ARTE E HISTÓRIA EM CENA
Instituto Incamtec oferece uma aula de história e cultura regional com a fusão de dança e teatro
Publicado em
1 de dezembro de 2025por
Da Redação
O duplo espetáculo “Beleza Cuiabá & Mato Grosso em Cena”, que será apresentado nesta segunda-feira 1º de dezembro no Teatro da UFMT, vai além do entretenimento. Promovido pelo Instituto Incamtec, o evento se consolida como uma valiosa ferramenta de resgate e valorização da história e da cultura de Mato Grosso, oferecendo ao público uma verdadeira aula sobre as raízes regionais.
O espetáculo é uma fusão de linguagens artísticas, unindo a encenação teatral de Edmilson Maciel com a dança vibrante da Cia de Dança Rodinei Barbosa. A obra é dividida em dois atos que se complementam, celebrando a identidade mato-grossense sob diferentes perspectivas.
A presidente do Instituto Incamtec, Jane Santos de França, reforça o caráter educativo e inclusivo do projeto.
“O Incamtec tem o compromisso de promover projetos culturais que, além da excelência artística, cumpram uma função social e educativa. ‘Beleza Cuiabá & Mato Grosso em Cena’ é uma oportunidade ímpar para pais e professores levarem crianças e jovens a uma experiência imersiva na história e na cultura de Mato Grosso. Ao mesmo tempo em que oferecemos arte de qualidade, garantimos o acesso a todos por meio da troca solidária de ingressos por alimentos.”
O evento é uma programação familiar e um convite especial a alunos de escolas públicas, funcionando como um complemento didático sobre a história e a cultura do estado.
BELEZA CUIABÁ

A primeira parte, “Beleza Cuiabá”, da Cia de Dança Rodinei Barbosa, é uma celebração vibrante da identidade e da alma da capital. Sob a direção e coreografia de Rodinei Barbosa, a obra, que foi remontada 20 anos após sua estreia, une a elegância da dança de salão a uma estética contemporânea.
O palco ganha vida com músicas de compositores locais que embalam o cotidiano e as manifestações populares. A companhia estiliza ritmos regionais cuiabanos, como o Rasqueado e o Labadão, de forma artística para o palco. Um dos momentos mais aguardados é a distribuição de Pixé na plateia, um doce tradicional, que acompanha a música “Milho Torradinho Socado Canela Açucarada”.
Rodinei Barbosa, produtor e diretor da Cia de Dança, destaca o valor da remontagem.
“É uma alegria trazer ‘Beleza Cuiabá’ de volta ao palco com uma nova roupagem, figurino novo e corpos mais maduros. Nosso objetivo é mostrar a riqueza do nosso regionalismo de uma forma acessível e emocionante. A arte tem o poder de educar e de conectar as pessoas com suas raízes, e este espetáculo é uma homenagem que convida o público a se ver em cena e celebrar a autêntica ‘cuiabania’”, finaliza.
MATO GROSSO EM CENA
Já a segunda parte, “Mato Grosso em Cena”, conduz o público por uma jornada histórica do estado. A narrativa se desenrola por meio de versos, prosas, poesias, danças e músicas, enquanto a história ganha vida pela personagem interpretada por Edmilson Maciel.
O espetáculo aborda a cultura dos povos indígenas, a chegada dos colonos, o período da Guerra do Paraguai, a expansão com os garimpos, a vida da comunidade ribeirinha e o potencial econômico do agronegócio.
“Mato Grosso é um lugar único no mundo. Existem lugares bonitos… existem regiões de oportunidade… existem lugares com histórias fantásticas… e tem o Mato Grosso, que é tudo isso e um pouco mais. A nossa história precisa ser reverenciada e para mim, como artista mato-grossense que sou, é uma honra subir ao palco e contar um pouco do que somos,” afirma Edmilson Maciel, produtor e artista.
APOIO E PATROCÍNIO
O evento é realizado pelo Instituto Incamtec, por meio de emenda do deputado estadual Beto Dois a Um (PSB), com apoio do Governo de Mato Grosso, da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT) e do deputado federal Fábio Garcia.
SERVIÇO
O QUÊ: Espetáculo “Beleza Cuiabá & Mato Grosso em Cena”
QUANDO: 1º/12/2025, a partir das 20h
ONDE: Teatro da UFMT
INGRESSOS: Gratuitos, com troca solidária por 2kg de alimentos não-perecíveis (exceto sal).
OBS.: Entrar em contato pelo telefone (65) 99815-9070 para agendar e pegar os ingressos.
