CIDADES
Evento da CAA/MT reuniu profissionais e familiares em um ambiente de integração, esporte e bem-estar
Publicado em
27 de abril de 2026por
Da Redação
Entre saques, sorrisos e reencontros, a advocacia mato-grossense viveu dias de integração e convivência durante o 1º Campeonato de Tênis e Beach Tennis da advocacia, promovido pela Caixa de Assistência dos Advogados de Mato Grosso (CAA/MT). Realizado no Cuiabá Tênis Clube, o evento foi encerrado no sábado (25) com mais de 200 inscritos e um ambiente marcado pela participação de famílias e pelo espírito de confraternização.

Ao longo dos três dias, advogados, advogadas, estagiários e seus familiares compartilharam não apenas as disputas em quadra, mas também momentos de lazer e fortalecimento de vínculos, consolidando o campeonato como uma iniciativa voltada à qualidade de vida da classe.

As competições foram realizadas nas categorias masculino e feminino, no tênis, e feminino e misto, no beach tennis, reunindo participantes de diferentes regiões do Estado.
Para o presidente da CAA/MT, Rodrigo Araújo, o resultado superou as expectativas. “É uma alegria ver a advocacia reunida em um evento pensado para promover integração, esporte e momentos de convivência entre colegas e familiares”, destacou.
A presidente da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Mato Grosso (OAB-MT), Gisela Cardoso, também ressaltou a importância da iniciativa. “Este já é um grande sucesso e, sem dúvida, será o primeiro de muitos. O mais importante é essa união entre colegas de várias regiões vindo jogar, confraternizar e fortalecer a nossa classe”, afirmou.
A vice-presidente da Caixa de Assistência, Thaís Brazil, reforçou o cuidado com a experiência dos participantes. “Foi um evento preparado com muito carinho, pensado para que todos pudessem competir, mas também aproveitar um espaço de convivência, acolhimento e bem-estar”, pontuou.
Entre os participantes do beach tennis, a dupla formada pelo advogado José Patrocínio e pela conselheira estadual Angélica Maciel destacou o caráter integrador do campeonato. Para José Patrocínio, a experiência foi extremamente positiva. “O campeonato proporcionou um ambiente de integração entre colegas de diversas regiões, além de promover bem-estar e qualidade de vida. A organização também se destacou pela excelência da estrutura oferecida”, afirmou.
Angélica Maciel também ressaltou o impacto da iniciativa. “A experiência foi revigorante, marcada pela superação e pela alegria de compartilhar a quadra com colegas. Foi gratificante ver a classe reunida em um ambiente de energia positiva”, disse. Ela ainda destacou a importância da ação. “Iniciativas como essa fortalecem a união institucional e contribuem para a saúde física e mental da advocacia”, completou.
Entre os destaques da competição está a advogada Maria Eduarda Castilho, que conquistou o segundo lugar na 3ª classe feminino de tênis. Para ela, a experiência foi marcante. “Foi um evento maravilhoso, a organização estava impecável, foram dias essenciais para fomentar o relacionamento com os colegas, além da experiência de participar de um campeonato propriamente dito. Acredito que além da advocacia, a CAA/MT trouxe também o incentivo do bem-estar e com isso pode mostrar o equilíbrio entre qualidade de vida e profissão”, destacou.
O campeonato contou com o apoio da SVN Investimentos, Mestre Medeiros – Advogados Associados, Academia Bodytech, Amigo Internet, Cervejaria Louvada, Pantanal Shopping, Zapaz Consultoria Empresarial, Powerade, Ótica Reestyle, Lebrinha, Tecno Vida – Farmácia de Nutrição e Unimed Cuiabá.
CIDADES
Pressão 12 por 8 vira alerta e muda acompanhamento; calor e alimentação influenciam em MT
Published
10 minutos atráson
28 de abril de 2026By
Da Redação
A nova diretriz que reclassifica a pressão arterial de 120/80 mmHg como sinal de alerta, somada ao avanço da hipertensão no Brasil, tem impactado diretamente a rotina de acompanhamento em Mato Grosso, cenário em que o Hospital Santa Rosa, em Cuiabá, já atua com monitoramento contínuo e abordagem multidisciplinar para pacientes com risco cardiovascular.
A mudança, incorporada pela Sociedade Brasileira de Cardiologia em 2025, coloca milhões de brasileiros em uma nova zona de atenção e reforça a necessidade de diagnóstico precoce e acompanhamento regular.
Antes considerada “normal”, a pressão de 12 por 8 agora passa a ser tratada como um alerta clínico. Segundo o cardiologista do Hospital Santa Rosa, Dr. Leandro Mandaloufas, a mudança tem base em evidências acumuladas ao longo dos anos.
