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REPRESENTAÇÃO INSTITUCIONAL

Presidente da Apromat assume vice-presidência regional da Anape

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Dra. Caroline Tomelero tomou posse como vice-presidente da Regional Centro-Oeste da entidade nacional e reforça a presença de Mato Grosso nos debates da Advocacia Pública brasileira_

Mato Grosso passa a ter ainda mais protagonismo nos debates da Advocacia Pública nacional. A presidente da Associação dos Procuradores do Estado de Mato Grosso (Apromat), Dra. Caroline Tomelero, tomou posse na noite do último dia 10 de junho, em Brasília, como vice-presidente da Regional Centro-Oeste da Associação Nacional dos Procuradores dos Estados e do Distrito Federal (Anape). A solenidade marcou o início da gestão da chapa “Advocacia Pública Forte: Continuidade e Futuro”, eleita para conduzir a entidade no triênio 2026-2029.

A nova diretoria nacional assume com a missão de dar continuidade à consolidação da carreira, atuando na defesa das prerrogativas da classe, da autonomia dos estados e do aprimoramento das instituições em âmbito federal.

Para a presidente da Apromat, integrar a cúpula da Anape representa uma oportunidade de ampliar a voz da região Centro-Oeste nas discussões nacionais e contribuir para o avanço das pautas estratégicas da categoria.

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“A Advocacia Pública vive um momento importante de consolidação, e o papel da Anape tem sido decisivo nesse processo. Integrar a diretoria nacional é uma oportunidade de contribuir para o avanço de pautas estratégicas e para a valorização da carreira em todo o país”, afirmou.

A procuradora ressaltou também que o trabalho conjunto entre as associações estaduais e a entidade nacional é o que garante a solidez da classe.

“Temos a responsabilidade de construir soluções que fortaleçam a atuação dos procuradores e ampliem o reconhecimento da nossa importância para a sociedade. Essa integração será fundamental para alcançarmos tal objetivo”, pontuou.

A presença da presidente da Apromat na composição da nova gestão amplia a representatividade do Centro-Oeste e consolida a participação de Mato Grosso nas discussões que envolvem o futuro da carreira no cenário brasileiro.

“Nossa função desempenha um papel essencial para a segurança jurídica e para a viabilização das políticas públicas. Nosso compromisso é seguir trabalhando pela defesa das prerrogativas dos procuradores e pelo aprimoramento das instituições que servem à sociedade brasileira”, concluiu Caroline Tomelero.

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CIDADES

Copa do Mundo: controlar ansiedade e evitar excessos ajuda a proteger o coração

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Reunir a família, vestir a camisa, preparar a comida, acompanhar cada lance e comemorar os gols fazem parte da tradição dos brasileiros durante a Copa do Mundo. Mas, em meio ao clima de festa, alguns cuidados não podem ficar em segundo plano. A mudança de rotina, somada a noites mal dormidas, bebida alcoólica, alimentação pesada, cigarro e interrupção de medicamentos, pode sobrecarregar o organismo, especialmente em pessoas que já convivem com fatores de risco cardiovascular.

A orientação dos especialistas é para que a torcida seja vivida com equilíbrio, principalmente por quem tem hipertensão, diabetes, arritmias, colesterol alto, histórico de infarto, obesidade ou sedentarismo.

Segundo o cardiologista do Hospital Santa Rosa, Dr. Leandro Mandaloufas, a expressão “haja coração” tem fundamento do ponto de vista médico, porque momentos de grande emoção provocam respostas reais no corpo.

“Em momentos de grande emoção, o coração realmente trabalha mais. O corpo libera hormônios do estresse, como a adrenalina, que fazem o coração bater mais rápido e com mais força. Em pessoas saudáveis, isso costuma ser bem tolerado. Mas, em quem já tem alguma doença cardíaca, esse ‘esforço extra’ pode representar risco”, explica o médico.

Quando a pessoa fica ansiosa, nervosa ou muito tensa, o corpo entra em um estado de alerta. Nessa reação, há liberação de adrenalina e cortisol, aumento da frequência cardíaca, da pressão arterial e da respiração, além da contração dos vasos sanguíneos. De acordo com o cardiologista, esse mecanismo prepara o organismo para reagir rapidamente, mas também aumenta a carga sobre o sistema cardiovascular.

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Em Mato Grosso, o cuidado com a saúde do coração ganha ainda mais relevância diante do peso das doenças cardiovasculares na mortalidade. O estado registrou 5.277 mortes por doenças do aparelho circulatório em 2023, o que correspondeu a 24,22% do total de óbitos, conforme o Relatório Anual de Gestão da Secretaria de Estado de Saúde.

Para o Dr. Mandaloufas, pessoas com fatores de risco devem redobrar a atenção. Entram nesse grupo pessoas com hipertensão arterial, histórico de infarto ou doença coronariana, arritmias cardíacas, diabetes, colesterol alto, sedentarismo e obesidade.

“Esses grupos já têm maior risco cardiovascular, e situações de estresse intenso podem atuar como gatilho para eventos agudos”, destaca.

Hábitos adotados em períodos de confraternização também podem interferir diretamente na saúde. O consumo de bebida alcoólica, cigarro, alimentos gordurosos, poucas horas de sono e a suspensão de remédios de uso contínuo estão entre os principais pontos de atenção.

“O álcool pode alterar o ritmo cardíaco e aumentar a pressão. O cigarro prejudica a circulação e favorece eventos cardíacos. Alimentos gordurosos podem sobrecarregar o organismo. Dormir mal aumenta o estresse e a pressão arterial. Interromper medicamentos é especialmente perigoso e pode descompensar doenças já existentes”, pontua o médico.

*Quando o sintoma não é só nervosismo*

Em situações de ansiedade ou estresse, é comum que a pessoa sinta o coração acelerar ou perceba algum grau de nervosismo. No entanto, alguns sinais não devem ser atribuídos automaticamente à emoção do momento.

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Dor ou pressão no peito, falta de ar, tontura, desmaio, palpitações intensas ou irregulares, suor frio e náuseas associadas ao mal-estar exigem atenção. Segundo o cardiologista, esses sintomas podem indicar problemas cardíacos e precisam de avaliação médica imediata.

A recomendação é procurar atendimento quando o desconforto é persistente, intenso, aparece de forma repentina ou ocorre em pessoas que já possuem fatores de risco. A avaliação profissional é importante porque sintomas de ansiedade e alterações cardiovasculares podem se confundir.

*Prevenção deve vir antes da emergência*

A principal orientação é manter os cuidados de rotina em dia. Pessoas com fatores de risco, histórico familiar de doença cardíaca ou sintomas, mesmo leves, devem procurar avaliação cardiológica. O check-up também é recomendado de forma periódica a partir dos 40 anos, ou antes, conforme o risco individual.

“A prevenção é sempre o melhor caminho”, reforça o Dr. Mandaloufas.

No Hospital Santa Rosa, o atendimento cardiológico inclui consultas especializadas, exames diagnósticos como eletrocardiograma, ecocardiograma, teste ergométrico e monitorização por Holter, além de urgência e emergência cardiológica, acompanhamento de pacientes com doenças crônicas e orientação para controle de fatores de risco.

“Essa estrutura permite identificar precocemente problemas cardíacos, tratar adequadamente e acompanhar o paciente de forma contínua, promovendo mais segurança e qualidade de vida”, finaliza o médico.

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