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Proteja a marca para seguir no ranking da produção agrícola nacional

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O potencial do agronegócio Mato-Grossense vem crescendo a cada dia e seguindo o ranking mundial. Exemplo disso é o número relevante da produção de grãos. Estimativa da Companhia Nacional do Abastecimento (Conab) prevê um crescimento de 4,1% na produção da safra 2022/23 no comparativo com a safra 2021/22 no estado. As projeções mostram uma temporada de 90,059 milhões de toneladas. Caso os números do terceiro levantamento da safra de grãos da Conab se concretizem, Mato Grosso será responsável por 28,8% da produção nacional estimada em 312,199 milhões de toneladas.
O crescimento econômico estadual acompanha esse impulso do agro. De acordo com dados do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Mato Grosso já registrou um aumento de 31,7% na abertura de novas empresas. Houve um incremento de 21,3%, o que representa o segundo melhor desempenho da indústria. Colocando o estado em 1º lugar no ranking nacional em crescimento da indústria pelo segundo ano consecutivo.


Diante dos dados relevantes, a empresária do segmento de registro de marcas e patentes no mercado brasileiro Cristhiane Athayde ressalta que apesar dos números exorbitantes, tanto na abertura de novas empresas como na produção agrícola do estado, ainda há uma defasagem imensa no que se diz ao resguardo de suas propriedades, acendendo o “alerta” para a proteção de marcas, que é o maior “bem” dos empreendimentos, inclusive daqueles que movimentam a economia brasileira, no caso o agronegócio.
A empresária ainda reforçou a importância das ações para o crescimento econômico. “O registro é a única forma de proteger o nome legalmente de cópias praticadas por concorrentes. Além disso, garante que a marca do negócio seja daquela determinada empresa, uma forma de ganhar espaço no mercado ao avalizar direitos de propriedade de um lançamento de produto importante. O principal objetivo é assegurar o registro de marcas e patentes, dessa forma tornando exclusivas e únicas nos respectivos ramos de atuação. Vale ressaltar que dos empresários consolidados aos novos empreendedores de todos os segmentos, o Instituto Nacional da Propriedade Industrial, o INPI, possui o processo correto para todos os registros de marcas, patentes, produtos, softwares e demais situações a serem resguardadas. As marcas registradas elevam o potencial de confiança e atratividade nos consumidores finais, afinal, esse selo atesta que sua operação tem procedência e zelo interno e externo. Seja protetor do maior patrimônio do seu negócio, sua marca”, disse a empresária.

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Como exemplo desse cuidado que o mercado deve ter e prever na abertura de qualquer negócio, o gerente de empresa do agronegócio do município de Sinop, Ricardo José de Mello explana: “A marca do empreendimento além de estar entre os mais importantes patrimônios, é também a sua identidade, essencial em todos os ramos do comércio. Ela certifica e mostra com o que a empresa trabalha, produtos e serviços que fornece, certificando suas conformidades, diferenciando-a de outras empresas. Recentemente alteramos o nome da empresa, visando trazer uma logo diferente ao mercado e aos nossos clientes, ou seja, estamos em constante evolução e essa troca de marca traz inovação e tecnologia. Com a logo e um novo nome sentimos a necessidade de registrar, visando proteger legalmente e pensando no direito de uso exclusivo, a fim de evitar possíveis cópias, ganhar espaço no mercado cada vez mais e consolidar a marca nova”, explicou o gerente.

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AGRO & NEGÓCIOS

Projeto Caju beneficia mais de 100 produtores e distribui 10 mil mudas no semiárido cearense

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Em uma região onde a escassez de água impõe desafios à produção agrícola, encontrar culturas adaptadas às condições locais é um dos caminhos para ampliar as oportunidades de geração de renda no campo. É nesse cenário que o Projeto Caju, desenvolvido pelos Amigos do Bem, organização sem fins lucrativos, com apoio da AGCO Agriculture Foundation, fundação privada que tem como objetivo prevenir e combater a fome por meio do desenvolvimento agrícola sustentável, atua no semiárido cearense. A iniciativa envolve 107 produtores em 15 comunidades, com a distribuição de 10 mil mudas de caju, capacitação técnica e acompanhamento para apoiar a implantação e o desenvolvimento dos pomares.

A escolha do caju considera as características da cultura, que apresenta adaptação ao clima quente e a períodos de menor disponibilidade hídrica. A partir dessa característica, o projeto associa o cultivo ao conhecimento técnico e ao suporte aos agricultores, buscando contribuir para a geração de renda e o fortalecimento da agricultura local.

Dos 107 produtores envolvidos, 63 receberam apoio direto com recursos da AGCO Agriculture Foundation. Entre os participantes, 64% são novos produtores, enquanto 36% já haviam sido apoiados pelo Projeto Caju.

“Os resultados mostram a importância de combinar recursos, conhecimento e acompanhamento técnico para criar oportunidades de desenvolvimento no campo. Em regiões que enfrentam desafios climáticos e socioeconômicos tão grandes, apoiar o produtor significa também contribuir para que ele tenha condições de construir uma fonte de renda mais estável”, afirma Marcelo Traldi, gerente geral da AGCO América Latina.

“Essa iniciativa demonstra como parcerias estratégicas podem gerar impacto positivo no campo. Ao apoiar os produtores com as mudas, capacitação e acompanhamento técnico, o projeto contribui para fortalecer a produção local e gerar renda para famílias em situação de vulnerabilidade no semiárido mais populoso do mundo e um dos contextos mais desafiadores do Brasil: o sertão nordestino”, afirma Alceu Caldeira, Diretor de Desenvolvimento Institucional dos Amigos do Bem.

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Do conhecimento à prática

 

A capacitação é uma das principais frentes da iniciativa. Setenta produtores participaram de treinamento técnico sobre implantação e manejo dos pomares, com orientações sobre seleção de mudas produtivas e adaptadas às condições do semiárido, preparo do solo, espaçamento, fertilização, manejo de plantas daninhas e poda de formação.O conhecimento também foi levado para o campo durante um dia de campo, que reuniu 34 produtores. A atividade permitiu demonstrar técnicas de plantio e manejo das mudas e criou um espaço para troca de experiências, esclarecimento de dúvidas e discussão dos desafios encontrados nas propriedades.

A combinação entre acesso às mudas e orientação técnica é especialmente relevante em uma região sujeita a períodos prolongados de seca. O objetivo é apoiar os agricultores nas primeiras etapas de desenvolvimento dos pomares e contribuir para que adotem práticas adequadas às características do solo, do clima e da cultura.

 

Investimento e acompanhamento

A Fundação AGCO destinou mais de R$ 100 mil ao projeto, recursos aplicados na produção das mudas, apoio aos pequenos produtores, capacitações, monitoramento e gestão da iniciativa.

Com a implantação dos pomares, o Projeto Caju avança para uma etapa de acompanhamento técnico. Estão previstas visitas às propriedades para monitorar o desenvolvimento das plantas e orientar os agricultores ao longo do ciclo produtivo.

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A programação inclui ainda novos treinamentos sobre pré-colheita e pós-colheita, com orientações sobre manejo, fortalecimento dos pomares e preparação dos produtores para as próximas etapas da produção.

O Projeto Caju integra a atuação dos Amigos do Bem no sertão nordestino. A organização atende cerca de 150 mil pessoas em 300 comunidades nos estados de Alagoas, Pernambuco e Ceará, com iniciativas nas áreas de educação, geração de renda, acesso à água, moradia e saúde.

 Sobre a Fundação AGCO

Fundada pela AGCO Corporation (NYSE: AGCO) em 2018, a AGCO Agriculture Foundation é uma fundação privada que tem como visão prevenir e aliviar a fome. A Fundação promove programas de impacto que apoiam a segurança alimentar, o desenvolvimento agrícola sustentável e constroem a infraestrutura agrícola necessária em comunidades rurais marginalizadas. A AAF está sediada em Vaduz, Liechtenstein e as operações são geridas em Duluth, Geórgia, EUA. Para mais informações, acesse https://www.agcofoundation.org/

 Sobre a ONG Amigos do Bem

Há mais de 30 anos, a instituição Amigos do Bem trabalha para transformar vidas no sertão nordestino, uma das regiões mais carentes e isoladas do Brasil. Atende regularmente 150 mil pessoas em 300 povoados com projetos contínuos de educação, trabalho e renda, água, moradia e saúde. Com um Modelo de Desenvolvimento Social Sustentável e diversas iniciativas de impacto positivo, promove inclusão social e desenvolvimento local, contribuindo com 12 dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU. Para mais informações, acesse www.amigosdobem.org.

Flavia Amarante

Executiva de comunicação

Cel.: (16) 99792-2160

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