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Reunião com proprietários de bares e restaurantes da Praça da Mandioca apresenta potencial do aplicativo do Turismo

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Equipe técnica da Secretaria Municipal de Turismo se reuniu com proprietários de bares e restaurantes da região da Praça da  Mandioca. Durante a ação, realizada na sexta-feira (5), os profissionais reforçaram a importância da divulgação assim como manter os dados atualizados no aplicativo desenvolvido pela Prefeitura da capital, o Turismo Cuiabá.

Durante a visita, foram cadastrados cerca de 30 estabelecimentos para inserção a ferramenta digital, que já conta com mais de 220 mil visualizações desde o seu lançamento no mês de junho. 

João Eduardo de Sá, coordenador técnico da Pasta, explica que a ideia é fazer com que os proprietários dos estabelecimentos incentivem o turista ou clientes a acessarem o aplicativo.

Reforçou aos proprietários de estabelecimento que as informações estejam sempre atualizadas, deixando o aplicativo atrativo e repleto de novidades.

“Todos aqui na Praça da Mandioca  estão cadastrados.  Os empresários irão encaminhar os dados para Secretaria  de Turismo poder atualizar as informações sobre os estabelecimentos.  Essa agenda  com o segmento do turismo na Praça da Mandioca teve início há alguns dias. Agora, na fase dois,  iremos apresentar o material gráfico (folders) com o QR code  que posteriormente  estarão disponíveis em vários pontos da cidade”, disse.

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Proprietária do Mandioca Pub, Bárbara Albuquerque Brasil, considera  a iniciativa da Prefeitura de Cuiabá de grande importância. Ela aproveitou e pediu para  que  Secretaria de Turismo ‘abrace’ projetos da Praça da Mandioca para fomentar a visitação no local.

“É extremamente válida a reunião. Eu acompanho o trabalho que a Prefeitura vem realizando para ajudar o setor de bares, restaurantes e similares no pós-pandemia. Eu quero pedir para que a Prefeitura, por meio da Secretaria do Turismo, nos ajude com nossos projetos”, concluiu.

O aplicativo do Turismo foi criado por servidores/técnicos de informática da Prefeitura de Cuiabá. Para acessar o aplicativo, basta baixá-lo no Google Play Store, Apple Store ou acessar o QR Code no site  http://turismo.cuiaba.mt.gov.br.

Atualmente, já são mais de 800 estabelecimentos comerciais cadastrados.

O secretário de Turismo, Zito Adrien, anunciou recentemente a expansão do Aplicativo Turismo Cuiabá para toda a baixada cuiabana, por meio do Consórcio do Vale do Rio Cuiabá – (composto por Cuiabá e outros 12 municípios) e que tem o prefeito da capital, Emanuel  Pinheiro como presidente.

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Fonte: Prefeitura de Cuiabá MT

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Procedimento inédito em MT amplia precisão no tratamento das artérias do coração

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O Hospital Santa Rosa realizou, na última semana o primeiro procedimento em Mato Grosso com tecnologia que combina o ultrassom intracoronário, conhecido como IVUS, e a espectroscopia por infravermelho próximo (NIRS), em uma única avaliação das artérias do coração.

Utilizado durante o cateterismo cardíaco, o sistema permite que o cardiologista observe não apenas o estreitamento da artéria, mas também as características da parede do vaso e a composição das placas de aterosclerose, fornecendo informações adicionais que podem auxiliar no planejamento do tratamento.

O procedimento inaugural foi conduzido pelos cardiologistas intervencionistas Leandro Mandaloufas e Nelson Artur dos Reis, do Hospital Santa Rosa.

Segundo o Dr. Mandaloufas, a associação das duas tecnologias acrescenta informações que não podem ser obtidas somente pela angiografia coronária convencional.

“A angiografia continua sendo fundamental para identificarmos as obstruções, mas mostra principalmente a passagem do contraste pelo interior da artéria, como uma silhueta da circulação. Com o ultrassom intracoronário, conseguimos visualizar a artéria por dentro e avaliar detalhes que não aparecem apenas no raio X”, explica.

Artéria observada por dentro

O ultrassom intracoronário é realizado por meio de um pequeno cateter fino, equipado com um pequeno transdutor de ultrassom em sua extremidade, introduzido nas artérias coronárias durante o cateterismo.

