Rondonópolis
Rondonópolis é apontada como uma das cinco melhores cidades de Mato Grosso para se viver
Publicado em
28 de junho de 2022por
Da RedaçãoAcolhendo cerca de 239.613 habitantes, segundo estimativa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2021, e ocupando o segundo lugar no ranking das maiores economias de Mato Grosso entre os 141 municípios do estado, Rondonópolis desponta com localização em ponto crucial do sudeste mato-grossense – no entroncamento das rodovias BR-163 e BR-364. Essa posição privilegiada faz do município local de conexão entre as regiões Norte e Sul do Brasil, funcionando como tapete de escoamento da produção industrial e agrícola em direção a portos e grandes centros urbanos do país. Com 4.165 quilômetros quadrados, a cidade de clima tropical tem 68 anos e fica a uma distância de 210 km da capital mato-grossense, Cuiabá.
Conforme matéria estampada no site da Universidade de Cuiabá (Unic), cujo mote é “As cinco melhores cidades de Mato Grosso para morar e fazer carreira”, Rondonópolis faz parte desse grupo das cinco tendo como mola propulsora da economia, entre outros fatores, o agronegócio, mas também festas country e lugares para a prática de turismo ecológico. A notícia ainda ressalta indústrias de alimento, cervejaria e fábricas de tecidos.

Todo esse cenário é fruto de um trabalho de bastidores realizado pelo Poder Público que tem como finalidade promover um tecido social firme, alicerçado em bases sólidas, elevando o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do município, que é estruturado no tripé saúde, educação e renda. Esses três indicadores permitem classificar o grau de desenvolvimento econômico e a qualidade de vida da população. “Depois de Cuiabá, que é a capital, Rondonópolis é a melhor cidade para se investir. Ela já é grande e está muito bem estruturada para crescer mais ainda”, nota Alexsandro Silva, secretário de Desenvolvimento Econômico.
Alexsandro credita à cadeia produtiva do agronegócio a segunda colocação de Rondonópolis na classificação estadual da economia e ainda salienta que a cidade abriga a Rumo, que é a maior companhia de logística dotada de estrutura ferroviária do país: “Nosso terminal intermodal da Rumo, como maior importador de fertilizantes, supre a necessidade do agronegócio do Mato Grosso. Temos em Rondonópolis a maior planta esmagadora de soja do mundo, na ADM, e, também, a maior planta esmagadora de soja da América Latina, na Bunge. A soma dessas duas empresas faz do município o maior polo esmagador de grãos do Brasil”.
Aliás, o secretário pontua que, na história rondonopolitana, nunca houve tanto estímulo aos investidores com a criação de um ambiente propício para recebê-los. “É nessa gestão que estão sendo feitos os maiores investimentos nos distritos industriais. São mais de R$200 mil aplicados nos quatro distritos para melhorar a infraestrutura. Uma parcela desse trabalho já foi realizada e há outra parte ainda em execução”, comenta a respeito dos distritos industriais Rondonópolis – também chamado Distrito Antigo –, da Vila Operária – denominado Microdistrito Anésio Pereira de Oliveira –, Vetorasso e Razia. Mas a intenção, segundo Alexsandro, é ampliar o espaço para receber quem ainda pensa em se instalar na cidade: “Diante das várias empresas que estudam investir no município, o prefeito já vem anunciando seu desejo de adquirir uma área para construir um novo distrito industrial”.

