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Polícia Civil localiza no Pará autor de homicídio que vitimou funcionário de concessionária de energia

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Após cinco meses de investigação para chegar ao paradeiro do autor de um homicídio, ocorrido há seis anos, em Paranaíta, no norte do estado, a Polícia Civil de Mato Grosso prendeu nesta quinta-feira (08.12) o responsável pela morte do eletricista Gilmar Francisco de Oliveira. A vítima foi morta após ir à residência do criminoso religar a energia do local, que foi cortada por falta de pagamento.

W.C.,de 56 anos, foi preso pela equipe da Delegacia de Paranaíta na cidade de Itaituba, no Pará. Ele foi condenado, há duas semanas pelo tribunal do júri da Comarca de Paranaíta, a 16 anos de prisão em regime fechado.

A investigação, que foi desde a quebra de sigilo de dados ao cumprimento de mandado de busca e apreensão, reuniu informações que possibilitaram a localização do autor do crime. A equipe da Delegacia de Paranaíta se deslocou até Itaituba, e após cinco dias de campana, e com o apoio da Polícia civil do Pará e do Núcleo de Inteligência da Regional de Alta Floresta, conseguiu cumprir a prisão foragido da Justiça.

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O criminoso foi localizado em uma fazenda, na região rural de Itaituba, e usava o nome falso de Pedro.

“Ele estava escondido em uma cidade há mais de mil quilômetros de onde cometeu o crime. E com o empenho da equipe da Delegacia de Paranaíta, do trabalho com o Núcleo de Inteligência conseguimos localizá-lo e dar uma resposta à família da vítima”, pontuou a delegada de Paranaíta, Paula Barbosa.

O crime

Gilmar Francisco tinha 32 anos e era funcionário da concessionária de energia do estado, quando foi morto por motivo fútil e mediante uma emboscada, no dia 25 de julho de 2017.

O condenado pelo crime matou a vítima porque teve sua energia cortada, após a falta de pagamento. Depois de ligar na concessionária para ter o serviço restabelecido, o autor do homicídio armou uma emboscada e quando a vítima foi à residência para religar a energia, foi morta com um disparo pelas costas

Gilmar foi a óbito ainda no local e o criminoso fugiu.

Fonte: PJC MT

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BOMBA NA SAÚDE PÚBLICA DE CUIABÁ E VÁRZEA GRANDE: SAMU À BEIRA DO COLAPSO?

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Uma denúncia grave, feita por uma fonte anônima ligada diretamente ao Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), acende um alerta vermelho na saúde pública da Baixada Cuiabana. Segundo relato obtido pelo SaranNews, uma reunião realizada nesta terça-feira (24) teria confirmado o desligamento de 56 profissionais, entre enfermeiros, técnicos e condutores. O impacto vai além dos números: cinco bases do SAMU devem ser desativadas, sendo três em Várzea Grande e duas em Cuiabá.


A consequência? Menos viaturas nas ruas, aumento no tempo de resposta e, possivelmente, vidas em risco. “Quem vai sofrer com esse desmonte é a população”, relatou a fonte.

SUCATEAMENTO PROGRAMADO?

De acordo com a denúncia, o cenário levanta suspeitas ainda mais graves. Profissionais afirmam que houve recentemente um termo de cooperação entre o SAMU e o Corpo de Bombeiros, que, na prática, deveria fortalecer o atendimento pré-hospitalar.

Mas o que estaria acontecendo é o oposto.

“Desde esse acordo, o SAMU só vem sendo sucateado”, afirma a fonte. Sem reposição de pessoal, contratos sendo encerrados e bases sendo fechadas, cresce a percepção interna de que o serviço pode estar sendo enfraquecido propositalmente.

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PERGUNTAS QUE NÃO QUEREM CALAR

  • Quem ganha com o enfraquecimento do SAMU?
  • Por que desligar profissionais sem abrir novos processos seletivos?
  • Em uma região que cresce rapidamente, faz sentido fechar bases de emergência?
  • Estariam preparando o terreno para que outra instituição assuma totalmente o serviço?

A suspeita levantada é preocupante: primeiro sucateia, depois aponta a falha… e então substitui.


“Daqui a pouco vão dizer que o SAMU não funciona mais e justificar que só o bombeiro assuma”, disse a fonte.

IMPACTO DIRETO NA POPULAÇÃO

Hoje, entre Cuiabá e Várzea Grande, existem 12 bases operacionais. Com a possível desativação de cinco, o sistema perderia quase metade da sua estrutura ativa.
Isso significa: Mais demora no atendimento, Menor cobertura nas regiões periféricas, Risco real de aumento de mortes evitáveis
Em casos de urgência, minutos salvam vidas. E cada base fechada pode representar tempo perdido entre a vida e a morte.


Diante da gravidade da situação, uma comissão de profissionais deve ir até a Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) nesta quarta-feira (25), em busca de apoio político e respostas.

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A pergunta agora é: o poder público vai agir antes que o sistema entre em colapso?
POSICIONAMENTO OFICIAL
A reportagem do SaranNews buscou posicionamento junto ao Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso. A tenente-coronel Poliana Simões, responsável pela BM5 (setor de comunicação) informou que solicitou o envio de um e-mail formal para encaminhamento da demanda aos setores competentes.
O e-mail já foi enviado pela reportagem, e a expectativa é de que uma resposta oficial e qualificada seja encaminhada nesta quarta-feira (25).
Até o momento, não houve manifestação oficial sobre as possíveis demissões e desativações de bases. Se confirmado, o que está em curso pode não ser apenas uma reestruturação… mas sim um dos maiores desmontes do atendimento de urgência da história recente da Baixada Cuiabana.
E quando o socorro não chega a tempo, não tem discurso que resolva.

Colaborou: Luiz Henrique Menezes

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