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Emanuel conhece projeto de ampliação do Shopping Popular e destaca papel da Prefeitura como mola propulsora

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O prefeito Emanuel Pinheiro recebeu do presidente da Associação dos Camelôs do Shopping Popular, Misael Galvão, o projeto de ampliação do centro comercial que está instalado na Capital há mais de 27 anos. O ato também contou com a presença do vice-prefeito José Roberto Stopa, dos secretários de Governo, Luis Claudio, e de Agricultura, Trabalho e Desenvolvimento Econômico, Francisco Vuolo, e do diretor-geral da Limpurb, Júnior Leite.

Conforme apresentado aos representantes do Município, no sábado (13), a intenção do Shopping Popular é executar a construção de um prédio de até oito pavimentos, com elevadores em todos eles, no espaço onde atualmente é o estacionamento. A estrutura será formada por sete pavimentos voltados para estacionamento e um para praça de alimentação e área de lazer, com pelo menos três salas de cinema.

“Uma obra que vai mudar a cara de Cuiabá e fortalecer o shopping popular, que fomenta a nossa economia, gera emprego e renda. A Prefeitura não pode jamais atrapalhar. Ela tem que ser parceira de todos aqueles que estão motivados a desenvolver o seu negócio e, consequentemente, a nossa cidade. A Prefeitura é um instrumento de apoio, a mola propulsora, articuladora desse processo”, afirmou o prefeito Emanuel Pinheiro.

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O Shopping Popular foi fundado em 21 de abril de 1995 e está situado na região do bairro Porto. Segundo dados da Associação, o local possui cerca de 600 lojistas e é o responsável por gerar mais de 3 mil empregos. “É um dia histórico. Nada do que estamos conquistando caiu do céu. Foi muito trabalho, muita luta, mas Deus está nos dando mais essa oportunidade de construir para o caminho certo”, disse Misael Galvão.

O vice-prefeito José Roberto Stopa também se colocou à disposição para colaborar e fazer todo o possível para que mais esse sonho se torne realidade. Ele destacou a potência econômica em que o Shopping Popular se transformou ao longo dos anos, a partir da coragem e luta de todos os comerciantes que estão instalados na estrutura. De acordo com a avaliação do vice-prefeito, o centro comercial é um modelo para outras cidades brasileiras.

“Quero parabenizar o Misael e toda sua equipe. Muitos quando viam vocês sofrendo, perdendo mercadorias, não acreditavam que o shopping poderia se transformar nessa potência econômica que é hoje. Vocês lutaram por isso, trabalharam muito, e são vencedores. O Shopping Popular é modelo para muitas cidades do Brasil. E isso é resultado do esforço de almas empreendedoras, que tiveram coragem de fazer o bem por Cuiabá”, pontuou Stopa.

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A Câmara Municipal de Cuiabá foi representada no ato pelo presidente da Casa, vereador Juca do Guaraná, e pelos vereadores Marcrean Santos e Adevair Cabral. 

Fonte: Prefeitura de Cuiabá MT

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Procedimento inédito em MT amplia precisão no tratamento das artérias do coração

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O Hospital Santa Rosa realizou, na última semana o primeiro procedimento em Mato Grosso com tecnologia que combina o ultrassom intracoronário, conhecido como IVUS, e a espectroscopia por infravermelho próximo (NIRS), em uma única avaliação das artérias do coração.

Utilizado durante o cateterismo cardíaco, o sistema permite que o cardiologista observe não apenas o estreitamento da artéria, mas também as características da parede do vaso e a composição das placas de aterosclerose, fornecendo informações adicionais que podem auxiliar no planejamento do tratamento.

O procedimento inaugural foi conduzido pelos cardiologistas intervencionistas Leandro Mandaloufas e Nelson Artur dos Reis, do Hospital Santa Rosa.

Segundo o Dr. Mandaloufas, a associação das duas tecnologias acrescenta informações que não podem ser obtidas somente pela angiografia coronária convencional.

“A angiografia continua sendo fundamental para identificarmos as obstruções, mas mostra principalmente a passagem do contraste pelo interior da artéria, como uma silhueta da circulação. Com o ultrassom intracoronário, conseguimos visualizar a artéria por dentro e avaliar detalhes que não aparecem apenas no raio X”, explica.

Artéria observada por dentro

O ultrassom intracoronário é realizado por meio de um pequeno cateter fino, equipado com um pequeno transdutor de ultrassom em sua extremidade, introduzido nas artérias coronárias durante o cateterismo.