Solo fértil para grandes empreendimentos, a cidade vocacionada à prosperidade tem espaço a ser ocupado em várias áreas. “O mercado de Rondonópolis absorve todos os perfis profissionais, desde o trabalhador braçal até aquele que possui nível superior”, observa o gestor. Ele lembra que, hoje, o município vive uma realidade de pleno emprego, que, segundo economistas, é quando existem vagas para todos aqueles que são considerados aptos a trabalhar – a população economicamente ativa, que se encontra na faixa entre 16 e 65 anos. Isso significa que a oferta de empregos é maior do que a quantidade de profissionais para preenchê-los. “No pleno emprego a taxa de desemprego fica abaixo de 6%”, explica o secretário e completa: “Atualmente, temos 65.163 pessoas empregadas em Rondonópolis”.
Essa pujança se revela até mesmo em situações caóticas, como a que ocorreu recentemente por conta da epidemia global de coronavírus. “Mesmo em 2020 e em 2021, com as restrições impostas pela pandemia, a cidade continuou gerando emprego”, rememora ele, acentuando que esse progresso tem o respaldo do Município, que atua dinamizando diversos segmentos. “A Prefeitura vem fazendo parcerias para qualificar a mão de obra local. E, quanto mais empresas investirem em Rondonópolis, maior será a busca e captação de profissionais capacitados. Com isso, naturalmente os níveis de salário sobem. Unidos, o Poder Público e a iniciativa privada contribuem para fazer girar a economia”, reflete.

Reportando-se a soma de forças que incidem sobre a cidade, o titular do Desenvolvimento Econômico compartilha o panorama que se enxerga: “A Gestão Municipal realizou investimentos na Saúde e na Educação ofertando toda a estrutura necessária para acolher os trabalhadores. Então, em Rondonópolis, está todo mundo olhando para a frente. A cidade tem 95% de esgotamento sanitário e a empresa de energia está se planejando para atender 400 mil pessoas em uma perspectiva de crescimento populacional. O mercado imobiliário está se abrindo para absorver 300 mil habitantes”.
Somente na área da Saúde, buscando diversificar os lugares com oferta de serviços, proporcionando a toda a população facilidade de acesso a eles, a Administração Municipal está construindo cinco novas unidades dos Postos de Saúde da Família (PSFs) localizadas nos Residenciais Bispo Pedro Casaldáliga e Alfredo de Castro II, no Jardim Liberdade, na Vila Bueno e no Campo Limpo. Em reforma estão os postos do Verde Teto, do Parque Universitário e dos Jardins Sumaré, Atlântico e Europa, além do Bom Pastor, do Assentamento Carimã e da Comunidade Rural Bananal. Ao todo, a Secretaria de Saúde conta com 56 unidades de Estratégia de Saúde da Família (ESFs) na Zona Urbana e o as 33 na Zona Rural. Há ainda duas policlínicas e quatro centros de saúde. De acordo com o último censo – realizado em 2010 – a expectativa média de vida no município é de 74 anos.
Não é diferente com a Educação, que vive uma realidade de desenvolvimento e primor, com a Rede Municipal de Educação contabilizando 39 escolas de ensino fundamental e 42 creches. No ensino fundamental, a Secretaria Municipal de Educação (Semed) tem 533 estudantes matriculados na Educação de Jovens e Adultos (EJA) e, ainda, 13.233 com idade compatível a essa etapa, totalizando, assim, 13.766 discentes na educação básica. Na educação infantil, a Pasta abraça 5.304 crianças nas creches e 5.621 na pré-escola, computando 10.905 alunos frequentando esse nível educacional. O índice de evasão escolar, conforme informa da Semed, é de 0, 02%.

Olhando a educação de maneira global, a Gestão Municipal tem realizado investimentos pesados, empregando recursos e firmando parcerias não apenas na educação infantil e no ensino fundamental, que são, constitucionalmente, responsabilidade dos municípios, mas fomentando o estudo de terceiro grau na cidade. “O ensino superior não é atribuição do Município, mas, mesmo assim, a Prefeitura está fazendo mais do que a sua responsabilidade. Só na Unemat, temos duas turmas de direito, quatro de ciência da computação, quatro de letras e, atualmente, vestibular aberto para uma turma de química e uma de pedagogia”, sublinha a secretária de Ciência, Tecnologia e Inovação, Neiva de Cól, citando a Universidade Estadual de Mato Grosso. Ainda em relação à graduação, Neiva menciona a Universidade Federal de Mato Grosso que, agora, é Universidade Federal de Rondonópolis: “A UFMT se transformou em UFR, se emancipando, e isso faz com que o olhar dessa instituição se volte para a comunidade local, para as necessidades da cidade”.
Mas o zelo da Administração não fica só nisso e contempla aqueles que querem se aperfeiçoar de outra forma para desempenharem uma ocupação no mercado de trabalho. “Há ainda as parcerias que a Prefeitura faz para cursos de qualificação profissional por meio do ensino técnico, como, por exemplo, os de enfermagem, de eletrotécnica, de edificações, de saúde bucal, que têm a duração de, pelo menos, 1.200 horas. E também os cursos livres, que têm carga horária menor, entre 80 e 400 horas, como os de cabeleireiro, manicure e fabricação de pães”, elenca a secretária e continua: “Temos também o Zumbi dos Palmares para aqueles que não possuem condições de pagar um preparatório para fazer o exame para ingressar na faculdade”.

Dotada de potencial para o crescimento, florescendo no cerrado, Rondonópolis tornou-se cidade paradigma. Sua performance de excelência, na opinião de Alexsandro, deve-se ao fato do município rondonopolitano ter se aprimorado em diversas frentes e sob vários aspectos. “Somos um polo regional em todos os contextos. Atingimos um ótimo patamar de crescimento em setores fundamentais como saneamento básico, energia, saúde, infraestrutura e educação. Por essa razão, somos, sem dúvida, uma das cidades mais atrativas para se investir”, avalia ele sobre o magnetismo que Rondonópolis tem demonstrado exercer sobre grandes empreendedores.

Fonte: Prefeitura de Rondonópolis
CIDADES
27º Encontro Maçônico reúne famílias, tradição, cultura e fraternidade em Rondonópolis
Published
1 mês atráson
24 de agosto de 2026By
Da Redação
Evento reuniu cerca de 400 pessoas no Thermas Cidade de Pedra e celebrou a integração da família maçônica da Região Sul de Mato Grosso, com confraternização, gastronomia, atividades recreativas e apresentações de Nico e Lau e Kaline e Carol

O sábado (22) foi de reencontros, abraços, alegria e, principalmente, de celebração à família em Rondonópolis. O 27º Encontro Maçônico da Região Sul de Mato Grosso, realizado no Thermas Cidade de Pedra, reuniu maçons, esposas, filhos, netos e convidados em uma programação que misturou fraternidade, tradição, cultura, gastronomia e diversão.

Mais do que uma reunião entre integrantes da Maçonaria, o encontro mostrou uma de suas características mais presentes nas falas de quem participou: a valorização da família e o fortalecimento dos laços de amizade e fraternidade.
Segundo os organizadores, aproximadamente 400 pessoas participaram desta edição, representando cerca de 27 lojas e diferentes cidades da região, entre elas Rondonópolis, Pedra Preta, Guiratinga, Poxoréu, Primavera do Leste, Jaciara, Juscimeira, Dom Aquino, Campo Verde e Alto Araguaia.

O organizador José Márcio Guedes destacou justamente esse espírito de integração.
“A Maçonaria vive da integração, da união dos irmãos, das cunhadas e dos sobrinhos, para que a gente possa efetivamente viver em harmonia e fazer com que essa harmonia se espelhe e reflita na construção de toda a sociedade.”
Para ele, a proposta da instituição passa pelo aprimoramento individual e pela contribuição de cada integrante para uma sociedade melhor.
“É uma alegria enorme juntar esses valorosos irmãos, cunhadas e sobrinhos para confraternizar. A Maçonaria é uma entidade que visa melhorar as pessoas, para que elas possam contribuir para uma humanidade melhor”, afirmou.
Uma tradição retomada e fortalecida

O encontro também carrega uma história construída ao longo dos anos. Milton Fernandes Lima, de Alto Araguaia, lembrou que a realização do evento sofreu uma interrupção durante o período da pandemia e destacou a importância de sua retomada.
Alto Araguaia sediou a 26ª edição, no ano passado, passando agora a responsabilidade para Rondonópolis.
“Pelo número de irmãos e da família maçônica presentes, nós entendemos que realmente está sendo resgatado o Encontro Maçônico da Região Sul”, afirmou Milton.
E ele próprio representava bem o espírito familiar do evento: estava acompanhado de esposa, filhos, netos e genro.
Para Milton, os princípios cultivados dentro da Maçonaria acabam ultrapassando seus espaços de reunião.
“Ela influi inclusive dentro da nossa própria casa. A Maçonaria acaba transportando a nossa vivência para dentro dos nossos lares.”

55 anos de Maçonaria e uma vida de aprendizados Entre tantas histórias reunidas em Rondonópolis estava a de Paulo José Lemos, autônomo, integrante da Maçonaria há 55 anos, desde 1971. Ao falar sobre o que a instituição representa em sua trajetória, Paulo resumiu sua experiência em algumas palavras: humildade, respeito, união e simplicidade.
“A Maçonaria sempre deixou a gente com humildade no trabalho, na sociedade e com os amigos. Nós precisamos de muita humildade”, afirmou.
Questionado sobre o que esses 55 anos trouxeram para sua família, respondeu:

“Trouxe tudo que há de bom: humildade, respeito, união e um pouco de simplicidade junto a todos os amigos.”

Outra trajetória de décadas é a do empresário Luiz Fernando Homem de Carvalho, iniciado na Maçonaria em 1993 e participante do encontro desde sua primeira edição. Mesmo tendo alcançado o 33º grau, ele fez questão de destacar que o aprendizado nunca termina.
“Nós sempre dizemos que o maçom é um eterno aprendiz. Apesar de ter o 33º grau da Maçonaria, continuo sendo um eterno aprendiz”, disse.
Diversão para todas as idades

Presidente da comissão organizadora, o empresário Getúlio Andrelino da Rocha destacou que a programação foi preparada justamente para proporcionar um dia inteiro de convivência. Além do café da manhã, solenidade de apresentação das lojas e almoço com churrasco e carneiro, o público participou de torneios de sinuca, bozó, truco, pesca e até do tradicional torneio de estilingue.
“Esse encontro representa a união da família, a fraternidade maçônica. É estreitar os laços de amizade que nos unem como pessoas, como verdadeiros irmãos, e aprender coisas boas para contribuir com a sociedade”, explicou Getúlio.

O cirurgião-dentista Luiz Antônio Abreu Coelho, de Pedra Preta, também definiu o encontro como um dos momentos mais importantes para a integração regional. “Representa o fortalecimento da união entre todos os irmãos, cunhadas e sobrinhos. O Encontro Maçônico é o evento mais importante da Maçonaria da Região Sul”, afirmou.

A força feminina e a Estrela do Oriente
A presença das mulheres também ganhou destaque. A empresária Sandra Rodrigues, integrante do Capítulo Estrela do Pantanal, da Ordem Paramaçônica Estrela do Oriente, explicou o papel da instituição e fez questão de diferenciar a ordem da chamada Maçonaria Feminina.

Segundo Sandra, a Estrela do Oriente é uma ordem paramaçônica mista, embora tenha forte participação feminina, formada por pessoas que possuem vínculo regular com a Maçonaria dentro das regras da própria instituição.
A ordem possui seus próprios rituais, estudos, palestras, ações sociais e atividades de fraternidade.
“Assim como os irmãos se lapidam, nós também estudamos, temos nossas pautas e fazemos ações sociais de fraternidade”, explicou.
Para Sandra, porém, um dos aspectos mais bonitos está justamente na possibilidade de aproximar ainda mais os integrantes de uma mesma família.
“Ali você está junto com a esposa, de repente está junto com seu filho ou sua filha dentro do templo. Para nós é maravilhoso. Ela vem para unir a família maçônica.”

