apenas de São Paulo e do Rio de Janeiro. A contribuição de indústrias, dos diversos setores, potencializa esse protagonismo. É o caso da construção civil e empresas que investem no desenvolvimento do estado e inovam ao envolver turismo, qualidade de vida e valorização dos produtos brasileiros e locais. O maior bairro-cidade do Sul do país, que está com a sua primeira fase em andamento e terá ao todo 4,6 milhões de m2, é um dos casos. Além de investimentos em estrutura de alto padrão para atender cerca de 25 mil pessoas em sua totalidade, a empresa responsável pela execução, a Urbani Cidades, foca em investimentos para construir a identidade do bairro por meio da aproximação de moradores, visitantes, empresários e produtores da região.

Exemplo prático são as edições da Feira de Produtos, que transformaram a Central de Vendas do megaempreendimento em um centro de atrações, no próprio terreno onde está sendo construído o bairro-cidade, em Tijucas, no litoral de Santa Catarina. Recentemente, a última edição da Feirinha do Flores de Sal reuniu mais de 25 expositores da região da Grande Florianópolis e Vale do Itajaí e atraiu centenas de pessoas.

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“A cada edição, vemos como a comunidade abraça a proposta da feirinha. Ela se tornou um ponto de encontro e de construção da identidade cultural do Flores de Sal, integrando as pessoas e fortalecendo as raízes do sul e as raízes brasileiras, como um todo”, destacou Luciana Pereira, diretora da Urbani Cidades, empresa responsável pelo bairro-cidade.

Entre os expositores, estiveram presentes, por exemplo, a Produtos Coloniais do Bosque e a Café Jurerê, que trouxe as delícias típicas locais como doces e cafés artesanais que encantaram os visitantes, e a Loja Mundo de Gaya, de Itajaí/S que, da mesma forma, superou as metas de vendas com uma seleção especial de cristais, acessórios e itens místicos feitos localmente.

“Valeu muito a pena participar da segunda edição da feirinha, pois cada vez aumentamos o nosso networking, mais pessoas conhecem a nossa loja e passam a acessar também o site. Os kits de cristais que criei, como o Magia da Prosperidade e o Xô Uruca, foram as grandes novidades e esgotaram antes do meio-dia tamanho sucesso que fizeram na Feirinha. Outro destaque foram os porta-incensos com pedras naturais, que encantaram pela função decorativa, além dos incensos massala orgânicos, que tiveram ótima saída. Foi muito satisfatório e já estamos na expectativa para a próxima edição”, disse, animada, Fernanda Rocha, proprietária da Loja Mundo de Gaya.

Nessa última edição, também estiveram presentes os expositores Aromatus, Girassol Decoração e Presentes, Coisas da Vovó House, Coisas da Vovó Baby, Édina, Nosso Chima, Isis e Lourenço, Sérgio e Viviane, Estação Cultural, Zen Bonsai, Espaço Verde, Lourdes Candles, Paula Rocha Crochê, Menne Acessórios, Art Studio 3D, João Maria, Afeto Nutre, Mel Melzzi, Pastel do Paulista, Jaqueline, Café Jurerê, Atelier Douglas e Ateliê Artes da Zê, além das atrações culturais e musicais com Gapr1xo, Wagner Santos e Mônica Oliveira.

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Vida em comunidade já em movimento

A feirinha faz parte de uma ação da Associação de Moradores do Flores de Sal, criada para promover integração, fortalecer o senso de pertencimento e antecipar a vida comunitária que o bairro-cidade vai oferecer. Em construção em Tijucas, na Grande Florianópolis, o Flores de Sal é o maior empreendimento do gênero no Sul do Brasil, com 4,6 milhões de m² e capacidade para 7 mil lotes, projetado para abrigar cerca de 25 mil pessoas. A primeira fase já está em obras e contempla 500 mil m², incluindo 623 lotes residenciais e comerciais, além de 100 mil m² dedicados a áreas verdes e de lazer. O projeto prevê ainda o Parque das Flores, com 70 mil m², um lago de 25 mil m², playgrounds, quadras de esportes e áreas pet-friendly. Com urbanização sustentável, o empreendimento contará com pavimentação de alta qualidade, cabeamento subterrâneo e estação própria de tratamento de esgoto, além de espaços para comércio, serviços e gastronomia.

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Wagner Moura pode virar o novo pesadelo de 007 e o Brasil já está em alerta

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Ator brasileiro surge entre os cotados para viver o próximo grande vilão de James Bond, reacendendo a curiosidade do público e a torcida nacional nas telonas.

Tem notícia que simplesmente passa.
E tem notícia que mexe com o orgulho nacional, provoca a imaginação do público e reacende até aquela vontade esquecida de ir ao cinema.

A da vez é dessas.

Wagner Moura, um dos atores brasileiros mais respeitados e admirados internacionalmente, aparece entre os nomes cotados para viver o próximo grande vilão da franquia 007 e só essa possibilidade já foi suficiente para fazer muita gente parar, olhar e pensar:
“agora o negócio ficou sério.”

Porque, sejamos francos:
Wagner Moura sempre teve talento de sobra, presença de tela e respeito internacional.

Mas nem sempre isso se transformou, no Brasil, em multidões correndo para as salas de cinema.

Agora a história pode ser bem diferente.

Porque não estamos falando de qualquer papel.

Estamos falando de James Bond.

Estamos falando de 007.

Estamos falando de um dos vilões mais cobiçados e emblemáticos do cinema mundial.

E, sinceramente?

Wagner Moura tem exatamente o tipo de presença que esse papel exige.

Quando o assunto é 007, não existe papel pequeno

Entrar no universo de Bond não é apenas conseguir mais um trabalho internacional.

É entrar numa máquina global de entretenimento que atravessa gerações, décadas e continentes.

James Bond não é só uma franquia.

É um evento cultural.

É aquele tipo de filme que movimenta público, crítica, redes sociais, debates, apostas e expectativas muito antes da estreia.

É o tipo de produção que transforma ator em ícone, figurino em tendência e vilão em personagem histórico.


E é justamente aí que o nome de Wagner Moura chama tanta atenção.

Porque o vilão de Bond não pode ser só “mau”.

Ele precisa ser marcante, elegante, perigoso, inteligente e imprevisível.

Ele precisa ser aquele personagem que entra em cena e faz o público pensar:

“esse cara pode destruir tudo.”

E Wagner Moura, convenhamos, sabe fazer isso com uma facilidade impressionante.

O Brasil pode finalmente enxergar Wagner Moura como “evento de cinema”

Essa talvez seja a parte mais curiosa — e mais verdadeira de toda essa história.

O Brasil tem um hábito antigo e quase folclórico:
muitas vezes demora a tratar seus grandes talentos como gigantes… até que o mundo inteiro faça isso primeiro.

Foi assim em diversas áreas.
No esporte, na música, na televisão e também no cinema.

Quando o artista brasileiro “explode lá fora”, o público nacional muda a forma de olhar.
O que antes era apenas “mais um ator bom” passa a ser visto como um nome que representa o país numa vitrine internacional.

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E isso muda tudo.

Se Wagner Moura realmente entrar em 007, ele deixa de ser apenas um ator brasileiro em projeto estrangeiro.

 

Ele passa a ocupar um espaço de enorme simbolismo:

o de brasileiro central numa das maiores franquias do planeta.

E isso, goste-se ou não, tem força para levar gente ao cinema.

Wagner Moura como vilão?

Isso parece mais interessante do que muito protagonista por aí

Aqui está uma verdade que muita gente pensa, mas nem sempre diz em voz alta:

há atores que nasceram para ser “mocinhos”.

E há atores que nasceram para ser inesquecíveis.

Wagner Moura está claramente no segundo grupo.

Ele tem aquele tipo de atuação que não depende de exagero.

Não precisa gritar, fazer cara feia o tempo inteiro ou posar de “malvado de novela”.

