CUIABÁ

SHOW

Espetáculo único em São Paulo acontece em 22 de fevereiro e terá abertura de Duquesa, com participação de Drik Barbosa. Últimos ingressos estão à venda

Publicado em

 

Qual é o crime em ser quem você é? Qual é o crime em cantar uma realidade? CrioloRael e Mano Brown, três potências do hip hop nacional, fazem essa provocação  com a pergunta  “Qual é o Crime?”,  que dá nome ao  show do dia 22 de fevereiro, no Espaço Unimed, em São Paulo. Os últimos ingressos estão disponíveis pelo site da Eventim (acesse aqui).

A apresentação será um pouco diferente dos shows do trio  nas edições do Festival Doce Maravilha no Rio de Janeiro e em Brasília, no ano passado. Com uma estética completamente repaginada e inédita, a performance única em São Paulo celebrará as origens e lutas dos artistas, que cresceram no extremo sul da capital paulistana, possuem vivências semelhantes e sempre fizeram questão de honrar esse pano de fundo em suas obras. O foco, no entanto, não será a cidade tradicional dos cartões postais, repleta de edifícios e arranha-céus, mas, sim, um lugar mais íntimo e subjetivo, onde eles viveram todas as experiências, boas e ruins, além de terem conhecido o rap.

A ordem das músicas não é cronológica ou linear; ela combina sonoridades e estéticas e em 90 minutos, é dividida em blocos com diversas canções da carreira dos três, como “Não Existe Amor em SP”, “Jesus Chorou”, “Envolvidão”, “Subirusdoistiozin”, “Vida Loka, Pt. 2” e “O Hip Hop É Foda”.  Uma outra novidade é a homenagem a outros rappers importantes e lendários na cena, em uma surpresa para o público, preparada exclusivamente para o show de sábado.

Leia Também:  Cesta básica sobe em 14 capitais brasileiras em fevereiro

Realizado em parceria com a Bonus Track e a Lab Fantasma, o evento terá Duquesa no show de abertura com a participação de Drik Barbosa. Além delas, haverá discotecagem de DJ Vivian e DJ Marco, este último responsável pela Discopédia, festa dedicada ao uso e à valorização do vinil.

 

SERVIÇO
Criolo, Rael e Mano Brown@São Paulo – “Qual é o Crime?”
Data: 22 de fevereiro de 2025 (sábado)
Horários:
20h | abertura da casa e apresentação DJ Vivian feat. DJ Marco
21h | Duquesa, com participação especial de  Drik Barbosa
22h | DJ Marco feat. DJ Vivian
23h | início do show
Local: Espaço Unimed – R. Tagipuru, 795 – Barra Funda – São Paulo/SP
Classificação etária: 18 anos. Menores de 17 anos apenas acompanhados pais/responsável legal. Sujeito a alteração, conforme decisão judicial.
Limitação: 4 ingressos por CPF, limitado a 2 ingressos meia-entrada.
Vendas:
Venda física nas lojas EVENTIM e no Espaço UNIMED.
Valores:
Pista 3º lote: R$ 120,00 (meia idoso) | R$ 240,00 (inteira)
Pista 4º lote: R$ 140,00 (meia-entrada) | R$ 140,00 (meia PCD) | R$ 200,00 (ingresso solidário) | R$ 260,00 (inteira)
Pista 5º lote: R$ 140,00 (meia-entrada) | R$ 280,00 (inteira)
Camarotes A: R$ 340,00 (preço único)
Camarotes B: R$ 320,00 (preço único)
Ingressos: https://www.eventim.com.br/crioloraelemanobrown

Leia Também:  Sesc Arsenal promove feira de artesanatos feitos por idosos nesta sexta (21)

 

SOBRE A BONUS TRACK
A Bonus Track tem direção de Luiz Oscar e Luiz Guilherme Niemeyer. Com forte experiência na realização de eventos grandiosos no país e de repercussão internacional, a plataforma foi responsável pelo show da cantora Madonna, o qual reuniu 1,6 milhão de pessoas na Praia de Copacabana em maio de 2024, fechando a aclamada The Celebration Tour; além do show dos Rolling Stones, também na Praia de Copacabana, para 1.5 milhão de pessoas em 2006.  Ela realizou também todas as turnês de Paul McCartney no país, desde 1990. Nos últimos anos, a Bonus Track assinou os festivais MITA e Doce Maravilha, e a turnê de Roger Waters. Uma recente notícia é a produção destes grandes shows na praia de Copacabana, que agora estão dentro do projeto TODO MUNDO NO RIO e trará os maiores artistas do mundo nos próximos 4 anos. Vale comentar que a Bonus Track participa do consórcio vencedor da licitação que devolverá e fará a direção do novo projeto da histórica casa de espetáculos Canecão.