CIDADES
Vivo e Starlink avançam em testes para levar sinal de satélite diretamente ao celular no Brasil
Published
8 horas atráson
19 de agosto de 2026By
Da Redação
Nome “Vivo Starlink” começa a aparecer em smartphones enquanto operadora testa tecnologia capaz de conectar celulares diretamente a satélites, sem necessidade da tradicional antena da Starlink
Uma mudança discreta percebida por usuários de telefonia móvel nos últimos dias pode ser o sinal de uma transformação importante na forma como os brasileiros se conectam. O nome “Vivo Starlink” começou a aparecer na identificação de rede de alguns aparelhos, justamente no momento em que a Telefônica Brasil, dona da Vivo, avança nos testes de comunicação direta entre smartphones e satélites.
A tecnologia é conhecida como Direct-to-Device, ou D2D, e permite que determinados celulares se comuniquem diretamente com satélites em órbita, sem depender exclusivamente de uma torre convencional de telefonia próxima e sem a necessidade de instalar a conhecida antena externa utilizada atualmente pelos clientes da internet residencial da Starlink. (Tecnoblog)
O SaranNews verificou a informação e confirmou que existe, de fato, uma autorização da Agência Nacional de Telecomunicações, Anatel para que a Telefônica Brasil realize testes da tecnologia em território nacional.
Segundo informações publicadas pelo setor especializado em telecomunicações, o Ato nº 9.095, publicado no Diário Oficial da União em 15 de julho, autorizou experimentos entre 19 de julho e 22 de outubro de 2026, envolvendo até 50 terminais móveis. (TeleSíntese)
Embora o documento da Anatel não identifique formalmente a companhia responsável pelo segmento espacial do experimento, informações de mercado apontam para negociações entre a Vivo e a SpaceX, empresa de Elon Musk responsável pela constelação Starlink. (TeleSíntese)
Nos últimos dias, o avanço ficou ainda mais evidente. Clientes começaram a registrar em seus aparelhos a identificação “Vivo Starlink”, e fontes ouvidas pelo Tecnoblog indicam que as empresas estão caminhando para uma parceria estratégica que poderá resultar na oferta comercial do serviço nos próximos meses. Vivo e Starlink, entretanto, ainda não divulgaram oficialmente os detalhes de um eventual contrato. (Tecnoblog)
O celular vira uma espécie de “antena de satélite”
Na prática, a proposta é fazer com que os próprios satélites funcionem como torres de telefonia no espaço.
Em uma região com cobertura convencional de 4G ou 5G, nada muda: o aparelho continua conectado às antenas terrestres da operadora. Mas, ao chegar a uma fazenda, estrada, região de mata ou qualquer outro ponto sem cobertura convencional, um aparelho compatível poderá procurar o sinal do satélite.
É justamente aí que está o potencial da tecnologia.
Em um país continental como o Brasil, onde há enormes áreas rurais e extensos trechos de rodovias sem cobertura de telefonia, o D2D poderá reduzir significativamente os chamados “buracos de sinal”.
A própria Anatel vem estudando a comunicação direta entre dispositivos móveis e satélites há alguns anos. Em 2024, a agência já havia autorizado os primeiros experimentos de D2D no país, apontando a tecnologia como uma alternativa capaz de ampliar futuramente a cobertura dos sistemas móveis brasileiros. (Serviços e Informações do Brasil)
Não significa internet Starlink liberada para todos
É justamente neste ponto que algumas publicações nas redes sociais precisam ser interpretadas com cautela.
Ver a identificação “Vivo Starlink” no telefone não significa que todos os clientes da Vivo já tenham acesso à internet da Starlink.
O serviço continua em fase experimental e detalhes importantes ainda são desconhecidos, entre eles os modelos de celulares definitivamente compatíveis, planos que terão acesso, preço, velocidade e quais serviços serão disponibilizados inicialmente.
A tendência internacional é que a conexão por satélite comece com funções mais simples, sobretudo mensagens e comunicações emergenciais, antes da expansão para serviços mais pesados de dados.
Nos Estados Unidos, por exemplo, a T-Mobile já opera comercialmente um serviço baseado na Starlink para comunicação direta com celulares. A tecnologia é considerada principalmente um complemento à rede terrestre, e não uma substituição do 4G, 5G, das fibras ópticas ou das atuais torres de telefonia. (Tecnoblog)
Uma mudança especialmente importante para o interior
Para Mato Grosso e outros estados com extensas áreas rurais, a tecnologia pode ter um impacto ainda maior.
Rodovias, propriedades rurais, áreas de produção agrícola, comunidades isoladas, regiões de fronteira e locais distantes dos grandes centros ainda convivem com ausência ou instabilidade de sinal.
Uma comunicação direta entre celular e satélite poderia representar não apenas comodidade, mas também segurança.
