CUIABÁ

EXPOAGRO 2023

Conheça parte da equipe responsável pela realização da maior feira agropecuária do estado

Publicado em

A 55ª edição da Expoagro termina neste domingo (16). Para que a maior feira agropecuária do estado aconteça, muitas pessoas são envolvidas diretamente, da limpeza ao atendimento comercial, passando pela manutenção, estrutura, segurança… Cerca de 200 pessoas se unem muito antes dos portões abrirem com um único propósito: levar entretenimento, oportunidade de negócios e lazer com segurança aos visitantes.

Rodrigo Rodrigues, de 31 anos, é um dos que fazem parte da família Expoagro. Do Piauí para Cuiabá, Rodrigo chegou ao Sindicato Rural de Cuiabá há dois anos, junto com mais quatro irmãos que não conseguiam trabalho no estado de origem. Hoje, o piauiense de Porto é um dos responsáveis pela limpeza e manutenção da Expoagro. Ele relata que trabalha para que o parque esteja limpo e organizado, desde a chegada do primeiro visitante até a saída da última pessoa.

“Fico muito orgulhoso do que faço e mais feliz ainda quando não há reclamação”, diz Rodrigo, com sua marca registrada no rosto: o sorriso aberto.

Já Cleonice Oliveira Santana, de 54 anos, veio de Cáceres para o trabalho temporário na feira. Na sua cidade, ela já foi comerciante e, agora, está morando no sítio, cuidando dos filhos. “Acaba sendo muito rotineiro… Aqui, na Expoagro, é uma diversão. Conheço pessoas novas, muita gente boa, e fico mais informada. Estou gostando demais”, detalha Cleonice.

Carinhosamente considerada patrimônio do sindicato, Rita Avelar Marcondes, de 55 anos, começou a ter contato direto com a Expoagro em 1986, quando foi contratada como secretária. O pecuarista Juarez Miranda, diretor da então Acrimat, percebeu sua capacidade após um teste e a encaminhou para avaliação.

Rita já foi operadora de rádio amador, secretária executiva e entrou no setor de eventos em 2009. Em 2017, foi para o financeiro, sempre lidando com expositores, a direção e o público. Em 2020, aposentou-se, mas seguiu envolvida com a feira. “Trabalhar na Expoagro é parte da minha vida. Nunca fiz outra coisa. Cansa, mas também é muito prazeroso, é uma realização, um sonho, um projeto de vida”, diz, emocionada.

O cuiabano Juarez Pereira dos Santos, de 47 anos, é o homem de confiança da feira. Precisou resolver problema hidráulico, elétrico, estrutural, dirigir caminhão ou a mini carregadeira? O povo chama o Juarez. Toda a areia usada para compor a arena do rodeio neste ano foi obra dele. “É maravilhoso mesmo, é minha vida, desde moleque! É muito prazeroso e a cada ano é uma escola. Estou amando muito a Expoagro 2023”, revela ele, que soma 31 anos de feira.

Toda essa equipe, cuidando de 12 mil metros quadrados, tem uma liderança: a superintendente do Sindicato Rural, Sandra Maria Santana, de 49 anos. À frente do sindicato há quatro anos, Sandra prima pela humanização na sua gestão, o que é sentido também na Expoagro.

Separando as equipes em frentes de trabalho, a superintendente destaca as habilidades de liderança, espírito de equipe, dinamismo, dedicação, foco, resiliência, mas, principalmente, o respeito com o ser humano para que toda a feira possa acontecer.

“Sinto como uma maestrina, porque vejo as pessoas como instrumentos muito especiais, cada um com seu talento, afinadíssimos! Para mim, a Expoagro é uma grande orquestra… precisa ter bastante trabalho nos bastidores para que a melhor música seja ouvida”, observa Sandra.

Da assessoria

Leia Também:  Governo de MT garante apoio ao IBGE para acelerar coleta de dados do Censo 2022

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

AGRO & NEGÓCIOS

Projeto Caju beneficia mais de 100 produtores e distribui 10 mil mudas no semiárido cearense

Published

on

Em uma região onde a escassez de água impõe desafios à produção agrícola, encontrar culturas adaptadas às condições locais é um dos caminhos para ampliar as oportunidades de geração de renda no campo. É nesse cenário que o Projeto Caju, desenvolvido pelos Amigos do Bem, organização sem fins lucrativos, com apoio da AGCO Agriculture Foundation, fundação privada que tem como objetivo prevenir e combater a fome por meio do desenvolvimento agrícola sustentável, atua no semiárido cearense. A iniciativa envolve 107 produtores em 15 comunidades, com a distribuição de 10 mil mudas de caju, capacitação técnica e acompanhamento para apoiar a implantação e o desenvolvimento dos pomares.