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

BRASIL

Wagner Moura pode virar o novo pesadelo de 007 e o Brasil já está em alerta

Published

on

Ator brasileiro surge entre os cotados para viver o próximo grande vilão de James Bond, reacendendo a curiosidade do público e a torcida nacional nas telonas.

Tem notícia que simplesmente passa.
E tem notícia que mexe com o orgulho nacional, provoca a imaginação do público e reacende até aquela vontade esquecida de ir ao cinema.

A da vez é dessas.

Wagner Moura, um dos atores brasileiros mais respeitados e admirados internacionalmente, aparece entre os nomes cotados para viver o próximo grande vilão da franquia 007 e só essa possibilidade já foi suficiente para fazer muita gente parar, olhar e pensar:
“agora o negócio ficou sério.”

Porque, sejamos francos:
Wagner Moura sempre teve talento de sobra, presença de tela e respeito internacional.

Mas nem sempre isso se transformou, no Brasil, em multidões correndo para as salas de cinema.

Agora a história pode ser bem diferente.

Porque não estamos falando de qualquer papel.

Estamos falando de James Bond.

Estamos falando de 007.

Estamos falando de um dos vilões mais cobiçados e emblemáticos do cinema mundial.

E, sinceramente?

Wagner Moura tem exatamente o tipo de presença que esse papel exige.

Quando o assunto é 007, não existe papel pequeno

Entrar no universo de Bond não é apenas conseguir mais um trabalho internacional.

É entrar numa máquina global de entretenimento que atravessa gerações, décadas e continentes.

James Bond não é só uma franquia.

É um evento cultural.

É aquele tipo de filme que movimenta público, crítica, redes sociais, debates, apostas e expectativas muito antes da estreia.

É o tipo de produção que transforma ator em ícone, figurino em tendência e vilão em personagem histórico.


E é justamente aí que o nome de Wagner Moura chama tanta atenção.

Porque o vilão de Bond não pode ser só “mau”.

Ele precisa ser marcante, elegante, perigoso, inteligente e imprevisível.

Ele precisa ser aquele personagem que entra em cena e faz o público pensar:

“esse cara pode destruir tudo.”

E Wagner Moura, convenhamos, sabe fazer isso com uma facilidade impressionante.

O Brasil pode finalmente enxergar Wagner Moura como “evento de cinema”

Essa talvez seja a parte mais curiosa — e mais verdadeira de toda essa história.

O Brasil tem um hábito antigo e quase folclórico:
muitas vezes demora a tratar seus grandes talentos como gigantes… até que o mundo inteiro faça isso primeiro.

Foi assim em diversas áreas.
No esporte, na música, na televisão e também no cinema.

Quando o artista brasileiro “explode lá fora”, o público nacional muda a forma de olhar.
O que antes era apenas “mais um ator bom” passa a ser visto como um nome que representa o país numa vitrine internacional.

Leia Também:  Cesta básica sobe em 14 capitais brasileiras em fevereiro

E isso muda tudo.

Se Wagner Moura realmente entrar em 007, ele deixa de ser apenas um ator brasileiro em projeto estrangeiro.

 

Ele passa a ocupar um espaço de enorme simbolismo:

o de brasileiro central numa das maiores franquias do planeta.

E isso, goste-se ou não, tem força para levar gente ao cinema.

Wagner Moura como vilão?

Isso parece mais interessante do que muito protagonista por aí

Aqui está uma verdade que muita gente pensa, mas nem sempre diz em voz alta:

há atores que nasceram para ser “mocinhos”.

E há atores que nasceram para ser inesquecíveis.

Wagner Moura está claramente no segundo grupo.

Ele tem aquele tipo de atuação que não depende de exagero.

Não precisa gritar, fazer cara feia o tempo inteiro ou posar de “malvado de novela”.

