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Doações arrecadadas durante a feira serão destinadas ao Sesc Mesa Brasil e beneficiarão entidades sociais que atendem famílias em situação de insegurança alimentar em Mato Grosso. 

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O projeto Sesc Mesa Brasil, do Serviço Social do Comércio (Sesc-MT), está presente mais uma vez na Feira Industrial, Comercial e Agropecuária de Mato Grosso (58ª Expoagro), que está em andamento em Cuiabá e teve inicio dia 10 e vai até dia 19 de julho. Durante este período, o Centro de Eventos Senador Jonas Pinheiro será ponto de arrecadação de alimentos não perecíveis por meio do ingresso solidário.
A doação de alimentos garante entrada gratuita nos dias em que não haverá shows nacionais. Já nos dias 10, 11, 16, 17 e 18 de julho, quando haverá apresentações musicais com cobrança de ingresso, o ingresso solidário dará direito a valores diferenciados em qualquer setor da feira. Para participar, basta apresentar o ingresso e entregar os alimentos na bilheteria da 58ª Expoagro para retirar a pulseira de acesso.
A ação busca incentivar a solidariedade dos visitantes e ampliar a arrecadação de alimentos que serão destinados ao Sesc Mesa Brasil, fortalecendo o atendimento às entidades sociais cadastradas pelo programa e, consequentemente, às famílias em situação de insegurança alimentar em Mato Grosso.
O presidente do Sistema Comércio de Mato Grosso, Sebastião Gonçalves, destaca que a parceria com o Sindicato Rural de Cuiabá fortalece o alcance social da Expoagro e reafirma o compromisso das instituições com o combate à fome.
“Essa cooperação entre o Sistema Comércio de Mato Grosso, por meio do Sesc Mesa Brasil, e o Sindicato Rural de Cuiabá demonstra a força da união entre instituições comprometidas com o desenvolvimento social. A Expoagro é um dos maiores eventos do estado e representa uma oportunidade de mobilizar a sociedade em torno da solidariedade, transformando cada doação em alimento na mesa de quem mais precisa. Essa iniciativa reforça o compromisso do Sesc com o combate à fome, a redução do desperdício e a promoção da cidadania”, afirma Sebastião Gonçalves.
O presidente do Sindicato Rural de Cuiabá, Celso Nogueira, enfatizou a importância da colaboração de longa data com o Sesc Mesa Brasil e destacou a eficiência do programa em transformar as doações arrecadadas durante a Expoagro em apoio às famílias que mais precisam.
“Essa aliança com o Sesc Mesa Brasil é construída há muitos anos e tem um impacto social muito importante. O programa possui uma logística eficiente, que garante que os alimentos cheguem a quem realmente precisa, de acordo com as necessidades de cada família. Ficamos felizes em contribuir com essa iniciativa durante a Expoagro, porque sabemos que cada doação se transforma em solidariedade para quem mais precisa”, destaca Celso Nogueira.
Além da ação solidária, o Sesc-MT também é parceiro do Sindicato Rural de Cuiabá na realização da 58ª Expoagro e levará ao palco da festa agropecuária o show do Trio Pescuma, Henrique e Claudinho com a banda É Bem MT, no dia 16 de julho, às 22 horas.
Integrante do Sistema Comércio, liderado pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), o Sesc-MT reforça, por meio dessa parceria, seu compromisso com a promoção da cidadania, da segurança alimentar e da solidariedade.
Destinação das doações
Em 2025, mais de 21 toneladas de alimentos não perecíveis foram arrecadadas durante a 57ª Expoagro e entregues ao Sesc Mesa Brasil. As doações foram distribuídas para entidades sociais que atendem famílias em situação de vulnerabilidade em Cuiabá, Várzea Grande e Poconé.
Implantado há 21 anos em Mato Grosso, nas cidades de Cuiabá e Rondonópolis, o Sesc Mesa Brasil é a maior rede privada de bancos de alimentos da América Latina. O programa atua no combate ao desperdício de alimentos e à fome, promovendo a arrecadação e a distribuição de alimentos para instituições sociais cadastradas, que atendem milhares de pessoas em situação de vulnerabilidade.
Sobre o Sesc-MT 
O Serviço Social do Comércio (Sesc-MT) é uma entidade privada, financiada com as contribuições do empresariado, sem ônus para os empregados, ou a utilização de recursos públicos. Desde 1947, promove ações de saúde, lazer, educação, cultura e assistência, com o objetivo de fornecer o bem-estar social e a qualidade de vida dos trabalhadores do Comércio de Bens, Serviços e Turismo, de seus familiares e da comunidade em geral em Mato Grosso.
Atualmente, o Sesc-MT administra 22 unidades fixas no estado e seis unidades móveis que circulam pelos municípios do interior. O Sistema S do Comércio é presidido pelo empresário Sebastião Gonçalves. A entidade é filiada à Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), sob o comando de José Roberto Tadros.