Nico e Lau levam humor e a cultura mato-grossense ao encontro
E confraternização também combina com boas risadas.
Uma das atrações mais aguardadas foi o show da dupla Nico e Lau, que levou ao palco seu conhecido humor inspirado no jeito de falar, nos costumes e nas histórias de Mato Grosso.
A apresentação fez parte do Projeto Raízes, que busca aproximar manifestações culturais do público e preservar elementos da identidade regional.

Para J. Astrevo, o Lau, estar no encontro significou muito mais do que apresentar um espetáculo.
“Viemos fazer esse entrelaçamento de ideias, de culturas e de iniciativas importantes para a sociedade, porque aqui a gente encontra a família e pessoas que têm uma preocupação social”, afirmou.
Segundo ele, o Projeto Raízes chega aos eventos justamente com a missão de “propagar e fortalecer a cultura do nosso Estado”.

Nico também destacou a conexão entre a cultura cuiabana e as famílias vindas de diferentes municípios.
“É muito bom estar novamente em Rondonópolis, principalmente quando você começa a dialogar com toda a Região Sul nesse encontro maravilhoso dos maçons. A gente traz um pouco da Cuiabania, um pouco das raízes da cultura popular”, disse.
E não faltaram referências à boa mesa.

Entre churrasco, gastronomia pantaneira e mato-grossense, Nico resumiu o ingrediente que cabia à dupla acrescentar à festa: bom humor.

A apresentação contou ainda com a participação dos intérpretes de Libras Genival e Rosemeire, que não ficaram restritos à tradução e também participaram das atividades no palco, ampliando a proposta de inclusão do espetáculo.
Caline e Carol: música encontra as raízes
A programação musical ganhou ainda mais diversidade com Caline e Carol, que participaram pela primeira vez do Projeto Raízes ao lado de Nico e Lau.

Com um repertório versátil, passando pelo sertanejo, música internacional, xote e forró, as artistas ajudaram a transformar o encontro em uma grande celebração musical.
Para elas, dividir o projeto com Nico e Lau teve um significado especial.
“Estar com Nico e Lau é uma oportunidade única. É o primeiro trabalho que fazemos com eles e é uma honra muito grande”, disseram.
Além da música, elas chamaram a atenção para a necessidade de preservar manifestações culturais que, com o passar das gerações, podem acabar esquecidas.
“A cultura, a música, a dança, o teatro, o cinema, tudo que fala de cultura tem que ser muito mais valorizado. Nico e Lau são uma lenda e representam uma raiz que Mato Grosso tem”, destacou Kaline.

A defesa dessa identidade também apareceu nas palavras de Luiz Antônio Abreu Coelho.
“Nós temos que preservar a cultura mato-grossense. Nico e Lau fazem parte da história de Mato Grosso”, afirmou.
Uma grande família reunida

Ao final, entre estandartes, brincadeiras, música, humor, comida e muitas conversas, talvez o maior resultado do 27º Encontro Maçônico não possa ser medido apenas pelo número de participantes.
Ele estava nos reencontros.
Nos pais acompanhados dos filhos. Nos avós cercados pelos netos. Nas esposas participando das atividades. Nos irmãos que viajaram de diferentes cidades simplesmente para estarem juntos novamente.
Em uma época em que a rotina, as distâncias e até a tecnologia muitas vezes reduzem o tempo dedicado à convivência, encontros como esse resgatam algo essencial: a importância de pertencer, conviver e compartilhar.

A fraternidade não se constrói apenas dentro dos templos ou por meio de discursos. Ela se fortalece quando princípios como respeito, humildade, solidariedade e amizade chegam à mesa de casa e são transmitidos às próximas gerações.
Foi essa a mensagem deixada em Rondonópolis.
Porque instituições são formadas por pessoas, mas famílias são fortalecidas pela presença, pelo exemplo e pela união. E quando fraternidade e família caminham juntas, seus valores ultrapassam qualquer instituição e alcançam toda a sociedade.
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