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Wellington lidera ranking como parlamentar mais comprometido com os municípios

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Senador é o autor do projeto que garantiu a transferência de recursos referente a compensação da Lei Kandir na ordem de R$ 65,6 bilhões_

Em campanha para um novo mandato, o senador Wellington Fagundes, do PL de Mato Grosso, lidera o ranking de senador “mais comprometido” com as lutas do movimento municipalista. O ranking é elaborado pelo Observatório Político da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), entidade voltada à representação político-institucional dos Municípios junto ao Governo Federal e ao Congresso Nacional e ao fortalecimento da gestão municipal.

Fagundes soma, ao longo da atual legislatura 532 pontos. Atrás dele aparece o gaúcho Luiz Carlos Heinze, do PP, com 472 pontos. Em terceiro lugar está o senador Fernando Bezerra Coelho, do MDB de Pernambuco. Na Câmara, o parlamentar melhor colocado no ranking da causa municipalista é o deputado Júlio César Lima, do PSD do Piauí, com 524 pontos.

“Me sinto honrado com esse reconhecimento. Afinal, trabalhamos intensamente em muitas frentes para fortalecer os municípios por entender que é onde vivem as pessoas, onde ela recebe todo o tipo de atenção, seja de saúde, educação, segurança, saneamento básico, enfim. E por isso, vamos seguir trabalhando” – disse o senador, que é vice-presidente da Frente Parlamentar Mista de Defesa dos Municípios Brasileiros.

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O ranking do Observatório Político da CNM avalia o voto dos deputados e senadores em matérias de interesse da sociedade e dos Municípios em particular. Os temas selecionados levaram em consideração o impacto sobre os Municípios e as relações federativas por ocasião da apreciação no Congresso. São projetos que tratam de políticas públicas, tanto de caráter regulatório quanto redistributivo, que afetam direitos e interesses dos gestores municipais e, naturalmente, dos munícipes.

Entre as ações destacadas do senador Wellington em favor dos municípios está a aprovação do Projeto de Lei Complementar que garantiu a transferência de recursos referente a compensação da Lei Kandir aos estados e municípios exportadores de produtos primários e semielaborados. No total, são R$ 65,6 bilhões, que permitem aos chefes de Executivo recursos para empregar na melhoria dos serviços ao contribuinte. Mato Grosso está contemplado com R$ 6,5 bilhões. .

Outra medida importante, segundo o Observatório, foi a apresentação de emenda que estabelece os critérios de distribuição dos Royalties e participação especial da União para Estados e Municípios. Ele também propôs mudanças na PEC 110/2019, que alterou o Sistema Tributário Nacional para garantir maior equilíbrio na distribuição da nova composição dos recursos de forma a possibilitar aos Municípios o recurso adequado para atender as diversas atribuições e responsabilidades.

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“O senador Wellington Fagundes tem sido uma referência do movimento municipalista no Congresso Nacional. É um parlamentar ativo, que luta pelo fortalecimento dos municípios, seja no campo legislativo, seja através de emendas a programas e projetos do Governo que beneficiam a população nas cidades” – frisou o presidente da Associação Mato-grossense dos Municípios, Neurilan Fraga.

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BOMBA NA SAÚDE PÚBLICA DE CUIABÁ E VÁRZEA GRANDE: SAMU À BEIRA DO COLAPSO?

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Uma denúncia grave, feita por uma fonte anônima ligada diretamente ao Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), acende um alerta vermelho na saúde pública da Baixada Cuiabana. Segundo relato obtido pelo SaranNews, uma reunião realizada nesta terça-feira (24) teria confirmado o desligamento de 56 profissionais, entre enfermeiros, técnicos e condutores. O impacto vai além dos números: cinco bases do SAMU devem ser desativadas, sendo três em Várzea Grande e duas em Cuiabá.


A consequência? Menos viaturas nas ruas, aumento no tempo de resposta e, possivelmente, vidas em risco. “Quem vai sofrer com esse desmonte é a população”, relatou a fonte.

SUCATEAMENTO PROGRAMADO?

De acordo com a denúncia, o cenário levanta suspeitas ainda mais graves. Profissionais afirmam que houve recentemente um termo de cooperação entre o SAMU e o Corpo de Bombeiros, que, na prática, deveria fortalecer o atendimento pré-hospitalar.

Mas o que estaria acontecendo é o oposto.

“Desde esse acordo, o SAMU só vem sendo sucateado”, afirma a fonte. Sem reposição de pessoal, contratos sendo encerrados e bases sendo fechadas, cresce a percepção interna de que o serviço pode estar sendo enfraquecido propositalmente.

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PERGUNTAS QUE NÃO QUEREM CALAR

  • Quem ganha com o enfraquecimento do SAMU?
  • Por que desligar profissionais sem abrir novos processos seletivos?
  • Em uma região que cresce rapidamente, faz sentido fechar bases de emergência?
  • Estariam preparando o terreno para que outra instituição assuma totalmente o serviço?

A suspeita levantada é preocupante: primeiro sucateia, depois aponta a falha… e então substitui.


“Daqui a pouco vão dizer que o SAMU não funciona mais e justificar que só o bombeiro assuma”, disse a fonte.

IMPACTO DIRETO NA POPULAÇÃO

Hoje, entre Cuiabá e Várzea Grande, existem 12 bases operacionais. Com a possível desativação de cinco, o sistema perderia quase metade da sua estrutura ativa.
Isso significa: Mais demora no atendimento, Menor cobertura nas regiões periféricas, Risco real de aumento de mortes evitáveis
Em casos de urgência, minutos salvam vidas. E cada base fechada pode representar tempo perdido entre a vida e a morte.


Diante da gravidade da situação, uma comissão de profissionais deve ir até a Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) nesta quarta-feira (25), em busca de apoio político e respostas.

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A pergunta agora é: o poder público vai agir antes que o sistema entre em colapso?
POSICIONAMENTO OFICIAL
A reportagem do SaranNews buscou posicionamento junto ao Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso. A tenente-coronel Poliana Simões, responsável pela BM5 (setor de comunicação) informou que solicitou o envio de um e-mail formal para encaminhamento da demanda aos setores competentes.
O e-mail já foi enviado pela reportagem, e a expectativa é de que uma resposta oficial e qualificada seja encaminhada nesta quarta-feira (25).
Até o momento, não houve manifestação oficial sobre as possíveis demissões e desativações de bases. Se confirmado, o que está em curso pode não ser apenas uma reestruturação… mas sim um dos maiores desmontes do atendimento de urgência da história recente da Baixada Cuiabana.
E quando o socorro não chega a tempo, não tem discurso que resolva.

Colaborou: Luiz Henrique Menezes

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