Um motorista com o veículo quebrado em uma estrada sem cobertura, uma ocorrência policial em área remota, equipes de saúde, produtores rurais ou pessoas envolvidas em situações de emergência poderiam, no futuro, ter uma alternativa de comunicação justamente onde hoje aparece no celular a temida mensagem: “sem serviço”.
Por enquanto, ainda estamos diante de testes.
Mas o surgimento da identificação “Vivo Starlink” nos aparelhos mostra que aquela ideia que poucos anos atrás parecia distante, apontar um celular comum para o céu e conseguir comunicação por meio de um satélite, está cada vez mais próxima de fazer parte do cotidiano brasileiro.
Vivo e Starlink avançam em testes para levar sinal de satélite diretamente ao celular no Brasil
Nome “Vivo Starlink” começa a aparecer em smartphones enquanto operadora testa tecnologia capaz de conectar celulares diretamente a satélites, sem necessidade da tradicional antena da Starlink
Uma mudança discreta percebida por usuários de telefonia móvel nos últimos dias pode ser o sinal de uma transformação importante na forma como os brasileiros se conectam. O nome “Vivo Starlink” começou a aparecer na identificação de rede de alguns aparelhos, justamente no momento em que a Telefônica Brasil, dona da Vivo, avança nos testes de comunicação direta entre smartphones e satélites.
A tecnologia é conhecida como Direct-to-Device, ou D2D, e permite que determinados celulares se comuniquem diretamente com satélites em órbita, sem depender exclusivamente de uma torre convencional de telefonia próxima e sem a necessidade de instalar a conhecida antena externa utilizada atualmente pelos clientes da internet residencial da Starlink. (Tecnoblog)
O SaranNews verificou a informação e confirmou que existe, de fato, uma autorização da Agência Nacional de Telecomunicações — Anatel — para que a Telefônica Brasil realize testes da tecnologia em território nacional.
Segundo informações publicadas pelo setor especializado em telecomunicações, o Ato nº 9.095, publicado no Diário Oficial da União em 15 de julho, autorizou experimentos entre 19 de julho e 22 de outubro de 2026, envolvendo até 50 terminais móveis. (TeleSíntese)
Embora o documento da Anatel não identifique formalmente a companhia responsável pelo segmento espacial do experimento, informações de mercado apontam para negociações entre a Vivo e a SpaceX, empresa de Elon Musk responsável pela constelação Starlink. (TeleSíntese)
Nos últimos dias, o avanço ficou ainda mais evidente. Clientes começaram a registrar em seus aparelhos a identificação “Vivo Starlink”, e fontes ouvidas pelo Tecnoblog indicam que as empresas estão caminhando para uma parceria estratégica que poderá resultar na oferta comercial do serviço nos próximos meses. Vivo e Starlink, entretanto, ainda não divulgaram oficialmente os detalhes de um eventual contrato. (Tecnoblog)
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Na prática, a proposta é fazer com que os próprios satélites funcionem como torres de telefonia no espaço.
Em uma região com cobertura convencional de 4G ou 5G, nada muda: o aparelho continua conectado às antenas terrestres da operadora. Mas, ao chegar a uma fazenda, estrada, região de mata ou qualquer outro ponto sem cobertura convencional, um aparelho compatível poderá procurar o sinal do satélite.
É justamente aí que está o potencial da tecnologia.
Em um país continental como o Brasil, onde há enormes áreas rurais e extensos trechos de rodovias sem cobertura de telefonia, o D2D poderá reduzir significativamente os chamados “buracos de sinal”.
A própria Anatel vem estudando a comunicação direta entre dispositivos móveis e satélites há alguns anos. Em 2024, a agência já havia autorizado os primeiros experimentos de D2D no país, apontando a tecnologia como uma alternativa capaz de ampliar futuramente a cobertura dos sistemas móveis brasileiros. (Serviços e Informações do Brasil)
Não significa internet Starlink liberada para todos
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Um motorista com o veículo quebrado em uma estrada sem cobertura, uma ocorrência policial em área remota, equipes de saúde, produtores rurais ou pessoas envolvidas em situações de emergência poderiam, no futuro, ter uma alternativa de comunicação justamente onde hoje aparece no celular a temida mensagem: “sem serviço”.
Por enquanto, ainda estamos diante de testes.
Mas o surgimento da identificação “Vivo Starlink” nos aparelhos mostra que aquela ideia que poucos anos atrás parecia distante, apontar um celular comum para o céu e conseguir comunicação por meio de um satélite, está cada vez mais próxima de fazer parte do cotidiano brasileiro.
SaranNews — Informação com responsabilidade. Informação com responsabilidade.
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