As imagens produzidas permitem analisar o tamanho real da artéria, a quantidade e a extensão das placas de aterosclerose, o grau de calcificação e outras características da parede do vaso. Essas informações são utilizadas tanto na avaliação da doença coronariana quanto no planejamento da angioplastia.

Durante o tratamento de uma obstrução, o IVUS auxilia o cardiologista na escolha do diâmetro e do comprimento mais adequados do stent — pequena estrutura metálica implantada para manter a artéria aberta. Após a implantação, o exame também permite verificar se o stent ficou adequadamente expandido e bem posicionado.

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“Quando conhecemos as dimensões reais da artéria e a extensão da doença, conseguimos planejar melhor o procedimento. O ultrassom ajuda na escolha do stent e permite confirmar se ele ficou corretamente implantado, o que é importante para aumentar a segurança e otimizar o resultado do tratamento”, afirma Mandaloufas.

Embora a angiografia continue sendo o exame padrão para diagnosticar as obstruções das artérias coronárias, os métodos de imagem intracoronária vêm sendo cada vez mais utilizados nos principais centros cardiovasculares do mundo por fornecerem informações adicionais que auxiliam no planejamento e na otimização da angioplastia, especialmente em casos mais complexos.

Infravermelho analisa a placa

O diferencial da plataforma é a associação do ultrassom intracoronário com a espectroscopia no infravermelho próximo (NIRS). Enquanto o IVUS mostra a anatomia da artéria, o NIRS fornece informações sobre a composição da placa de aterosclerose.

é a associação do ultrassom intracoronário com a espectroscopia no infravermelho próximo (NIRS). Enquanto o IVUS mostra a anatomia da artéria, o NIRS fornece informações sobre a composição da placa de aterosclerose.


“O NIRS funciona como uma espécie de scanner da placa. Ele identifica regiões com elevado conteúdo de lipídios que poderiam não ser percebidas apenas pela angiografia. Assim, além de saber onde está a obstrução, conseguimos compreender melhor as características daquela lesão”, explica o cardiologista.

A identificação de uma placa rica em lipídios não significa que o paciente necessariamente sofrerá um infarto. Essa informação deve ser interpretada em conjunto com o quadro clínico, os fatores de risco, os sintomas e os demais exames para auxiliar na avaliação da doença e no planejamento do tratamento.

“Enquanto o ultrassom mostra a estrutura da artéria, o infravermelho revela a composição da placa. A combinação dessas informações nos permite compreender melhor cada caso e individualizar o tratamento de acordo com as características de cada paciente”, acrescenta dr. Mandaloufas.

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Tecnologias são complementares

A utilização conjunta dessas tecnologias não substitui a angiografia coronária. As tecnologias são complementares e podem ser empregadas quando o cardiologista necessita de uma avaliação mais detalhada da lesão ou de informações adicionais para planejar e otimizar a angioplastia.

Além do estreitamento da artéria, a imagem intracoronária permite avaliar a espessura e a extensão da placa, o grau de calcificação, alterações na arquitetura do vaso e o seu diâmetro verdadeiro.

Estudos clínicos randomizados e metanálises demonstram que a angioplastia guiada pelo ultrassom intracoronário proporciona melhor dimensionamento e expansão dos stents e está associada à redução de eventos cardiovasculares, como trombose do stent, necessidade de nova intervenção na mesma artéria e infarto relacionado ao vaso tratado, especialmente em procedimentos mais complexos.

A espectroscopia por infravermelho acrescenta a identificação e a quantificação do conteúdo lipídico das placas, informação utilizada para aprimorar a avaliação do risco e o planejamento do tratamento.

“Não se trata de substituir os exames que já utilizamos, mas de agregar informações. Quanto melhor conhecemos a anatomia da artéria e as características da placa, mais precisas e individualizadas podem ser as decisões sobre o tratamento, sempre considerando o quadro clínico de cada paciente”, conclui Mandaloufas.

O Hospital Santa Rosa reforça seu pioneirismo na cardiologia ao realizar o primeiro procedimento desse tipo em Mato Grosso. A instituição reúne cardiologista no Pronto Atendimento, Unidade Coronariana, Hemodinâmica, Centro Cirúrgico, consultas ambulatoriais e exames cardiológicos, de imagem e laboratoriais, compondo uma linha de cuidado que acompanha o paciente da avaliação inicial aos procedimentos de maior complexidade.

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