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Programação de 3 a 10 de outubro traz espetáculos de quatro estados e oficinas de teatro de bonecos para diferentes públicos 

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Teatro, dança, cultura popular e criação artística ocupam o Sesc Arsenal entre os dias 3 e 10 de outubro com a programação do Palco Giratório, projeto do Sesc que promove a circulação de artistas e grupos de diferentes regiões do país. Em Cuiabá, o público terá acesso gratuito a quatro espetáculos e duas oficinas, com atrações do Paraná, Minas Gerais, Bahia e Pernambuco.
A programação começa no sábado (3), às 19h, com “No Armário Não Cabe Ninguém”, do GPeTI – Grupo de Pesquisa em Teatro para a Infância (PR). Na peça, os monstros Pi e Tatá vivem uma rotina cheia de manias até que a chegada de uma criatura misteriosa muda tudo. Com muita leveza, humor e poesia, o espetáculo usa bonecos e objetos para conversar com as crianças e adultos sobre um tema muito importante: a beleza de acolher quem é diferente da gente e o valor do carinho nas nossas relações. A montagem abre a agenda de apresentações no Teatro Sesc Arsenal.
Na quarta-feira (7), às 14h, será a vez de “HÁ”, da Artilharia Cênica (MG), que traz uma história atual e sensível para toda a família. A peça acompanha uma criança que, de tanto usar o celular, não consegue dormir. Ao pegar no sono, ela é levada por misteriosos seres de areia para uma viagem por um mundo fantástico. Misturando dança e bonecos, o espetáculo diverte enquanto convida pais e filhos a conversarem sobre o uso das telas e a importância de sonhar.
O grupo mineiro também conduz, no dia seguinte, a oficina “Brinquedos-Sucata de Formas Animadas”, às 18h. Voltada para crianças de 7 a 12 anos, a atividade transforma materiais recicláveis em brinquedos e bonecos, estimulando a criatividade e a experimentação teatral. São 20 vagas gratuitas e a inscrição deve ser feita pelo aplicativo do Sesc-MT.
Para participar da oficina “Brinquedos-Sucata de Formas Animadas”, é necessário levar materiais recicláveis limpos, secos e sem resíduos, como caixas de papelão, rolos de papel, garrafas PET, tampas, potes e embalagens.
Ainda na quinta-feira (8), às 19h, o palco do Sesc Arsenal recebe “Infinito”, da Márcio Fidelis Cia. de Dança (BA). A peça conta a história de Tayó, um menino muito ligado à sua avó que, após a partida dela, faz uma viagem mágica pelo seu próprio interior. Guiado por três personagens encantados inspirados na cultura afro-brasileira e nas manifestações populares da Bahia, Tayó descobre que o amor e as memórias de quem a gente ama nunca desaparecem. Com muita poesia e movimento, o espetáculo aborda a saudade e a ancestralidade de um jeito leve, lúdico e acolhedor.
A cultura popular brasileira ganha destaque na sexta-feira (9), às 18h, com a oficina “Bora Mamulenga (Bonecos de Animação)”, da Tropa do Balacobaco (PE). Destinada ao público a partir de 10 anos, a atividade apresenta o universo dos mamulengos pernambucanos, abordando personagens, história e técnicas de manipulação dos bonecos. São 15 vagas gratuitas e a inscrição será pelo aplicativo do Sesc-MT.
O encerramento da programação será no sábado (10), às 19h, com “Re Te Tei”, também da Tropa do Balacobaco. A peça narra a divertida história de Chico Catolé, um menino sertanejo conhecido por suas mentiras e confusões. Ao cruzar o caminho do temido Papa Figo e perder um duelo de rimas, Chico é transformado em seu aprendiz e precisa rodar o sertão em busca de uma cura mágica.
Misturando teatro de bonecos, música ao vivo e muito humor, o espetáculo garante boas risadas enquanto celebra os mitos e tradições do imaginário nordestino para todas as idades. A peça, com classificação livre, encerra a passagem do Palco Giratório pelo Sesc Arsenal.
Os espetáculos têm entrada gratuita, com ingressos liberados uma hora antes de cada apresentação, por ordem de chegada e sujeitos à lotação do Teatro do Sesc Arsenal. A iniciativa integra a atuação nacional do Sesc no âmbito do Sistema Comércio, liderado pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), presidida por José Roberto Tadros.
As oficinas também são gratuitas, com número limitado de participantes e as inscrições serão pelo aplicativo Sesc MT. Caso haja vagas remanescentes em razão da ausência de inscritos no momento do credenciamento, elas serão disponibilizadas ao público presente, por ordem de chegada.
Serviço
Palco Giratório – Sesc Arsenal
De 3 a 10 de outubro
Local: Sesc Arsenal – Cuiabá
03/10 | 19h
“No Armário Não Cabe Ninguém” – GPeTI (PR)
07/10 | 14h
“HÁ” – Artilharia Cênica (MG)
08/10 | 18h às 20h
Oficina “Brinquedos-Sucata de Formas Animadas” – Artilharia Cênica (MG)
20 vagas | 7 a 12 anos – Inscrições pelo aplicativo do Sesc-MT
08/10 | 19h
“Infinito” – Márcio Fidelis Cia. de Dança (BA)
09/10 | 18h às 20h
Oficina “Bora Mamulenga (Bonecos de Animação)” – Tropa do Balacobaco (PE)
15 vagas | a partir de 10 anos – Inscrições pelo aplicativo do Sesc-MT
10/10 | 19h
“Re Te Tei” – Tropa do Balacobaco (PE)
Ingressos: gratuitos, liberados uma hora antes de cada espetáculo, por ordem de chegada e sujeitos à lotação.
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Sobre o Sesc-MT       
O Serviço Social do Comércio (Sesc-MT) é uma entidade privada, financiada com as contribuições do empresariado, sem ônus para os empregados, ou a utilização de recursos públicos. Desde 1947, promove ações de saúde, lazer, educação, cultura e assistência, com o objetivo de fornecer o bem-estar social e a qualidade de vida dos trabalhadores do Comércio de Bens, Serviços e Turismo, de seus familiares e da comunidade em geral em Mato Grosso.
Atualmente, o Sesc-MT administra 22 unidades fixas no estado e seis unidades móveis que circulam pelos municípios do interior. A entidade é filiada à Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), sob o comando de José Roberto Tadros.