A escolha do caju considera as características da cultura, que apresenta adaptação ao clima quente e a períodos de menor disponibilidade hídrica. A partir dessa característica, o projeto associa o cultivo ao conhecimento técnico e ao suporte aos agricultores, buscando contribuir para a geração de renda e o fortalecimento da agricultura local.

Dos 107 produtores envolvidos, 63 receberam apoio direto com recursos da AGCO Agriculture Foundation. Entre os participantes, 64% são novos produtores, enquanto 36% já haviam sido apoiados pelo Projeto Caju.

“Os resultados mostram a importância de combinar recursos, conhecimento e acompanhamento técnico para criar oportunidades de desenvolvimento no campo. Em regiões que enfrentam desafios climáticos e socioeconômicos tão grandes, apoiar o produtor significa também contribuir para que ele tenha condições de construir uma fonte de renda mais estável”, afirma Marcelo Traldi, gerente geral da AGCO América Latina.

“Essa iniciativa demonstra como parcerias estratégicas podem gerar impacto positivo no campo. Ao apoiar os produtores com as mudas, capacitação e acompanhamento técnico, o projeto contribui para fortalecer a produção local e gerar renda para famílias em situação de vulnerabilidade no semiárido mais populoso do mundo e um dos contextos mais desafiadores do Brasil: o sertão nordestino”, afirma Alceu Caldeira, Diretor de Desenvolvimento Institucional dos Amigos do Bem.

Leia Também:  Inquérito que esclareceu execução de militar em Cuiabá é destaque em programa nacional

 

Do conhecimento à prática

 

A capacitação é uma das principais frentes da iniciativa. Setenta produtores participaram de treinamento técnico sobre implantação e manejo dos pomares, com orientações sobre seleção de mudas produtivas e adaptadas às condições do semiárido, preparo do solo, espaçamento, fertilização, manejo de plantas daninhas e poda de formação.O conhecimento também foi levado para o campo durante um dia de campo, que reuniu 34 produtores. A atividade permitiu demonstrar técnicas de plantio e manejo das mudas e criou um espaço para troca de experiências, esclarecimento de dúvidas e discussão dos desafios encontrados nas propriedades.

A combinação entre acesso às mudas e orientação técnica é especialmente relevante em uma região sujeita a períodos prolongados de seca. O objetivo é apoiar os agricultores nas primeiras etapas de desenvolvimento dos pomares e contribuir para que adotem práticas adequadas às características do solo, do clima e da cultura.

 

Investimento e acompanhamento

A Fundação AGCO destinou mais de R$ 100 mil ao projeto, recursos aplicados na produção das mudas, apoio aos pequenos produtores, capacitações, monitoramento e gestão da iniciativa.

Com a implantação dos pomares, o Projeto Caju avança para uma etapa de acompanhamento técnico. Estão previstas visitas às propriedades para monitorar o desenvolvimento das plantas e orientar os agricultores ao longo do ciclo produtivo.

Leia Também:  CGE obtém saldo de mais de R$ 360 milhões entre 2019 e 2022

A programação inclui ainda novos treinamentos sobre pré-colheita e pós-colheita, com orientações sobre manejo, fortalecimento dos pomares e preparação dos produtores para as próximas etapas da produção.

O Projeto Caju integra a atuação dos Amigos do Bem no sertão nordestino. A organização atende cerca de 150 mil pessoas em 300 comunidades nos estados de Alagoas, Pernambuco e Ceará, com iniciativas nas áreas de educação, geração de renda, acesso à água, moradia e saúde.

 Sobre a Fundação AGCO

Fundada pela AGCO Corporation (NYSE: AGCO) em 2018, a AGCO Agriculture Foundation é uma fundação privada que tem como visão prevenir e aliviar a fome. A Fundação promove programas de impacto que apoiam a segurança alimentar, o desenvolvimento agrícola sustentável e constroem a infraestrutura agrícola necessária em comunidades rurais marginalizadas. A AAF está sediada em Vaduz, Liechtenstein e as operações são geridas em Duluth, Geórgia, EUA. Para mais informações, acesse https://www.agcofoundation.org/

 Sobre a ONG Amigos do Bem

Há mais de 30 anos, a instituição Amigos do Bem trabalha para transformar vidas no sertão nordestino, uma das regiões mais carentes e isoladas do Brasil. Atende regularmente 150 mil pessoas em 300 povoados com projetos contínuos de educação, trabalho e renda, água, moradia e saúde. Com um Modelo de Desenvolvimento Social Sustentável e diversas iniciativas de impacto positivo, promove inclusão social e desenvolvimento local, contribuindo com 12 dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU. Para mais informações, acesse www.amigosdobem.org.

Flavia Amarante

Executiva de comunicação

Cel.: (16) 99792-2160

COMENTE ABAIXO:
Continue Reading

CIDADES

POLÍTICA MT

MATO GROSSO

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA