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Polícia Militar lança Operação Impactus para intensificar policiamento em Cuiabá

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O Primeiro Comando Regional da Polícia Militar de Mato Grosso lançou, na noite desta quinta-feira (23.06), a Operação Impactus, em cerimônia realizada na Praça Ana Martinha, no bairro Pedra 90. O reforço do policiamento na região acontece até o próximo sábado (25.06).

A operação tem como objetivo intensificar o policiamento nos bairros das áreas de circunscrição do 3º e 24º Batalhões da Polícia Militar, conforme indicadores criminais, visando promover a manutenção da ordem pública e realizar o trabalho ostensivo da PM. 

Conforme o comandante do 1º Comando Regional de Cuiabá, coronel Wankley Correa Rodrigues, as ações policiais contarão com a fixação de bloqueios, pontos demonstrativos em locais estratégicos nas áreas das unidades policiais. A operação terá como foco a atuação incisiva em abordagens a pessoas suspeitas e em veículos.

“A operação tem esse objetivo principal de trazer esse aparato policial para os bairros, dando essa atenção não apenas aos moradores, mas nas áreas comerciais. Nós teremos foco também na poluição sonora que será um trabalho em parceria com a Secretária Municipal de Ordem Pública”. 

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Além dos policiais militares do 3º e 24º Batalhões da PM, também estarão empregados na operação os efetivos das unidades especializadas, por meio do Batalhão de Rondas Ostensivas Tático Metropolitanas (Rotam), Batalhão de Trânsito, além do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer), Secretaria de Mobilidade Urbana de Cuiabá (Semob), entre outras unidades especializadas da PM.

O tenente-coronel André Wilian Dorileo afirmou que a população pode esperar um trabalho intensivo por parte da unidade no combate ao tráfico de entorpecentes. “A intensão é retirar produtos ilícitos de circulação no combate firme e forte no combate ao tráfico, cumprimento de mandados de prisão e aquelas pessoas que cometerem roubos e furtos. Vamos intensificar ainda mais nossas ações no combate à criminalidade”, afirmou.

Ainda durante a cerimônia de lançamento, a população pode acompanhar apresentação do Corpo Musical da Polícia Militar e tirar fotos com uma aeronave do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer), vinculado à Secretaria de Estado de Segurança Pública, que auxiliará no reforço do policiamento na região do Pedra 90.

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Fonte: PM MT

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BOMBA NA SAÚDE PÚBLICA DE CUIABÁ E VÁRZEA GRANDE: SAMU À BEIRA DO COLAPSO?

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Uma denúncia grave, feita por uma fonte anônima ligada diretamente ao Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), acende um alerta vermelho na saúde pública da Baixada Cuiabana. Segundo relato obtido pelo SaranNews, uma reunião realizada nesta terça-feira (24) teria confirmado o desligamento de 56 profissionais, entre enfermeiros, técnicos e condutores. O impacto vai além dos números: cinco bases do SAMU devem ser desativadas, sendo três em Várzea Grande e duas em Cuiabá.


A consequência? Menos viaturas nas ruas, aumento no tempo de resposta e, possivelmente, vidas em risco. “Quem vai sofrer com esse desmonte é a população”, relatou a fonte.

SUCATEAMENTO PROGRAMADO?

De acordo com a denúncia, o cenário levanta suspeitas ainda mais graves. Profissionais afirmam que houve recentemente um termo de cooperação entre o SAMU e o Corpo de Bombeiros, que, na prática, deveria fortalecer o atendimento pré-hospitalar.

Mas o que estaria acontecendo é o oposto.

“Desde esse acordo, o SAMU só vem sendo sucateado”, afirma a fonte. Sem reposição de pessoal, contratos sendo encerrados e bases sendo fechadas, cresce a percepção interna de que o serviço pode estar sendo enfraquecido propositalmente.

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PERGUNTAS QUE NÃO QUEREM CALAR

  • Quem ganha com o enfraquecimento do SAMU?
  • Por que desligar profissionais sem abrir novos processos seletivos?
  • Em uma região que cresce rapidamente, faz sentido fechar bases de emergência?
  • Estariam preparando o terreno para que outra instituição assuma totalmente o serviço?

A suspeita levantada é preocupante: primeiro sucateia, depois aponta a falha… e então substitui.


“Daqui a pouco vão dizer que o SAMU não funciona mais e justificar que só o bombeiro assuma”, disse a fonte.

IMPACTO DIRETO NA POPULAÇÃO

Hoje, entre Cuiabá e Várzea Grande, existem 12 bases operacionais. Com a possível desativação de cinco, o sistema perderia quase metade da sua estrutura ativa.
Isso significa: Mais demora no atendimento, Menor cobertura nas regiões periféricas, Risco real de aumento de mortes evitáveis
Em casos de urgência, minutos salvam vidas. E cada base fechada pode representar tempo perdido entre a vida e a morte.


Diante da gravidade da situação, uma comissão de profissionais deve ir até a Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) nesta quarta-feira (25), em busca de apoio político e respostas.

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A pergunta agora é: o poder público vai agir antes que o sistema entre em colapso?
POSICIONAMENTO OFICIAL
A reportagem do SaranNews buscou posicionamento junto ao Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso. A tenente-coronel Poliana Simões, responsável pela BM5 (setor de comunicação) informou que solicitou o envio de um e-mail formal para encaminhamento da demanda aos setores competentes.
O e-mail já foi enviado pela reportagem, e a expectativa é de que uma resposta oficial e qualificada seja encaminhada nesta quarta-feira (25).
Até o momento, não houve manifestação oficial sobre as possíveis demissões e desativações de bases. Se confirmado, o que está em curso pode não ser apenas uma reestruturação… mas sim um dos maiores desmontes do atendimento de urgência da história recente da Baixada Cuiabana.
E quando o socorro não chega a tempo, não tem discurso que resolva.

Colaborou: Luiz Henrique Menezes

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