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Polícia Civil apreende drogas, armas e munições durante cumprimento de buscas em Itaúba

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Diversos objetos de origem ilícita, como armas de fogo, munições, drogas e dinheiro, foram apreendidos pela Polícia Civil, em operação deflagrada na manhã desta sexta-feira (18.11), pela Delegacia de Itaúba para cumprimento de quatro mandados de busca e apreensão em pontos de tráfico de drogas no município. 

Quatro pessoas foram presas pelos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico, porte ilegal de arma de fogo e munições. 

As ordens judiciais foram decretadas com base em investigações da Delegacia de Itaúba que identificaram locais onde funcionavam possíveis comércios de drogas no município. 

Durante o cumprimento das ordens judiciais foram apreendidas cinco armas de fogo, sendo duas calibre 28, uma calibre 22, uma carabina calibre 12 e uma pistola 9 mm, além de grande quantidade de munições e cartuchos de diversos calibres. 

As buscas resultaram ainda na apreensão de drogas de diversas naturezas, balanças de precisão, apetrechos para embalo do entorpecente, cadernos com anotações de vendas do tráfico, além de grande quantidade em dinheiro e rádios comunicadores.

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Segundo o delegado de Itaúba, José Getúlio Daniel, nas investigações foi identificado que os suspeitos utilizavam rádios amadores para se comunicarem, no intuito de não serem surpreendidos. Sete pessoas foram conduzidas à delegacia para prestar esclarecimentos, sendo quatro  presos em flagrante. 

“A Polícia Civil reforça o compromisso de combater a criminalidade no município de Itaúba, principalmente os crimes mais graves como o tráfico de drogas e homicídio, com foco na desarticulação da atuação de organizações criminosas no município”, disse o delegado.

Fonte: PJC MT

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BOMBA NA SAÚDE PÚBLICA DE CUIABÁ E VÁRZEA GRANDE: SAMU À BEIRA DO COLAPSO?

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Uma denúncia grave, feita por uma fonte anônima ligada diretamente ao Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), acende um alerta vermelho na saúde pública da Baixada Cuiabana. Segundo relato obtido pelo SaranNews, uma reunião realizada nesta terça-feira (24) teria confirmado o desligamento de 56 profissionais, entre enfermeiros, técnicos e condutores. O impacto vai além dos números: cinco bases do SAMU devem ser desativadas, sendo três em Várzea Grande e duas em Cuiabá.


A consequência? Menos viaturas nas ruas, aumento no tempo de resposta e, possivelmente, vidas em risco. “Quem vai sofrer com esse desmonte é a população”, relatou a fonte.

SUCATEAMENTO PROGRAMADO?

De acordo com a denúncia, o cenário levanta suspeitas ainda mais graves. Profissionais afirmam que houve recentemente um termo de cooperação entre o SAMU e o Corpo de Bombeiros, que, na prática, deveria fortalecer o atendimento pré-hospitalar.

Mas o que estaria acontecendo é o oposto.

“Desde esse acordo, o SAMU só vem sendo sucateado”, afirma a fonte. Sem reposição de pessoal, contratos sendo encerrados e bases sendo fechadas, cresce a percepção interna de que o serviço pode estar sendo enfraquecido propositalmente.

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PERGUNTAS QUE NÃO QUEREM CALAR

  • Quem ganha com o enfraquecimento do SAMU?
  • Por que desligar profissionais sem abrir novos processos seletivos?
  • Em uma região que cresce rapidamente, faz sentido fechar bases de emergência?
  • Estariam preparando o terreno para que outra instituição assuma totalmente o serviço?

A suspeita levantada é preocupante: primeiro sucateia, depois aponta a falha… e então substitui.


“Daqui a pouco vão dizer que o SAMU não funciona mais e justificar que só o bombeiro assuma”, disse a fonte.

IMPACTO DIRETO NA POPULAÇÃO

Hoje, entre Cuiabá e Várzea Grande, existem 12 bases operacionais. Com a possível desativação de cinco, o sistema perderia quase metade da sua estrutura ativa.
Isso significa: Mais demora no atendimento, Menor cobertura nas regiões periféricas, Risco real de aumento de mortes evitáveis
Em casos de urgência, minutos salvam vidas. E cada base fechada pode representar tempo perdido entre a vida e a morte.


Diante da gravidade da situação, uma comissão de profissionais deve ir até a Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) nesta quarta-feira (25), em busca de apoio político e respostas.

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A pergunta agora é: o poder público vai agir antes que o sistema entre em colapso?
POSICIONAMENTO OFICIAL
A reportagem do SaranNews buscou posicionamento junto ao Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso. A tenente-coronel Poliana Simões, responsável pela BM5 (setor de comunicação) informou que solicitou o envio de um e-mail formal para encaminhamento da demanda aos setores competentes.
O e-mail já foi enviado pela reportagem, e a expectativa é de que uma resposta oficial e qualificada seja encaminhada nesta quarta-feira (25).
Até o momento, não houve manifestação oficial sobre as possíveis demissões e desativações de bases. Se confirmado, o que está em curso pode não ser apenas uma reestruturação… mas sim um dos maiores desmontes do atendimento de urgência da história recente da Baixada Cuiabana.
E quando o socorro não chega a tempo, não tem discurso que resolva.

Colaborou: Luiz Henrique Menezes

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