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Polícias Civis de MT e SE cumprem 16 mandados contra organização criminosa voltada para crimes de estelionato

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Dezesseis ordens judiciais, entre mandados de prisão e busca e apreensão domiciliar com objetivo de desarticular uma organização criminosa envolvida em crimes de estelionato em todo o país, são cumpridos na manhã desta quarta-feira (19.10) na Operação Siriema, deflagrada pela Polícia Civil do estado de Sergipe com apoio da Polícia Civil de Mato Grosso, por meio da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO).

As ordens judiciais, sendo 10 mandados de busca e apreensão domiciliar e seis de prisão preventiva, foram expedidas pela 1ª Vara Criminal da Comarca de Itabaiana (SE) e 4ª Vara Criminal de Aracaju (SE) e são cumpridas nas cidades de Cuiabá e Várzea Grande.

A operação deflagrada com base em investigações da Delegacia de Crimes Contra o Patrimônio de Itabaiana (Depatri) tem o objetivo de desarticular uma organização criminosa voltada para a prática de crimes como estelionato virtual, na modalidade golpe da OLX, com vítimas em diversos estados do país.

Além da prisão dos investigados, os trabalhos buscam a apreensão de materiais como aparelhos celulares, cartões, documentos, e valores em dinheiro que possam auxiliar nas investigações e que comprovem a atuação da organização criminosa.

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Ao todo, participam da operação 60 policiais civis coordenados pelo delegado titular da GCCO, Vitor Hugo Bruzulato Teixeira, e pelo delegado da Depatri, Antonio Gledson da Silva Santos.

O cumprimento das ordens judiciais conta com apoio das equipes de Delegacia Especializada de Estelionato e Outras Fraudes de Cuiabá, Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Veículos (DERFVA), Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf), e da Diretoria de Inteligência.

Fonte: PJC MT

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BOMBA NA SAÚDE PÚBLICA DE CUIABÁ E VÁRZEA GRANDE: SAMU À BEIRA DO COLAPSO?

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Uma denúncia grave, feita por uma fonte anônima ligada diretamente ao Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), acende um alerta vermelho na saúde pública da Baixada Cuiabana. Segundo relato obtido pelo SaranNews, uma reunião realizada nesta terça-feira (24) teria confirmado o desligamento de 56 profissionais, entre enfermeiros, técnicos e condutores. O impacto vai além dos números: cinco bases do SAMU devem ser desativadas, sendo três em Várzea Grande e duas em Cuiabá.


A consequência? Menos viaturas nas ruas, aumento no tempo de resposta e, possivelmente, vidas em risco. “Quem vai sofrer com esse desmonte é a população”, relatou a fonte.

SUCATEAMENTO PROGRAMADO?

De acordo com a denúncia, o cenário levanta suspeitas ainda mais graves. Profissionais afirmam que houve recentemente um termo de cooperação entre o SAMU e o Corpo de Bombeiros, que, na prática, deveria fortalecer o atendimento pré-hospitalar.

Mas o que estaria acontecendo é o oposto.

“Desde esse acordo, o SAMU só vem sendo sucateado”, afirma a fonte. Sem reposição de pessoal, contratos sendo encerrados e bases sendo fechadas, cresce a percepção interna de que o serviço pode estar sendo enfraquecido propositalmente.

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PERGUNTAS QUE NÃO QUEREM CALAR

  • Quem ganha com o enfraquecimento do SAMU?
  • Por que desligar profissionais sem abrir novos processos seletivos?
  • Em uma região que cresce rapidamente, faz sentido fechar bases de emergência?
  • Estariam preparando o terreno para que outra instituição assuma totalmente o serviço?

A suspeita levantada é preocupante: primeiro sucateia, depois aponta a falha… e então substitui.


“Daqui a pouco vão dizer que o SAMU não funciona mais e justificar que só o bombeiro assuma”, disse a fonte.

IMPACTO DIRETO NA POPULAÇÃO

Hoje, entre Cuiabá e Várzea Grande, existem 12 bases operacionais. Com a possível desativação de cinco, o sistema perderia quase metade da sua estrutura ativa.
Isso significa: Mais demora no atendimento, Menor cobertura nas regiões periféricas, Risco real de aumento de mortes evitáveis
Em casos de urgência, minutos salvam vidas. E cada base fechada pode representar tempo perdido entre a vida e a morte.


Diante da gravidade da situação, uma comissão de profissionais deve ir até a Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) nesta quarta-feira (25), em busca de apoio político e respostas.

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A pergunta agora é: o poder público vai agir antes que o sistema entre em colapso?
POSICIONAMENTO OFICIAL
A reportagem do SaranNews buscou posicionamento junto ao Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso. A tenente-coronel Poliana Simões, responsável pela BM5 (setor de comunicação) informou que solicitou o envio de um e-mail formal para encaminhamento da demanda aos setores competentes.
O e-mail já foi enviado pela reportagem, e a expectativa é de que uma resposta oficial e qualificada seja encaminhada nesta quarta-feira (25).
Até o momento, não houve manifestação oficial sobre as possíveis demissões e desativações de bases. Se confirmado, o que está em curso pode não ser apenas uma reestruturação… mas sim um dos maiores desmontes do atendimento de urgência da história recente da Baixada Cuiabana.
E quando o socorro não chega a tempo, não tem discurso que resolva.

Colaborou: Luiz Henrique Menezes

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