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PRF intensifica ações durante Semana Nacional de Trânsito

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Na última sexta-feira (16), a Polícia Rodoviária Federal, com a participação da Concessionária Rota do Oeste e Secretaria de Saúde do município de Sinop, realizou o lançamento da Semana Nacional de Trânsito.

O evento foi realizado na Inpasa, uma indústria de etanol de milho em Sinop. Foram realizadas diversas palestras sobre a importância da utilização do trânsito de forma segura, com os temas: uso do cinto de segurança, ultrapassagens proibidas, uso do celular ao volante, ingestão de bebida alcoólica e tempo de descanso para os motoristas.

A campanha ter por objetivo a promoção da prevenção e da conscientização quanto aos impactos das emoções as quais estamos sujeitos no trânsito e seus impactos na segurança viária. Desta forma, reduzir o número de acidentes e de mortes no trânsito.

Foram oferecidos alguns serviços de saúde para os motoristas que passavam pela localidade como aferição de pressão, exames de vista, glicemia, vacina para o COVID e massagens.

Durante o período, será reforçado o efetivo nos locais de maior índice de acidentes e ocorrências. Ainda, serão intensificadas as postagens sobre trânsito nas redes sociais, as palestras, a participação em eventos, o Cinema Rodoviário nas unidades da PRF no Estado e as abordagens educativas. As atividades seguirão até domingo (25/09).

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O objetivo principal da Polícia Rodoviária Federal com essas ações é salvar vidas.

Semana Nacional de Trânsito

A Semana Nacional de Trânsito acontece anualmente e é prevista no Código de Trânsito Brasileiro (CTB). Durante o período, os órgãos integrantes do Sistema Nacional de Trânsito (SNT) promovem ações integradas em todo país buscando conscientizar a sociedade sobre os perigos no trânsito e as possíveis mudanças comportamentais para a redução de acidentes e a preservação da vida, garantindo a mobilidade segura no país.

O trânsito brasileiro é um dos mais violentos do mundo, levando a morte de dezenas de milhares de pessoas a cada ano, gerando impactos irreparáveis à sociedade e elevados custos econômicos e sociais. A PRF e as outras instituições ligadas ao tema, com o apoio da sociedade, trabalham juntas de forma contínua pela paz no trânsito.

Tais iniciativas se alinham à promoção da Segunda Década de Ação pela Segurança no Trânsito 2021-2030, proposta pela Organização das Nações Unidas, na qual os signatários, dentre eles o Brasil, se comprometeram a reduzir a violência no trânsito, e ao Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito Brasileiro (PNATRANS), que estabelece uma série de mecanismos e ações para conter as tragédias diárias do trânsito.

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Fonte: PRF MT

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BOMBA NA SAÚDE PÚBLICA DE CUIABÁ E VÁRZEA GRANDE: SAMU À BEIRA DO COLAPSO?

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Uma denúncia grave, feita por uma fonte anônima ligada diretamente ao Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), acende um alerta vermelho na saúde pública da Baixada Cuiabana. Segundo relato obtido pelo SaranNews, uma reunião realizada nesta terça-feira (24) teria confirmado o desligamento de 56 profissionais, entre enfermeiros, técnicos e condutores. O impacto vai além dos números: cinco bases do SAMU devem ser desativadas, sendo três em Várzea Grande e duas em Cuiabá.


A consequência? Menos viaturas nas ruas, aumento no tempo de resposta e, possivelmente, vidas em risco. “Quem vai sofrer com esse desmonte é a população”, relatou a fonte.

SUCATEAMENTO PROGRAMADO?

De acordo com a denúncia, o cenário levanta suspeitas ainda mais graves. Profissionais afirmam que houve recentemente um termo de cooperação entre o SAMU e o Corpo de Bombeiros, que, na prática, deveria fortalecer o atendimento pré-hospitalar.

Mas o que estaria acontecendo é o oposto.

“Desde esse acordo, o SAMU só vem sendo sucateado”, afirma a fonte. Sem reposição de pessoal, contratos sendo encerrados e bases sendo fechadas, cresce a percepção interna de que o serviço pode estar sendo enfraquecido propositalmente.

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PERGUNTAS QUE NÃO QUEREM CALAR

  • Quem ganha com o enfraquecimento do SAMU?
  • Por que desligar profissionais sem abrir novos processos seletivos?
  • Em uma região que cresce rapidamente, faz sentido fechar bases de emergência?
  • Estariam preparando o terreno para que outra instituição assuma totalmente o serviço?

A suspeita levantada é preocupante: primeiro sucateia, depois aponta a falha… e então substitui.


“Daqui a pouco vão dizer que o SAMU não funciona mais e justificar que só o bombeiro assuma”, disse a fonte.

IMPACTO DIRETO NA POPULAÇÃO

Hoje, entre Cuiabá e Várzea Grande, existem 12 bases operacionais. Com a possível desativação de cinco, o sistema perderia quase metade da sua estrutura ativa.
Isso significa: Mais demora no atendimento, Menor cobertura nas regiões periféricas, Risco real de aumento de mortes evitáveis
Em casos de urgência, minutos salvam vidas. E cada base fechada pode representar tempo perdido entre a vida e a morte.


Diante da gravidade da situação, uma comissão de profissionais deve ir até a Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) nesta quarta-feira (25), em busca de apoio político e respostas.

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A pergunta agora é: o poder público vai agir antes que o sistema entre em colapso?
POSICIONAMENTO OFICIAL
A reportagem do SaranNews buscou posicionamento junto ao Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso. A tenente-coronel Poliana Simões, responsável pela BM5 (setor de comunicação) informou que solicitou o envio de um e-mail formal para encaminhamento da demanda aos setores competentes.
O e-mail já foi enviado pela reportagem, e a expectativa é de que uma resposta oficial e qualificada seja encaminhada nesta quarta-feira (25).
Até o momento, não houve manifestação oficial sobre as possíveis demissões e desativações de bases. Se confirmado, o que está em curso pode não ser apenas uma reestruturação… mas sim um dos maiores desmontes do atendimento de urgência da história recente da Baixada Cuiabana.
E quando o socorro não chega a tempo, não tem discurso que resolva.

Colaborou: Luiz Henrique Menezes

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