CUIABÁ

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Música, dança, oficinas, caminhada guiada e minissérie sobre artesanato movimentam as unidades Arsenal e Balneário Dr. Meirelles 

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O Sesc Raízes chega a Cuiabá nos dias 28, 30 e 31 de agosto para valorizar e preservar as referências culturais de Mato Grosso. O projeto promove diversidade sociocultural, aproxima a comunidade de suas tradições e fortalece a identidade regional por meio de atividades educativas, vivências culturais e entretenimento para toda família.
A agenda cultural será realizada no Sesc Arsenal, de forma gratuita, e no Sesc Balneário Dr. Meirelles, no sistema day-use (veja mais abaixo).
Sesc Arsenal
A programação começa no Sesc Arsenal, no dia 28 de agosto, quinta-feira, às 19h, com a exibição da minissérie “Saberes Pelas Mãos do Tempo: Artesanato de Mato Grosso”, produzida pela equipe de audiovisual da Gerência de Comunicação e Marketing do Sesc-MT, no Cinema da unidade. A série apresenta o trabalho de artesões mato-grossenses, destacando técnicas como cerâmica, madeira e tecelagem, além de compartilhar trajetórias profissionais, ferramentas e metodologias. A iniciativa valoriza e perpetua os saberes tradicionais, fortalecendo o pertencimento e viabilizando a continuidade do fazer artesanal.
No sábado, 30 de agosto, o Arsenal recebe o “Roteiro do Patrimônio Cultural pelo bairro Porto”, guiado pelo Coletivo Atlas Cuiabano, às 15h30. Com percurso de cerca de 2 km e duração de aproximadamente duas horas, o roteiro passa por locais históricos e urbanos de relevância, como o Rio Cuiabá, a Cadeia Pública e a Igreja de São Gonçalo. A atividade aborda patrimônio cultural, história da ocupação do bairro, arquitetura e transformações culturais, incentivando reflexão sobre passado e presente e fortalecendo os vínculos afetivos da comunidade com seu patrimônio cotidiano.
Às 18h, a Orquestra Jovem Sesc de Viola de Poxoréu se apresenta, reunindo talentos que promovem a música raiz por meio da viola caipira. O repertório vai das modas tradicionais às composições instrumentais contemporâneas, integrando tradição, formação musical e valorização da cultura popular. Às 19h, a Orquestra Viola Divina de Rondonópolis sobe ao palco com músicos formados nas oficinas de viola caipira do projeto “Amigos da Viola”, apresentando modas tradicionais, interpretações contemporâneas e composições autorais, fortalecendo a música raiz e a identidade regional.
Para encerrar o dia, às 21h, o Grupo de Siriri Flor de Atalaia, formado por moradores do bairro Parque Atalaia, em Cuiabá, apresenta o Siriri, dança tradicional cuiabana que mistura passos vibrantes, canto e percussão de palmas e instrumentos típicos. O Siriri é uma expressão cultural que atravessa gerações e celebra a vida comunitária, a fé e o cotidiano das populações locais. Entre julho e agosto, o Flor de Atalaia esteve em turnê internacional, passando por cinco países da Europa (Sérvia, Bulgária, Kosovo, Macedônia do Norte e Itália) mostrando a riqueza da cultura mato-grossense ao público europeu.
Vale destacar que o Sesc-MT, que organiza e promove todas essas atividades, integra o Sistema Comércio, faz parte da Fecomércio-MT, ligada à CNC e presidida por Roberto Tadros, atuando como incentivador da cultura, do bem-estar e da preservação do patrimônio local.
No domingo, 31 de agosto, o Sesc Arsenal encerra a programação com nova exibição da minissérie “Saberes Pelas Mãos do Tempo”, às 18h, reforçando a importância do artesanato e da preservação dos saberes populares.
Sesc Balneário Dr. Meirelles
Paralelamente, o Sesc Balneário Dr. Meirelles recebe atividades que unem lazer, aprendizado e cultura para todas as idades. No sábado, 30 de agosto, a programação começa às 9h com práticas aquáticas na piscina, oficina culinária “Ceviche cuiabano”, circuito de desafios no jardim, a Estação do Saber Popular, quiz cultural na piscina, apresentações de dança do Grupo de Siriri Flor de Atalaia, oficina de leque indígena e atividades de hidroginástica para crianças.
No domingo, 31 de agosto, continuam as práticas aquáticas, apresentações de dança rasqueado com participantes do Sesc Conviver, projeto que bem-estar, integração e protagonismo de pessoas idosas, além de brincadeiras recreativas como “paraquedas” no jardim, trilha “Terras do Cerrado”, vivência de pintura com tinta de terra no Mesão, apresentações musicais da Orquestra Viola Divina de Rondonópolis, bingo e campeonato de rasqueado, encerrando o evento às 16h.
O Sesc Raízes é uma oportunidade para a comunidade vivenciar, valorizar e celebrar a cultura e as tradições de Mato Grosso. Toda a programação é gratuita, aberta ao público, e pode ser acompanhada pelas redes sociais do Sesc-MT e no site oficial, onde estão todos os detalhes sobre horários e atividades.
Day Use 
O Sesc Dr. Meirelles está localizado na região do Coxipó em Cuiabá, próximo aos bairros São João Del Rey e Osmar Cabral, funcionando aos finais de semana e feriados em sistema day use. A entrada é gratuita para comerciários e seus dependentes, pessoas com deficiência física ou mental, doadores de sangue e idosos acima dos 60 anos. Para o público geral os valores são R$50 (inteira) ou R$25 (meia entrada) mediante comprovação para estudantes acima dos sete anos.
Os visitantes também podem desfrutar do almoço self-service por R$30; crianças entre quatro e dez anos pagam R$18. Clique aqui e confira o cardápio do fim de semana. O Sesc Dr. Meirelles oferece atividades esportivas livres nos campos de futebol society ou oficial; quadras poliesportivas; além das atividades recreativas na piscina ou playground sob orientação técnica.

