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Drogas e armamento são apreendidos nas rodovias federais de Mato Grosso no dia ontem (11)

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A primeira ocorrência aconteceu logo após o almoço na BR 364, município de Santo Antônio do Leverger, quando uma carreta do tipo cegonha foi parada para fiscalização. A carreta estava transportando uma pick up que havia sido carregada em Cuiabá com destino a Betim-MG. Ao ser realizado a busca no veículo, foi localizado no assoalho um compartimento oculto e dentro continha 21 tabletes de drogas, totalizando 16,5 kg de cocaína.

Questionado sobre o ilícito, o condutor do caminhão disse que apenas carregou o veículo e que levaria até o destino combinado.

Diante dos fatos, ficou caracterizado o crime de tráfico de drogas sendo tudo encaminhado à Polícia Judiciária para as providências cabíveis.

No final da tarde, na BR 163, município de Sorriso, foi dada ordem de parada a uma motocicleta preta que circulava pela região. Ao ser feita a fiscalização, notou-se algumas inconsistências nas informações prestadas, bem como sinais claros de alteração na capacidade psicomotora do motociclista.

Em vista disso, foi realizada uma busca nos pertences do indivíduo vindo a ser encontrado 64 papelotes de cocaína dentro de uma mochila do condutor da motocicleta. Indagado sobre a situação, o homem não soube informar a procedência do ilícito.

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Diante das informações ficou constatado, a princípio, os seguintes delitos: tráfico de drogas e condução de veículo com capacidade psicomotora alterada em razão da influência de droga sendo encaminhado à Delegacia Polícia Judiciária Civil em Sorriso para os procedimentos cabíveis.

No início da noite, na BR 070, município de Pontes e Lacerda, foi abordada uma caminhonete que circulava sentido Nova Lacerda. Ao ser realizada a fiscalização, foi encontrado uma arma de fogo dentro do veículo, a qual era de propriedade de um dos ocupantes que afirmou ser CAC (Colecionador, Atirador, Caçador).

Entretanto, a rota descrita pelo indivíduo não era compatível com nenhum clube de tiro e tampouco para sua residência. Além disso, durante a busca veicular foi encontrada uma pequena porção de maconha dentro de uma mochila e ainda foram apreendidos 4 rádios transmissores, uma pistola 9mm com 3 carregadores e 46 munições.

Dessa forma, ficaram caracterizados os crimes de porte ilegal de arma de fogo de uso permitido e posse de droga para consumo, sendo tudo encaminhado à Polícia Judiciária.

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A última ocorrência aconteceu no início da madrugada, BR 070, município de Primavera do Leste, ocasião em que foi abordado um veículo prata. Ao ser feita a verificação, foram observados alguns indícios de adulteração dos elementos identificadores do veículo. Após as devidas consultas, constatou-se que o veículo era de propriedade de uma locadora.

Diante das informações obtidas foram constatados, a princípio, o delito de receptação de veículo e apropriação indébita, sendo encaminhado à Delegacia de Polícia Civil de Primavera do Leste para os procedimentos cabíveis.

Fonte: PRF MT

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BOMBA NA SAÚDE PÚBLICA DE CUIABÁ E VÁRZEA GRANDE: SAMU À BEIRA DO COLAPSO?

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Uma denúncia grave, feita por uma fonte anônima ligada diretamente ao Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), acende um alerta vermelho na saúde pública da Baixada Cuiabana. Segundo relato obtido pelo SaranNews, uma reunião realizada nesta terça-feira (24) teria confirmado o desligamento de 56 profissionais, entre enfermeiros, técnicos e condutores. O impacto vai além dos números: cinco bases do SAMU devem ser desativadas, sendo três em Várzea Grande e duas em Cuiabá.


A consequência? Menos viaturas nas ruas, aumento no tempo de resposta e, possivelmente, vidas em risco. “Quem vai sofrer com esse desmonte é a população”, relatou a fonte.

SUCATEAMENTO PROGRAMADO?

De acordo com a denúncia, o cenário levanta suspeitas ainda mais graves. Profissionais afirmam que houve recentemente um termo de cooperação entre o SAMU e o Corpo de Bombeiros, que, na prática, deveria fortalecer o atendimento pré-hospitalar.

Mas o que estaria acontecendo é o oposto.

“Desde esse acordo, o SAMU só vem sendo sucateado”, afirma a fonte. Sem reposição de pessoal, contratos sendo encerrados e bases sendo fechadas, cresce a percepção interna de que o serviço pode estar sendo enfraquecido propositalmente.

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PERGUNTAS QUE NÃO QUEREM CALAR

  • Quem ganha com o enfraquecimento do SAMU?
  • Por que desligar profissionais sem abrir novos processos seletivos?
  • Em uma região que cresce rapidamente, faz sentido fechar bases de emergência?
  • Estariam preparando o terreno para que outra instituição assuma totalmente o serviço?

A suspeita levantada é preocupante: primeiro sucateia, depois aponta a falha… e então substitui.


“Daqui a pouco vão dizer que o SAMU não funciona mais e justificar que só o bombeiro assuma”, disse a fonte.

IMPACTO DIRETO NA POPULAÇÃO

Hoje, entre Cuiabá e Várzea Grande, existem 12 bases operacionais. Com a possível desativação de cinco, o sistema perderia quase metade da sua estrutura ativa.
Isso significa: Mais demora no atendimento, Menor cobertura nas regiões periféricas, Risco real de aumento de mortes evitáveis
Em casos de urgência, minutos salvam vidas. E cada base fechada pode representar tempo perdido entre a vida e a morte.


Diante da gravidade da situação, uma comissão de profissionais deve ir até a Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) nesta quarta-feira (25), em busca de apoio político e respostas.

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A pergunta agora é: o poder público vai agir antes que o sistema entre em colapso?
POSICIONAMENTO OFICIAL
A reportagem do SaranNews buscou posicionamento junto ao Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso. A tenente-coronel Poliana Simões, responsável pela BM5 (setor de comunicação) informou que solicitou o envio de um e-mail formal para encaminhamento da demanda aos setores competentes.
O e-mail já foi enviado pela reportagem, e a expectativa é de que uma resposta oficial e qualificada seja encaminhada nesta quarta-feira (25).
Até o momento, não houve manifestação oficial sobre as possíveis demissões e desativações de bases. Se confirmado, o que está em curso pode não ser apenas uma reestruturação… mas sim um dos maiores desmontes do atendimento de urgência da história recente da Baixada Cuiabana.
E quando o socorro não chega a tempo, não tem discurso que resolva.

Colaborou: Luiz Henrique Menezes

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