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Polícia Civil leva projeto Gestão de Pessoas Itinerante a mais uma regional do estado

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Servidores da Regional da Polícia Civil de Juína receberam, nesta semana, as ações do projeto Coordenadoria de Gestão de Pessoas Itinerante. As atividades da 11ª edição foram realizadas na terça-feira (18.10), na sede do Sindicato das Indústrias Madeireiras e Moveleiras do Noroeste e reuniram servidores das Delegacias de Juína, Juara, Colniza, Aripuanã, Cotriguaçu, Juruena, Porto dos Gaúchos e Tabaporã.

O projeto tem como objetivo principal aproximar a área de gestão de pessoas dos profissionais que atuam no interior, levando informações sobre produtos, serviços e ações de prevenção à saúde e segurança no trabalho.

Durante o evento, a equipe da Coordenadoria de Gestão de Pessoas apresentou dois workshops. Um abordou a ‘Atenção à Saúde Mental’ e em outro, os serviços ofertados pelas gerências que compõem o setor.

Além dessas atividades, em Juína foram disponibilizados serviços de prevenção à saúde, que contaram com a parceria com a Secretaria Municipal de Saúde do município, como aferição de pressão arterial, teste de nível glicêmico, testagem rápida ISTs, vacinação contra covid-19, gripe e outras que compõem o calendário vacinal, além de orientações de alongamento com profissional de educação física.

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O delegado regional de Juína, Marco Remuzzi falou sobre a importância da realização do projeto, agradeceu a presença da equipe na região e elogiou o trabalho realizado.

A Coordenadoria de Gestão de Pessoas agradece aos profissionais envolvidos no projeto, em especial ao Sindicato das Indústrias Madeireiras e a Secretaria Municipal de Saúde de Juína, que colaboraram para a realização do evento.

Fonte: PJC MT

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BOMBA NA SAÚDE PÚBLICA DE CUIABÁ E VÁRZEA GRANDE: SAMU À BEIRA DO COLAPSO?

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Uma denúncia grave, feita por uma fonte anônima ligada diretamente ao Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), acende um alerta vermelho na saúde pública da Baixada Cuiabana. Segundo relato obtido pelo SaranNews, uma reunião realizada nesta terça-feira (24) teria confirmado o desligamento de 56 profissionais, entre enfermeiros, técnicos e condutores. O impacto vai além dos números: cinco bases do SAMU devem ser desativadas, sendo três em Várzea Grande e duas em Cuiabá.


A consequência? Menos viaturas nas ruas, aumento no tempo de resposta e, possivelmente, vidas em risco. “Quem vai sofrer com esse desmonte é a população”, relatou a fonte.

SUCATEAMENTO PROGRAMADO?

De acordo com a denúncia, o cenário levanta suspeitas ainda mais graves. Profissionais afirmam que houve recentemente um termo de cooperação entre o SAMU e o Corpo de Bombeiros, que, na prática, deveria fortalecer o atendimento pré-hospitalar.

Mas o que estaria acontecendo é o oposto.

“Desde esse acordo, o SAMU só vem sendo sucateado”, afirma a fonte. Sem reposição de pessoal, contratos sendo encerrados e bases sendo fechadas, cresce a percepção interna de que o serviço pode estar sendo enfraquecido propositalmente.

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PERGUNTAS QUE NÃO QUEREM CALAR

  • Quem ganha com o enfraquecimento do SAMU?
  • Por que desligar profissionais sem abrir novos processos seletivos?
  • Em uma região que cresce rapidamente, faz sentido fechar bases de emergência?
  • Estariam preparando o terreno para que outra instituição assuma totalmente o serviço?

A suspeita levantada é preocupante: primeiro sucateia, depois aponta a falha… e então substitui.


“Daqui a pouco vão dizer que o SAMU não funciona mais e justificar que só o bombeiro assuma”, disse a fonte.

IMPACTO DIRETO NA POPULAÇÃO

Hoje, entre Cuiabá e Várzea Grande, existem 12 bases operacionais. Com a possível desativação de cinco, o sistema perderia quase metade da sua estrutura ativa.
Isso significa: Mais demora no atendimento, Menor cobertura nas regiões periféricas, Risco real de aumento de mortes evitáveis
Em casos de urgência, minutos salvam vidas. E cada base fechada pode representar tempo perdido entre a vida e a morte.


Diante da gravidade da situação, uma comissão de profissionais deve ir até a Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) nesta quarta-feira (25), em busca de apoio político e respostas.

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A pergunta agora é: o poder público vai agir antes que o sistema entre em colapso?
POSICIONAMENTO OFICIAL
A reportagem do SaranNews buscou posicionamento junto ao Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso. A tenente-coronel Poliana Simões, responsável pela BM5 (setor de comunicação) informou que solicitou o envio de um e-mail formal para encaminhamento da demanda aos setores competentes.
O e-mail já foi enviado pela reportagem, e a expectativa é de que uma resposta oficial e qualificada seja encaminhada nesta quarta-feira (25).
Até o momento, não houve manifestação oficial sobre as possíveis demissões e desativações de bases. Se confirmado, o que está em curso pode não ser apenas uma reestruturação… mas sim um dos maiores desmontes do atendimento de urgência da história recente da Baixada Cuiabana.
E quando o socorro não chega a tempo, não tem discurso que resolva.

Colaborou: Luiz Henrique Menezes

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