Ele consegue transmitir ameaça com o olhar, tensão com a pausa e domínio com a simples presença em cena.

Esse tipo de força é raro.

E dentro do universo de Bond, isso vale ouro.

Porque os melhores vilões da franquia não são apenas maus.

Eles são sedutores, calculistas, perigosos e hipnotizantes.

Ou seja:
não basta parecer forte. É preciso parecer inesquecível.

E Wagner Moura tem exatamente esse potencial.

O detalhe que pode mudar tudo: o brasileiro adora torcer quando “é um dos nossos”

Tem um ingrediente emocional nessa história que não pode ser ignorado.

O público brasileiro adora reclamar, duvidar, ironizar e até subestimar os seus.

Mas quando percebe que um brasileiro pode ocupar um espaço de prestígio internacional, algo muda.

Nasce a torcida.
Nasce o orgulho.
Nasce aquela vontade de acompanhar, comentar, compartilhar e principalmente ver com os próprios olhos.

E é aí que entra a pergunta que realmente importa:

Será que o brasileiro iria ao cinema para ver Wagner Moura como o novo terror de 007?

A resposta mais honesta é:
há uma grande chance de que sim.

Porque aí não seria apenas “mais um filme”.
Seria:

um evento internacional
uma franquia gigantesca
um brasileiro em posição de destaque
e uma atuação com potencial para roubar a cena

Traduzindo:
uma combinação quase perfeita para chamar atenção até de quem já tinha desistido das telonas.

“Se Wagner Moura entrar em 007, ele não vai entrar para participar. Vai entrar para dominar.”

Essa talvez seja a frase que melhor resume o impacto dessa possibilidade.

Leia Também:  Aeroporto de Porto Alegre está fechado por tempo indeterminado

Porque se ele realmente for escolhido, dificilmente será para fazer número.

A franquia 007 vive um momento de reformulação e reposicionamento.

Com uma nova fase em construção, a expectativa é de que o próximo filme entregue algo mais forte, mais moderno e mais marcante.

E isso vale especialmente para o antagonista.

Bond pode até ser o centro da história.

Mas quem conhece a franquia sabe:
sem um grande vilão, não existe grande filme de 007.

É o antagonista que cria tensão.
É ele quem dá peso ao conflito.
É ele quem pode transformar um filme apenas bom em algo memorável.

E nesse aspecto, o nome de Wagner Moura faz cada vez mais sentido.

A nova era de 007 pode ser a mais ousada em muitos anos

O próximo filme da franquia deve marcar uma nova fase após a saída de Daniel Craig do papel principal.

A direção ficará nas mãos de Denis Villeneuve, cineasta conhecido por produções grandiosas e visualmente impactantes, enquanto o roteiro tem ligação com Steven Knight, criador de Peaky Blinders.

Ou seja:
não estão montando qualquer filme.

Estão preparando uma reconstrução de marca.

Uma nova identidade para um personagem histórico.

Uma nova tentativa de fazer 007 voltar a dominar a cultura pop mundial.

E para isso, o vilão precisa estar à altura.

Não basta ser só uma ameaça física.

É preciso ser uma presença.

Um nome que carregue tensão, charme, frieza e perigo.

E, sinceramente, Wagner Moura entrega exatamente essa combinação.

No fim das contas, a pergunta é simples

Se Wagner Moura realmente virar vilão de 007, você vai continuar dizendo que não vale a pena sair de casa… ou vai querer ver de perto um brasileiro aterrorizando James Bond nas telonas?

Porque uma coisa parece cada vez mais clara:

Se ele entrar,
não vai entrar para passar despercebido.

Vai entrar para marcar.
Para intimidar.
Para roubar a cena.

E, talvez, para finalmente fazer o Brasil olhar para Wagner Moura como aquilo que ele já é há muito tempo: um ator de nível mundial.

E se isso acontecer, o público brasileiro pode acabar descobrindo, da forma mais divertida possível, que às vezes só faltava um 007 no caminho para enxergar um gigante que sempre esteve aqui.

 

Por Gildo Ribeiro
Redação 7Minutos — Brasília

Wagner Moura pode virar o novo pesadelo de 007 e o Brasil já está em alerta

COMENTE ABAIXO:
Continue Reading

CIDADES

POLÍTICA MT

MATO GROSSO

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA