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PRF alerta para nova interdição de tráfego na alça do ‘Trevão’ em Rondonópolis nesta semana

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O fechamento da pista ocorrerá nesta quarta e quinta-feira, das 6h às 12h
 
Atenção, motorista! Uma nova interdição no fluxo de veículos será realizada em uma das alças do ‘Trevão’, no entroncamento da BR-163 (km 119) com a BR-364 (km 201), nesta quarta-feira (19.10.2022) e quinta-feira (20.10.2022), das 6h às 12h. A operação de tráfego conta com apoio da Concessionária Rota do Oeste e da Polícia Rodoviária Federal (PRF).
 
A medida é necessária para construção de meio-fio pela empresa contratada pela Prefeitura de Rondonópolis. O serviço faz parte das obras de drenagem do Parque Industrial Vetorasso realizadas pela Prefeitura de Rondonópolis.
 
O fechamento será exclusivamente no período da manhã e ocorre no mesmo ponto onde houve uma interdição na semana passada. O bloqueio da passagem de veículos abrange especificamente na alça que possibilita o retorno da BR-364 (sentido norte) para a BR-163 (sentido sul). Veja o mapa
 
Sugestão de desvio
 
Os motoristas terão duas possibilidades de retorno e acesso às vias. Os condutores que viajam pela BR-364 (sentido norte) e pretendem acessar a BR-163 sentido Campo Grande poderão seguir pela BR-364 até o km 203, onde há um viaduto que possibilita o retorno e acesso ao sentido sul. O condutor percorre a BR-364, passa pela alça liberada do ‘Trevão’ e acessa a BR-163 sentido Campo Grande.
 
A outra possibilidade de desvio para acessar a BR-163 (sentido Campo Grande) pode ser feita via BR-364, passando por dentro do bairro Parque Industrial Vetorasso, percorrendo a avenida dos Transportes até chegar à via marginal norte da BR-163, no km 117+750. Na sequência, o motorista acessa a via principal, faz o contorno no km 118+500 e entra na pista sul (sentido Campo Grande) da BR-163.

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A Concessionária Rota do Oeste orienta os motoristas para que respeitem a sinalização de trânsito e as recomendações repassadas pelas equipes de obras para evitar acidentes e congestionamentos na região.

As informações atualizadas sobre as condições de trafegabilidade em todo o trecho sob concessão da Rota do Oeste podem ser obtidas via 0800 065

 0163. O setor operacional funciona 24 horas por dia, sete dias por semana

Fonte: PRF MT

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BOMBA NA SAÚDE PÚBLICA DE CUIABÁ E VÁRZEA GRANDE: SAMU À BEIRA DO COLAPSO?

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Uma denúncia grave, feita por uma fonte anônima ligada diretamente ao Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), acende um alerta vermelho na saúde pública da Baixada Cuiabana. Segundo relato obtido pelo SaranNews, uma reunião realizada nesta terça-feira (24) teria confirmado o desligamento de 56 profissionais, entre enfermeiros, técnicos e condutores. O impacto vai além dos números: cinco bases do SAMU devem ser desativadas, sendo três em Várzea Grande e duas em Cuiabá.


A consequência? Menos viaturas nas ruas, aumento no tempo de resposta e, possivelmente, vidas em risco. “Quem vai sofrer com esse desmonte é a população”, relatou a fonte.

SUCATEAMENTO PROGRAMADO?

De acordo com a denúncia, o cenário levanta suspeitas ainda mais graves. Profissionais afirmam que houve recentemente um termo de cooperação entre o SAMU e o Corpo de Bombeiros, que, na prática, deveria fortalecer o atendimento pré-hospitalar.

Mas o que estaria acontecendo é o oposto.

“Desde esse acordo, o SAMU só vem sendo sucateado”, afirma a fonte. Sem reposição de pessoal, contratos sendo encerrados e bases sendo fechadas, cresce a percepção interna de que o serviço pode estar sendo enfraquecido propositalmente.

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PERGUNTAS QUE NÃO QUEREM CALAR

  • Quem ganha com o enfraquecimento do SAMU?
  • Por que desligar profissionais sem abrir novos processos seletivos?
  • Em uma região que cresce rapidamente, faz sentido fechar bases de emergência?
  • Estariam preparando o terreno para que outra instituição assuma totalmente o serviço?

A suspeita levantada é preocupante: primeiro sucateia, depois aponta a falha… e então substitui.


“Daqui a pouco vão dizer que o SAMU não funciona mais e justificar que só o bombeiro assuma”, disse a fonte.

IMPACTO DIRETO NA POPULAÇÃO

Hoje, entre Cuiabá e Várzea Grande, existem 12 bases operacionais. Com a possível desativação de cinco, o sistema perderia quase metade da sua estrutura ativa.
Isso significa: Mais demora no atendimento, Menor cobertura nas regiões periféricas, Risco real de aumento de mortes evitáveis
Em casos de urgência, minutos salvam vidas. E cada base fechada pode representar tempo perdido entre a vida e a morte.


Diante da gravidade da situação, uma comissão de profissionais deve ir até a Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) nesta quarta-feira (25), em busca de apoio político e respostas.

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A pergunta agora é: o poder público vai agir antes que o sistema entre em colapso?
POSICIONAMENTO OFICIAL
A reportagem do SaranNews buscou posicionamento junto ao Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso. A tenente-coronel Poliana Simões, responsável pela BM5 (setor de comunicação) informou que solicitou o envio de um e-mail formal para encaminhamento da demanda aos setores competentes.
O e-mail já foi enviado pela reportagem, e a expectativa é de que uma resposta oficial e qualificada seja encaminhada nesta quarta-feira (25).
Até o momento, não houve manifestação oficial sobre as possíveis demissões e desativações de bases. Se confirmado, o que está em curso pode não ser apenas uma reestruturação… mas sim um dos maiores desmontes do atendimento de urgência da história recente da Baixada Cuiabana.
E quando o socorro não chega a tempo, não tem discurso que resolva.

Colaborou: Luiz Henrique Menezes

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