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Vivo e Starlink avançam em testes para levar sinal de satélite diretamente ao celular no Brasil

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Nome “Vivo Starlink” começa a aparecer em smartphones enquanto operadora testa tecnologia capaz de conectar celulares diretamente a satélites, sem necessidade da tradicional antena da Starlink

Uma mudança discreta percebida por usuários de telefonia móvel nos últimos dias pode ser o sinal de uma transformação importante na forma como os brasileiros se conectam. O nome “Vivo Starlink” começou a aparecer na identificação de rede de alguns aparelhos, justamente no momento em que a Telefônica Brasil, dona da Vivo, avança nos testes de comunicação direta entre smartphones e satélites.
A tecnologia é conhecida como Direct-to-Device, ou D2D, e permite que determinados celulares se comuniquem diretamente com satélites em órbita, sem depender exclusivamente de uma torre convencional de telefonia próxima e sem a necessidade de instalar a conhecida antena externa utilizada atualmente pelos clientes da internet residencial da Starlink. (Tecnoblog)
O SaranNews verificou a informação e confirmou que existe, de fato, uma autorização da Agência Nacional de Telecomunicações, Anatel para que a Telefônica Brasil realize testes da tecnologia em território nacional.
Segundo informações publicadas pelo setor especializado em telecomunicações, o Ato nº 9.095, publicado no Diário Oficial da União em 15 de julho, autorizou experimentos entre 19 de julho e 22 de outubro de 2026, envolvendo até 50 terminais móveis. (TeleSíntese)
Embora o documento da Anatel não identifique formalmente a companhia responsável pelo segmento espacial do experimento, informações de mercado apontam para negociações entre a Vivo e a SpaceX, empresa de Elon Musk responsável pela constelação Starlink. (TeleSíntese)
Nos últimos dias, o avanço ficou ainda mais evidente. Clientes começaram a registrar em seus aparelhos a identificação “Vivo Starlink”, e fontes ouvidas pelo Tecnoblog indicam que as empresas estão caminhando para uma parceria estratégica que poderá resultar na oferta comercial do serviço nos próximos meses. Vivo e Starlink, entretanto, ainda não divulgaram oficialmente os detalhes de um eventual contrato. (Tecnoblog)
O celular vira uma espécie de “antena de satélite”
Na prática, a proposta é fazer com que os próprios satélites funcionem como torres de telefonia no espaço.
Em uma região com cobertura convencional de 4G ou 5G, nada muda: o aparelho continua conectado às antenas terrestres da operadora. Mas, ao chegar a uma fazenda, estrada, região de mata ou qualquer outro ponto sem cobertura convencional, um aparelho compatível poderá procurar o sinal do satélite.
É justamente aí que está o potencial da tecnologia.
Em um país continental como o Brasil, onde há enormes áreas rurais e extensos trechos de rodovias sem cobertura de telefonia, o D2D poderá reduzir significativamente os chamados “buracos de sinal”.
A própria Anatel vem estudando a comunicação direta entre dispositivos móveis e satélites há alguns anos. Em 2024, a agência já havia autorizado os primeiros experimentos de D2D no país, apontando a tecnologia como uma alternativa capaz de ampliar futuramente a cobertura dos sistemas móveis brasileiros. (Serviços e Informações do Brasil)
Não significa internet Starlink liberada para todos
É justamente neste ponto que algumas publicações nas redes sociais precisam ser interpretadas com cautela.
Ver a identificação “Vivo Starlink” no telefone não significa que todos os clientes da Vivo já tenham acesso à internet da Starlink.
O serviço continua em fase experimental e detalhes importantes ainda são desconhecidos, entre eles os modelos de celulares definitivamente compatíveis, planos que terão acesso, preço, velocidade e quais serviços serão disponibilizados inicialmente.
A tendência internacional é que a conexão por satélite comece com funções mais simples, sobretudo mensagens e comunicações emergenciais, antes da expansão para serviços mais pesados de dados.
Nos Estados Unidos, por exemplo, a T-Mobile já opera comercialmente um serviço baseado na Starlink para comunicação direta com celulares. A tecnologia é considerada principalmente um complemento à rede terrestre, e não uma substituição do 4G, 5G, das fibras ópticas ou das atuais torres de telefonia. (Tecnoblog)
Uma mudança especialmente importante para o interior

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Para Mato Grosso e outros estados com extensas áreas rurais, a tecnologia pode ter um impacto ainda maior.
Rodovias, propriedades rurais, áreas de produção agrícola, comunidades isoladas, regiões de fronteira e locais distantes dos grandes centros ainda convivem com ausência ou instabilidade de sinal.
Uma comunicação direta entre celular e satélite poderia representar não apenas comodidade, mas também segurança.
Um motorista com o veículo quebrado em uma estrada sem cobertura, uma ocorrência policial em área remota, equipes de saúde, produtores rurais ou pessoas envolvidas em situações de emergência poderiam, no futuro, ter uma alternativa de comunicação justamente onde hoje aparece no celular a temida mensagem: “sem serviço”.
Por enquanto, ainda estamos diante de testes.
Mas o surgimento da identificação “Vivo Starlink” nos aparelhos mostra que aquela ideia que poucos anos atrás parecia distante, apontar um celular comum para o céu e conseguir comunicação por meio de um satélite, está cada vez mais próxima de fazer parte do cotidiano brasileiro.

Vivo e Starlink avançam em testes para levar sinal de satélite diretamente ao celular no Brasil
Nome “Vivo Starlink” começa a aparecer em smartphones enquanto operadora testa tecnologia capaz de conectar celulares diretamente a satélites, sem necessidade da tradicional antena da Starlink
Uma mudança discreta percebida por usuários de telefonia móvel nos últimos dias pode ser o sinal de uma transformação importante na forma como os brasileiros se conectam. O nome “Vivo Starlink” começou a aparecer na identificação de rede de alguns aparelhos, justamente no momento em que a Telefônica Brasil, dona da Vivo, avança nos testes de comunicação direta entre smartphones e satélites.
A tecnologia é conhecida como Direct-to-Device, ou D2D, e permite que determinados celulares se comuniquem diretamente com satélites em órbita, sem depender exclusivamente de uma torre convencional de telefonia próxima e sem a necessidade de instalar a conhecida antena externa utilizada atualmente pelos clientes da internet residencial da Starlink. (Tecnoblog)
O SaranNews verificou a informação e confirmou que existe, de fato, uma autorização da Agência Nacional de Telecomunicações — Anatel — para que a Telefônica Brasil realize testes da tecnologia em território nacional.
Segundo informações publicadas pelo setor especializado em telecomunicações, o Ato nº 9.095, publicado no Diário Oficial da União em 15 de julho, autorizou experimentos entre 19 de julho e 22 de outubro de 2026, envolvendo até 50 terminais móveis. (TeleSíntese)
Embora o documento da Anatel não identifique formalmente a companhia responsável pelo segmento espacial do experimento, informações de mercado apontam para negociações entre a Vivo e a SpaceX, empresa de Elon Musk responsável pela constelação Starlink. (TeleSíntese)
Nos últimos dias, o avanço ficou ainda mais evidente. Clientes começaram a registrar em seus aparelhos a identificação “Vivo Starlink”, e fontes ouvidas pelo Tecnoblog indicam que as empresas estão caminhando para uma parceria estratégica que poderá resultar na oferta comercial do serviço nos próximos meses. Vivo e Starlink, entretanto, ainda não divulgaram oficialmente os detalhes de um eventual contrato. (Tecnoblog)
O celular vira uma espécie de “antena de satélite”
Na prática, a proposta é fazer com que os próprios satélites funcionem como torres de telefonia no espaço.
Em uma região com cobertura convencional de 4G ou 5G, nada muda: o aparelho continua conectado às antenas terrestres da operadora. Mas, ao chegar a uma fazenda, estrada, região de mata ou qualquer outro ponto sem cobertura convencional, um aparelho compatível poderá procurar o sinal do satélite.
É justamente aí que está o potencial da tecnologia.
Em um país continental como o Brasil, onde há enormes áreas rurais e extensos trechos de rodovias sem cobertura de telefonia, o D2D poderá reduzir significativamente os chamados “buracos de sinal”.
A própria Anatel vem estudando a comunicação direta entre dispositivos móveis e satélites há alguns anos. Em 2024, a agência já havia autorizado os primeiros experimentos de D2D no país, apontando a tecnologia como uma alternativa capaz de ampliar futuramente a cobertura dos sistemas móveis brasileiros. (Serviços e Informações do Brasil)

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É justamente neste ponto que algumas publicações nas redes sociais precisam ser interpretadas com cautela.
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O serviço continua em fase experimental e detalhes importantes ainda são desconhecidos, entre eles os modelos de celulares definitivamente compatíveis, planos que terão acesso, preço, velocidade e quais serviços serão disponibilizados inicialmente.
A tendência internacional é que a conexão por satélite comece com funções mais simples, sobretudo mensagens e comunicações emergenciais, antes da expansão para serviços mais pesados de dados.
Nos Estados Unidos, por exemplo, a T-Mobile já opera comercialmente um serviço baseado na Starlink para comunicação direta com celulares. A tecnologia é considerada principalmente um complemento à rede terrestre, e não uma substituição do 4G, 5G, das fibras ópticas ou das atuais torres de telefonia. (Tecnoblog)
Uma mudança especialmente importante para o interior
Para Mato Grosso e outros estados com extensas áreas rurais, a tecnologia pode ter um impacto ainda maior.
Rodovias, propriedades rurais, áreas de produção agrícola, comunidades isoladas, regiões de fronteira e locais distantes dos grandes centros ainda convivem com ausência ou instabilidade de sinal.
Uma comunicação direta entre celular e satélite poderia representar não apenas comodidade, mas também segurança.
Um motorista com o veículo quebrado em uma estrada sem cobertura, uma ocorrência policial em área remota, equipes de saúde, produtores rurais ou pessoas envolvidas em situações de emergência poderiam, no futuro, ter uma alternativa de comunicação justamente onde hoje aparece no celular a temida mensagem: “sem serviço”.

Por enquanto, ainda estamos diante de testes.

Mas o surgimento da identificação “Vivo Starlink” nos aparelhos mostra que aquela ideia que poucos anos atrás parecia distante, apontar um celular comum para o céu e conseguir comunicação por meio de um satélite, está cada vez mais próxima de fazer parte do cotidiano brasileiro.

SaranNews — Informação com responsabilidade. Informação com responsabilidade.

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