“A partir de 120/80 mmHg já há aumento progressivo de risco cardiovascular. Eventos como infarto e AVC não começam apenas em 140/90. Intervir mais cedo reduz mortalidade ao longo da vida”, explica.
Na prática, o impacto é imediato no consultório. O que antes era uma liberação sem restrições passa a exigir orientação ativa. “Antes o paciente ouvia que estava normal e ia embora. Agora, ele passa a receber aconselhamento sobre dieta, peso, exercício e acompanhamento mais frequente. Não é, em geral, caso de medicação, mas de monitoramento mais rigoroso”, pontua.
Mesmo com maior acesso à informação, a hipertensão segue sendo tratada como um “perigo silencioso”. Isso porque, na maioria dos casos, não apresenta sintomas evidentes.
“A doença pode evoluir por anos sem sinais claros. Quando aparece, muitas vezes já causou danos. Soma-se a isso a baixa adesão a hábitos saudáveis e a sensação de que ‘não estou sentindo nada’”, afirma o médico.
*Aumento de casos*
Dados nacionais reforçam o alerta. A prevalência da hipertensão no Brasil saltou de 22,6% em 2006 para quase 30% em 2024, acompanhando o crescimento da obesidade e do diabetes, conforme a pesquisa Vigitel 2025.
Entre os principais fatores estão mudanças no estilo de vida da população. “Sedentarismo, consumo elevado de ultraprocessados, excesso de sódio, obesidade crescente, álcool em excesso e privação de sono têm contribuído diretamente para esse cenário”, diz o cardiologista.
Além disso, fatores como estresse e noites mal dormidas também têm impacto direto na pressão arterial. “Ambos ativam o sistema nervoso simpático, com aumento de adrenalina e cortisol, o que leva à vasoconstrição e elevação da frequência cardíaca. Isso provoca picos de pressão e piora do controle crônico”, explica.
A nova meta para pacientes já diagnosticados também ficou mais rígida. “Para a maioria, o objetivo agora é manter a pressão abaixo de 130 por 80 mmHg, quando tolerado. Em alguns casos, como idosos frágeis, isso pode ser individualizado”, destaca.
As consequências da doença vão muito além do aumento da pressão. Entre os principais desdobramentos estão infarto, AVC, insuficiência cardíaca, doença renal crônica, perda de visão e até demência.
*Cenário mato-grossense*
Em Mato Grosso, algumas particularidades ajudam a explicar os desafios no controle da hipertensão. “Podemos apontar o maior consumo de carne com alto teor de sal, o calor intenso — que pode mascarar sintomas — e também a desigualdade de acesso ao acompanhamento contínuo”, afirma.
O médico destaca que, apesar do avanço da doença, a condição pode ser evitada ou até revertida em fases iniciais. “Com perda de peso, atividade física regular, redução de sal, melhora do sono e controle do estresse, é possível reduzir o risco e evitar a progressão para hipertensão.”
O aumento de casos entre jovens também preocupa. “Há crescimento da hipertensão em faixas etárias mais baixas, muito relacionado ao sedentarismo precoce, obesidade infantil, excesso de telas e alimentação ultraprocessada”, alerta.
Segundo ele, a prevenção deve começar cedo. “Pais devem estimular atividade física, controlar a alimentação e evitar excesso de sal. Já os jovens adultos precisam manter peso saudável, dormir bem, evitar álcool em excesso e praticar exercícios regularmente.”
No atendimento aos pacientes, o Hospital Santa Rosa tem investido em um modelo integrado de cuidado. De acordo com o especialista, a unidade alia tecnologia diagnóstica a protocolos atualizados.
O Hospital Santa Rosa também conta com cardiologista disponível no Pronto Atendimento, o que permite uma avaliação imediata de pacientes com suspeita de alteração na pressão arterial ou risco cardiovascular. A presença do especialista desde o primeiro atendimento é um diferencial que contribui para decisões mais rápidas e seguras.
Além disso, a unidade dispõe de uma linha completa de cuidado cardiológico, que inclui atendimento ambulatorial, internação, UTI Cardíaca, serviço de hemodinâmica e exames especializados. A estrutura possibilita o acompanhamento integral do paciente, desde a prevenção até o tratamento de casos mais complexos.
“O hospital oferece acompanhamento multidisciplinar, com cardiologistas e apoio de outras áreas, além de monitorização da pressão e exames cardiológicos. Isso permite um controle mais preciso e melhora a adesão ao tratamento, reduzindo complicações a longo prazo”, finaliza.
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