As imagens produzidas permitem analisar o tamanho real da artéria, a quantidade e a extensão das placas de aterosclerose, o grau de calcificação e outras características da parede do vaso. Essas informações são utilizadas tanto na avaliação da doença coronariana quanto no planejamento da angioplastia.

Durante o tratamento de uma obstrução, o IVUS auxilia o cardiologista na escolha do diâmetro e do comprimento mais adequados do stent — pequena estrutura metálica implantada para manter a artéria aberta. Após a implantação, o exame também permite verificar se o stent ficou adequadamente expandido e bem posicionado.

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“Quando conhecemos as dimensões reais da artéria e a extensão da doença, conseguimos planejar melhor o procedimento. O ultrassom ajuda na escolha do stent e permite confirmar se ele ficou corretamente implantado, o que é importante para aumentar a segurança e otimizar o resultado do tratamento”, afirma Mandaloufas.

Embora a angiografia continue sendo o exame padrão para diagnosticar as obstruções das artérias coronárias, os métodos de imagem intracoronária vêm sendo cada vez mais utilizados nos principais centros cardiovasculares do mundo por fornecerem informações adicionais que auxiliam no planejamento e na otimização da angioplastia, especialmente em casos mais complexos.

Infravermelho analisa a placa

O diferencial da plataforma é a associação do ultrassom intracoronário com a espectroscopia no infravermelho próximo (NIRS). Enquanto o IVUS mostra a anatomia da artéria, o NIRS fornece informações sobre a composição da placa de aterosclerose.

é a associação do ultrassom intracoronário com a espectroscopia no infravermelho próximo (NIRS). Enquanto o IVUS mostra a anatomia da artéria, o NIRS fornece informações sobre a composição da placa de aterosclerose.


“O NIRS funciona como uma espécie de scanner da placa. Ele identifica regiões com elevado conteúdo de lipídios que poderiam não ser percebidas apenas pela angiografia. Assim, além de saber onde está a obstrução, conseguimos compreender melhor as características daquela lesão”, explica o cardiologista.

A identificação de uma placa rica em lipídios não significa que o paciente necessariamente sofrerá um infarto. Essa informação deve ser interpretada em conjunto com o quadro clínico, os fatores de risco, os sintomas e os demais exames para auxiliar na avaliação da doença e no planejamento do tratamento.

“Enquanto o ultrassom mostra a estrutura da artéria, o infravermelho revela a composição da placa. A combinação dessas informações nos permite compreender melhor cada caso e individualizar o tratamento de acordo com as características de cada paciente”, acrescenta dr. Mandaloufas.

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Tecnologias são complementares

A utilização conjunta dessas tecnologias não substitui a angiografia coronária. As tecnologias são complementares e podem ser empregadas quando o cardiologista necessita de uma avaliação mais detalhada da lesão ou de informações adicionais para planejar e otimizar a angioplastia.

Além do estreitamento da artéria, a imagem intracoronária permite avaliar a espessura e a extensão da placa, o grau de calcificação, alterações na arquitetura do vaso e o seu diâmetro verdadeiro.

Estudos clínicos randomizados e metanálises demonstram que a angioplastia guiada pelo ultrassom intracoronário proporciona melhor dimensionamento e expansão dos stents e está associada à redução de eventos cardiovasculares, como trombose do stent, necessidade de nova intervenção na mesma artéria e infarto relacionado ao vaso tratado, especialmente em procedimentos mais complexos.

A espectroscopia por infravermelho acrescenta a identificação e a quantificação do conteúdo lipídico das placas, informação utilizada para aprimorar a avaliação do risco e o planejamento do tratamento.

“Não se trata de substituir os exames que já utilizamos, mas de agregar informações. Quanto melhor conhecemos a anatomia da artéria e as características da placa, mais precisas e individualizadas podem ser as decisões sobre o tratamento, sempre considerando o quadro clínico de cada paciente”, conclui Mandaloufas.

O Hospital Santa Rosa reforça seu pioneirismo na cardiologia ao realizar o primeiro procedimento desse tipo em Mato Grosso. A instituição reúne cardiologista no Pronto Atendimento, Unidade Coronariana, Hemodinâmica, Centro Cirúrgico, consultas ambulatoriais e exames cardiológicos, de imagem e laboratoriais, compondo uma linha de cuidado que acompanha o paciente da avaliação inicial aos procedimentos de maior complexidade.

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