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nstituto Sow reúne 630 crianças em situação de vulnerabilidade em Cuiabá para celebrar o mês das crianças

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4ª edição do Diversow acontece em 17 de outubro, com atividades esportivas, oficinas de arte, brincadeiras e participação de 300 voluntários

Em meio a uma realidade em que o acesso ao lazer, à cultura e a experiências de convivência ainda é limitado para muitas crianças, o Instituto Sow realiza, no dia 17 de outubro, a 4ª edição do Diversow, em Cuiabá (MT). A iniciativa reunirá 630 crianças de 5 a 12 anos, vindas de diferentes bairros em situação de vulnerabilidade de Cuiabá e Várzea Grande, para uma tarde dedicada ao brincar, à convivência e ao acolhimento.

O evento será realizado na Escola Meninos da Vila, das 16h às 20h, e contará com uma programação que combina esporte, arte e recreação. Futebol, vôlei, gincanas, brinquedos infláveis, oficinas de artes com artistas plásticos locais, música, dança e apresentações de palhaçaria estão entre as atividades previstas.

Mais do que uma comemoração do Dia das Crianças, o Diversow foi estruturado para proporcionar às crianças uma experiência de cuidado desde o momento em que são buscadas nas comunidades onde vivem. Segundo o Instituto, o acolhimento acontece durante todo o percurso e permanece ao longo do evento, com voluntários responsáveis por diferentes etapas da ação.

“Quando pensamos no Diversow, não pensamos apenas em proporcionar uma tarde de diversão. Queremos que cada criança perceba que existe um lugar onde ela é esperada, cuidada e valorizada. O brincar também é uma forma de cuidado e de fortalecimento de vínculos”, afirma Sheila Zanchet, fundadora do Instituto Sow.

As crianças serão selecionadas por meio das células de atendimento do Instituto, presentes em bairros de maior vulnerabilidade social. A organização estima que a mobilização deste ano alcance, de forma direta e indireta, mais de mil famílias.

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A programação foi pensada para que as crianças tenham contato com diferentes formas de expressão. As atividades esportivas incluem futebol e vôlei, enquanto as oficinas de artes serão conduzidas por artistas plásticos locais. Brinquedos infláveis, gincanas e outras atividades recreativas completam a programação.

Também haverá música, dança, palhaçaria e um momento de oração e louvor. A proposta, segundo o Instituto, é integrar diversão, convivência e espiritualidade sem perder o foco principal da iniciativa: oferecer às crianças um ambiente seguro para brincar e aproveitar a infância.

Cada participante receberá uma camiseta para utilizar durante o evento, uma sacochila com guloseimas, uma bola e uma medalha. A alimentação será oferecida durante toda a programação, além de um lanche entregue às crianças já no momento em que forem buscadas em suas comunidades.

Ao todo, a organização prevê cerca de 1 mil kits e refeições, 730 brinquedos e aproximadamente 10 mil itens distribuídos ou utilizados na ação.

A realização do Diversow envolve cerca de 300 voluntários, distribuídos em 32 coordenações responsáveis pela organização do evento. Entre as áreas envolvidas estão alimentação, recreação, esporte, educação e atendimento às crianças.

O Instituto também conta com aproximadamente 50 parceiros entre empresas, profissionais e organizações que contribuem com recursos, produtos ou serviços. Entre os apoiadores estão Favola Comunicazone, Grupo Queiroz, Desapego das Annas, Art Teens, Lebrinha, Sicoob, Vermelhinho Cópias, Multi Gráfica, Refrigerantes Marajá, Mika, Casa Domingos, Sorvetes do Rei, Confiança Turismo, Jhonier Art Gallery, Isis Dorileo, União Avícola, Kopenhagen, Leila Cantarela, Meninos da Vila, Delicious Fish, Grupo Geisa Marjorie, Natter e Wilk Board.

Para Sheila, o crescimento da rede de apoiadores é um dos diferenciais da edição de 2026.

“Temos percebido uma mobilização cada vez maior de pessoas e empresas que entendem que cuidar da infância é uma responsabilidade coletiva. O Diversow só acontece porque existe uma rede de pessoas dispostas a semear, servir e contribuir para que essas crianças tenham uma experiência que muitas vezes não faria parte da rotina delas”, afirma.

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O Diversow faz parte de um trabalho contínuo desenvolvido pelo Instituto Sow junto a comunidades em situação de vulnerabilidade. Desde 2020, a organização afirma já ter impactado mais de 60 mil pessoas em diferentes estados brasileiros por meio de ações voltadas ao enfrentamento da fome e ao cuidado emocional.