Ele consegue transmitir ameaça com o olhar, tensão com a pausa e domínio com a simples presença em cena.

Esse tipo de força é raro.

E dentro do universo de Bond, isso vale ouro.

Porque os melhores vilões da franquia não são apenas maus.

Eles são sedutores, calculistas, perigosos e hipnotizantes.

Ou seja:
não basta parecer forte. É preciso parecer inesquecível.

E Wagner Moura tem exatamente esse potencial.

O detalhe que pode mudar tudo: o brasileiro adora torcer quando “é um dos nossos”

Tem um ingrediente emocional nessa história que não pode ser ignorado.

O público brasileiro adora reclamar, duvidar, ironizar e até subestimar os seus.

Mas quando percebe que um brasileiro pode ocupar um espaço de prestígio internacional, algo muda.

Nasce a torcida.
Nasce o orgulho.
Nasce aquela vontade de acompanhar, comentar, compartilhar e principalmente ver com os próprios olhos.

E é aí que entra a pergunta que realmente importa:

Será que o brasileiro iria ao cinema para ver Wagner Moura como o novo terror de 007?

A resposta mais honesta é:
há uma grande chance de que sim.

Porque aí não seria apenas “mais um filme”.
Seria:

um evento internacional
uma franquia gigantesca
um brasileiro em posição de destaque
e uma atuação com potencial para roubar a cena

Traduzindo:
uma combinação quase perfeita para chamar atenção até de quem já tinha desistido das telonas.

“Se Wagner Moura entrar em 007, ele não vai entrar para participar. Vai entrar para dominar.”

Essa talvez seja a frase que melhor resume o impacto dessa possibilidade.

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Porque se ele realmente for escolhido, dificilmente será para fazer número.

A franquia 007 vive um momento de reformulação e reposicionamento.

Com uma nova fase em construção, a expectativa é de que o próximo filme entregue algo mais forte, mais moderno e mais marcante.

E isso vale especialmente para o antagonista.

Bond pode até ser o centro da história.

Mas quem conhece a franquia sabe:
sem um grande vilão, não existe grande filme de 007.

É o antagonista que cria tensão.
É ele quem dá peso ao conflito.
É ele quem pode transformar um filme apenas bom em algo memorável.

E nesse aspecto, o nome de Wagner Moura faz cada vez mais sentido.

A nova era de 007 pode ser a mais ousada em muitos anos

O próximo filme da franquia deve marcar uma nova fase após a saída de Daniel Craig do papel principal.

A direção ficará nas mãos de Denis Villeneuve, cineasta conhecido por produções grandiosas e visualmente impactantes, enquanto o roteiro tem ligação com Steven Knight, criador de Peaky Blinders.

Ou seja:
não estão montando qualquer filme.

Estão preparando uma reconstrução de marca.

Uma nova identidade para um personagem histórico.

Uma nova tentativa de fazer 007 voltar a dominar a cultura pop mundial.

E para isso, o vilão precisa estar à altura.

Não basta ser só uma ameaça física.

É preciso ser uma presença.

Um nome que carregue tensão, charme, frieza e perigo.

E, sinceramente, Wagner Moura entrega exatamente essa combinação.

No fim das contas, a pergunta é simples

Se Wagner Moura realmente virar vilão de 007, você vai continuar dizendo que não vale a pena sair de casa… ou vai querer ver de perto um brasileiro aterrorizando James Bond nas telonas?

Porque uma coisa parece cada vez mais clara:

Se ele entrar,
não vai entrar para passar despercebido.

Vai entrar para marcar.
Para intimidar.
Para roubar a cena.

E, talvez, para finalmente fazer o Brasil olhar para Wagner Moura como aquilo que ele já é há muito tempo: um ator de nível mundial.

E se isso acontecer, o público brasileiro pode acabar descobrindo, da forma mais divertida possível, que às vezes só faltava um 007 no caminho para enxergar um gigante que sempre esteve aqui.

 

Por Gildo Ribeiro
Redação 7Minutos — Brasília

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