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Entidade promove apresentações culturais com Flor de Atalaia e dupla Pâmella Viola e Karoline

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O público da terceira edição da Festa do Milho de Lucas do Rio Verde poderá aproveitar as apresentações do grupo de siriri Flor de Atalia e da dupla Pâmella Viola e Karoline, promovidas pelo Serviço Social do Comércio (Sesc-MT), durante a sexta-feira (12). A festividade segue até sábado (13) e contará, ainda, com um show do sucesso nacional Munhoz e Mariano.

Além de promover a culinária e arte local, a Festa do Milho fomenta a economia da região, que gira em torno do agronegócio. “O Sesc-MT é parceiro da Prefeitura de Lucas do Rio Verde na realização do evento, que promove lazer, cultura e bem-estar à população. Desta vez, levamos ao nortão mato-grossense o siriri cuiabano e a cultura caipira da viola”, disse o presidente do Sistema Comércio-MT, José Wenceslau de Souza Júnior.

O siriri é uma dança folclórica mato-grossense e faz parte das festas tradicionais e festejos religiosos. Durante as apresentações, a história da vida ribeirinha na capital é contada por meio dos movimentos de dança, música agitada, sorriso e saias rodadas. O grupo de siriri Flor de Atalaia atua no ritmo há mais de 10 anos e em 2023 foi Campeão do Festival de Dança de Joinville, além de representar o Brasil e ser premiado em um evento folclórico no Peru no mesmo ano.

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Já a dupla Pâmella Viola e Karoline, revelação da música caipira, levará um repertório repleto de clássicos e novos sucessos do ritmo embalado pela viola caipira. Apaixonadas por música desde a infância, as artistas já participaram de diversas edições do Encontro Nacional de Violeiros de Poxoréu e estiveram no programa Encontro, da Rede Globo.

A programação da 3ª Festa do Milho de Lucas do Rio Verde contará com shows musicais e de dança, além de uma praça de alimentação repleta de pratos típicos derivados do milho, exposições de caminhões e máquinas agrícolas, feira de artesanato, comercialização de produtos da agricultura familiar e brinquedos infláveis gratuitos para as crianças.

Sobre o Sesc-MT

O Serviço Social do Comércio (Sesc-MT) é uma entidade privada, financiada com as contribuições do empresariado, sem ônus para os empregados ou a utilização de recursos públicos. Desde 1947, promove ações de saúde, lazer, educação, cultura e assistência, com o objetivo de fornecer o bem-estar social e a qualidade de vida dos trabalhadores do comércio de bens, serviços e turismo, de seus familiares e da comunidade em geral no estado de Mato Grosso.

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Atualmente, o Sesc-MT administra 22 unidades fixas no estado e quatro unidades móveis que circulam pelos municípios do interior.

O Sistema S do Comércio é presidido por José Wenceslau de Souza Júnior. A entidade é filiada à Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), que está sob o comando de José Roberto Tadros.

SERVIÇO

3ª Festa do Milho de Lucas do Rio Verde

Quando: Dias 12 e 13 de abril (sexta-feira e sábado), a partir das 18h

Onde: Rotatória do Paço Municipal (Av. Brasil com Av. América do Sul, Lucas do Rio Verde-MT)

Entrada gratuita

 

Apresentação de dança com o grupo Flor de Atalaia

Quando: Dia 12 de abril (sexta-feira), às 19h20

Onde: Rotatória do Paço Municipal (Av. Brasil com Av. América do Sul, Lucas do Rio Verde-MT)

Entrada gratuita

 

Show musical com Pâmella Viola e Karoline

Quando: Dia 12 de abril (sexta-feira), às 22h

Onde: Rotatória do Paço Municipal (Av. Brasil com Av. América do Sul, Lucas do Rio Verde-MT)

Entrada gratuita

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AGRO & NEGÓCIOS

Dubai combate a fome com tecnologia e dignidade: conheça as máquinas que distribuem pão fresco gratuitamente 24 horas por dia

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Enquanto boa parte do mundo ainda enfrenta filas em bancos de alimentos e milhões de pessoas escondem a própria fome por vergonha, Dubai decidiu unir tecnologia e solidariedade para enfrentar um dos maiores problemas da humanidade.

Desde setembro de 2022, o emirado colocou em funcionamento o programa Bread for All (Pão para Todos), uma iniciativa que utiliza máquinas inteligentes capazes de assar e entregar pão fresco gratuitamente, funcionando durante 24 horas por dia.

Mais do que distribuir alimento, o projeto procura preservar aquilo que muitas vezes a pobreza também tira das pessoas: a dignidade.

Uma máquina que entrega mais do que pão

Foto divulgação

Ao contrário do que muitas pessoas imaginam, as máquinas não ficam espalhadas aleatoriamente pelas ruas.

Elas foram instaladas em unidades da rede de supermercados Aswaaq, em bairros estratégicos de Dubai, como Al Mizhar, Mirdif, Al Warqaa, Nad Al Sheba, Al Quoz e Al Badaa.

A escolha desses locais garante segurança, energia elétrica, monitoramento por câmeras e facilidade para o abastecimento.

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Quem precisa apenas faz o pedido e, poucos minutos depois, recebe um pão recém-assado.

Sem filas.

Sem cadastros.

Sem precisar explicar sua condição financeira.

Não existe ninguém entregando o alimento

Foto divulgação

Embora o atendimento seja totalmente automatizado para quem utiliza o equipamento, existe uma equipe trabalhando nos bastidores. Funcionários fazem a reposição dos ingredientes, realizam a limpeza, a manutenção preventiva e monitoram o funcionamento das máquinas.

Toda a operação é acompanhada remotamente, permitindo saber quando uma unidade precisa ser reabastecida ou apresentar algum problema técnico.

Quem paga essa conta?

As máquinas não dependem exclusivamente do governo. Elas recebem recursos de empresas, empresários e cidadãos que fazem doações diretamente no equipamento ou por meios digitais.


Um dos maiores exemplos foi o empresário Khalaf Al Habtoor, que patrocinou a instalação de dez novas máquinas para ampliar o alcance do programa. É uma corrente de solidariedade sustentada pela própria sociedade.

O mundo ainda convive com a fome

Mas existe uma dor que raramente aparece nas estatísticas.

A vergonha.

Muitas famílias deixam de procurar ajuda porque sentem constrangimento em enfrentar filas ou expor sua situação.

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Foi justamente esse aspecto que Dubai decidiu combater.

Ali, ninguém pergunta quem você é. Ninguém exige documentos. A máquina simplesmente entrega o pão. Poderia funcionar no Brasil? Essa talvez seja a pergunta mais importante.

É evidente que máquinas não acabam com a pobreza. Não resolvem desemprego.

Não substituem políticas públicas. Mas mostram que tecnologia pode ser usada para reduzir burocracia, diminuir custos operacionais e preservar a dignidade das pessoas.

Imagine equipamentos semelhantes instalados em hospitais públicos, rodoviárias, centros comunitários ou mercados municipais, oferecendo alimentos básicos durante todo o dia para quem realmente precisa.

Seria uma forma moderna de combater a fome sem expor quem vive esse drama diariamente.

Minha reflexão

Vivemos uma época em que a tecnologia costuma ser lembrada por inteligência artificial, carros autônomos e robôs.

Dubai decidiu utilizá-la para algo muito mais simples, e talvez muito mais importante.

Alimentar pessoas.

Porque combater a fome não significa apenas colocar comida na mesa.

Significa permitir que alguém receba ajuda sem perder a própria dignidade.

Talvez seja justamente essa a maior inovação do projeto Bread for All.

Saran News.

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