Ao longo do ano, o Instituto promove campanhas e ações em diferentes períodos, incluindo iniciativas relacionadas à alimentação, material escolar, inverno, Páscoa e Natal. O trabalho é realizado a partir da atuação de células inseridas em comunidades carentes, que permitem identificar as necessidades das famílias atendidas.

Em 2026, a estimativa é de que a realização do Diversow mobilize cerca de R$ 250 mil em recursos, entre estrutura, alimentação, brinquedos, kits e demais necessidades do evento.

Mesmo com parte da estrutura já garantida, o Instituto ainda busca recursos financeiros e doações de alimentos para completar a ação. As contribuições podem ser feitas até 15 de outubro.

Como apoiar

Pessoas físicas e empresas podem contribuir com a realização do Diversow por meio de doações financeiras, alimentos, produtos ou serviços.

Pix: (65) 99618-0832
Instituto Sow
CNPJ: 36.375.043/0001-07
Site: www.institutosow.com.br
Instagram: @institutosow

Serviço

4ª edição do Diversow – Instituto Sow
Data: 17 de outubro de 2026
Horário: das 16h às 20h
Local: Escola Meninos da Vila
Cidade: Cuiabá (MT)
Público: 630 crianças de 5 a 12 anos, previamente selecionadas pelo Instituto Sow

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Idosos do Abrigo Bom Jesus aprendem a usar celular e a se proteger de golpes digitais em projeto do UniSenai-MT

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A tecnologia não tem idade, mas exige conhecimento e segurança. Pensando nisso, a Fundação Abrigo do Bom Jesus, em Cuiabá, recebeu no sábado (10 de outubro) a primeira oficina do projeto Tecnologia 60+, desenvolvido pelo UniSenai-MT, com o objetivo de promover a inclusão digital e fortalecer a autonomia das pessoas idosas.
A iniciativa ganha especial relevância diante de uma realidade preocupante: alguns idosos acolhidos pela instituição já foram vítimas de golpes financeiros. Para esse público, aprender a identificar mensagens suspeitas, reconhecer tentativas de fraude e utilizar o celular com segurança representa muito mais do que adquirir uma habilidade tecnológica. Significa proteger sua autonomia e seus recursos financeiros.

 

A oficina foi conduzida pela facilitadora Letícia Batista de Barros , do curso de extensão tecnológica do UniSenai-MT, com o apoio de uma equipe formada por instrutores e estudantes. A programação aborda conhecimentos básicos sobre smartphones, utilização de ferramentas digitais, prevenção de golpes e formas de ampliar a participação social por meio da tecnologia. Para muitos moradores do Abrigo, o celular já faz parte da rotina, especialmente como instrumento de comunicação com familiares e amigos, além de proporcionar momentos de lazer e entretenimento. Entretanto, a falta de familiaridade com os recursos digitais pode deixá-los mais vulneráveis a fraudes e outras situações de risco. Segundo a coordenadora do grupo de 34 cuidadores que trabalham no Abrigo, a pedagoga e especialista em gerontologia Laura Dias, o projeto busca oferecer mais conhecimento, autonomia e participação aos idosos, trabalhando conteúdos que vão desde noções básicas sobre equipamentos tecnológicos até a utilização segura dos smartphones.

A primeira oficina contou com a participação de nove idosos que permaneceram durante as atividades. A equipe envolvida reuniu dez instrutores e participantes, incluindo o coordenador Fabiano Pontes , que contribuíram para o acompanhamento dos residentes durante o aprendizado.

Tecnologia como instrumento de dignidade e proteção

Com 86 anos de história, a Fundação Abrigo do Bom Jesus acolhe atualmente mais de 100 pessoas idosas, muitas delas em situação de abandono familiar e vulnerabilidade social.
A instituição vem ampliando suas atividades voltadas ao envelhecimento ativo, à convivência e à valorização das capacidades individuais dos residentes. Nesse contexto, a inclusão digital representa uma oportunidade de estimular a aprendizagem, fortalecer vínculos afetivos e proporcionar maior independência.
A proposta também chama a atenção para a necessidade de proteger financeiramente a população idosa, frequentemente exposta a tentativas de golpes por mensagens, ligações telefônicas e aplicativos.
Mais do que ensinar a utilizar novas ferramentas, o projeto reconhece que as pessoas idosas têm o direito de participar das transformações tecnológicas da sociedade, independentemente da idade ou de suas limitações.
A programação do Tecnologia 60+ prevê um segundo encontro no sábado, 17 de outubro, dando continuidade às atividades educativas.
A parceria entre o UniSenai-MT e a Fundação Abrigo do Bom Jesus reforça a importância da aproximação entre instituições de ensino e organizações filantrópicas, demonstrando que o conhecimento pode se transformar em instrumento de cuidado, proteção e inclusão social.

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