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GUERRA ENTRA EM NOVA FASE NO CÉU: ZELENSKY REVELA CORRIDA CONTRA DRONES RUSSOS MAIS RÁPIDOS

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A guerra entre Rússia e Ucrânia apresenta nesta terça-feira (29) um sinal importante para o restante do mundo: o conflito aéreo está mudando de velocidade e obrigando as defesas a evoluírem rapidamente.

Em pronunciamento divulgado nesta terça-feira, o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky relatou novos ataques contra Sumy e Kiev e afirmou que bombas atingiram áreas civis, incluindo uma escola onde crianças e professores estavam protegidos em um abrigo.

O cenário de intensificação dos ataques é confirmado por dados divulgados pela Força Aérea ucraniana: somente durante a noite para esta terça-feira, a Rússia lançou 152 drones contra a Ucrânia, sendo 82 deles modelos a jato, além de mísseis. As forças ucranianas afirmam ter neutralizado 106 drones e dois mísseis.

Mas talvez a informação mais relevante do pronunciamento esteja na transformação tecnológica da guerra.

A utilização crescente de drones a jato aumenta o desafio para sistemas de defesa aérea projetados para enfrentar ameaças diferentes. Zelensky reconheceu que a eficiência ucraniana contra esses novos equipamentos ainda precisa melhorar e revelou que o país já emprega interceptadores produzidos internamente.

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Paralelamente, Kiev continua recebendo armamentos ocidentais. Zelensky confirmou a chegada de novos mísseis para sistemas NASAMS e disse que negocia mais munições para os Patriot. A Bélgica deverá ainda entregar três caças F-16 à Ucrânia até o final deste ano.

A União Europeia também mantém o financiamento da defesa ucraniana. Um repasse de € 3,3 bilhões foi liberado neste mês para aquisição de drones e mísseis.

Do outro lado da guerra, a Ucrânia mantém sua estratégia de ataques de longo alcance. Zelensky afirmou que a indústria petrolífera russa continua sentindo os efeitos das operações ucranianas — uma declaração que deve ser tratada como posição oficial de Kiev enquanto não houver confirmação independente de cada operação.

O QUE ESSA FALA REPRESENTA PARA O MUNDO?

Mais do que anunciar armas e ataques, o pronunciamento evidencia uma corrida tecnológica: drones mais rápidos exigem interceptadores mais rápidos, mais baratos e produzidos em grande escala.

Ao mesmo tempo, sistemas como Patriot, NASAMS e caças F-16 tornam a defesa ucraniana cada vez mais dependente de uma cadeia internacional de produção, financiamento e fornecimento de munições.

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A guerra, portanto, continua sendo travada no território ucraniano, mas suas consequências ultrapassam suas fronteiras: ela influencia investimentos militares europeus, desenvolvimento de novas tecnologias de defesa e decisões estratégicas dentro da OTAN e da União Europeia.

E permanece a grande questão: até onde essa corrida tecnológica e militar poderá avançar antes que a diplomacia consiga produzir uma saída para uma guerra que já dura anos?

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