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6 fatores que podem fazer o produtor perder dinheiro sem perceber

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Em um momento de custos elevados e maior pressão sobre as margens, olhar para dentro da operação agrícola é tão importante quanto acompanhar os preços das commodities. Parte dos gastos do campo, no entanto, não aparece de forma evidente na planilha do produtor. Consumo excessivo de combustível, sobreposição de operações, regulagens inadequadas, manutenção fora do prazo e períodos de máquina parada que, somados, podem comprometer a eficiência e o resultado da safra.

Para ajudar o produtor a identificar esses custos e encontrar oportunidades de melhoria, Lucas Zanetti, gerente de Marketing de Produtos Massey Ferguson, destaca seis pontos que merecem atenção no planejamento e acompanhamento das operações agrícolas:

 

  1. Consumo de combustível

O combustível está entre os principais custos relacionados à operação de máquinas, e seu consumo pode variar de acordo com fatores como velocidade de trabalho, condições do solo, dimensionamento dos implementos, carga do moto e manutenção.

Uma máquina trabalhando fora da faixa adequada ou com componentes desgastados pode demandar mais esforço para realizar a mesma atividade, aumentando o consumo.

Acompanhar o consumo por operação e, sempre que possível, por hectare pode ajudar a identificar desvios e oportunidades de ajuste. A comparação entre diferentes áreas, atividades e períodos também permite entender quais condições estão associadas a um desempenho mais eficiente. Para máquinas que possuem gerenciamento de frota, como telemetria, esses dados podem contribuir para identificar erros operacionais ou de logística que resultam em um consumo de combustível acima do ideal.

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  1. Sobreposição de operações

Quando a máquina percorre novamente uma área que já recebeu determinada atividade, o produtor pode estar gastando combustível, insumos, mão de obra e horas de equipamento sem gerar um ganho proporcional.

Tecnologias de agricultura de precisão, orientação e automação ajudam a reduzir sobreposições e a melhorar o aproveitamento da área trabalhada. Recursos de orientação permitem conduzir a máquina com maior precisão, enquanto o controle de seções pode evitar a aplicação de insumos em áreas que já receberam o tratamento.

Mais do que contabilizar os hectares trabalhados, acompanhar a eficiência de cada atividade permite identificar onde existem perdas e oportunidades para utilizar melhor os recursos disponíveis.

  1. Regulagem dos equipamentos

Uma máquina corretamente regulada pode fazer diferença tanto na qualidade da operação quanto no aproveitamento dos recursos.

No plantio, por exemplo, profundidade, população e distribuição das sementes precisam estar de acordo com a cultura e as condições da área. Em outras operações, ajustes inadequados podem comprometer a aplicação de insumos, aumentar perdas ou exigir maior esforço do equipamento.

A regulagem deve ser realizada antes do início da operação e revisada sempre que houver mudança nas condições de trabalho, cultura ou implemento.

  1. Tempo de máquina parada

Uma quebra durante a safra pode representar muito mais do que o valor do reparo. O produtor também pode perder horas de trabalho, mão de obra e, principalmente, uma janela adequada para realizar determinada operação.

A manutenção preventiva deve ser considerada parte do planejamento da produção, e não apenas uma despesa. Antes de períodos críticos, a revisão dos principais componentes, a verificação de itens de desgaste e o planejamento das intervenções necessárias podem reduzir o risco de uma parada justamente quando a máquina é mais necessária.

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  1. Dados que não viram decisão

Saber quanto uma máquina trabalhou é apenas o primeiro passo. Informações sobre horas de operação, consumo, desempenho e produtividade podem ajudar o produtor a entender onde estão os principais custos e quais atividades apresentam maior ou menor eficiência.

Plataformas de gestão e conectividade permitem centralizar informações da operação e acompanhar dados da frota, apoiando o planejamento e a tomada de decisão.

O próximo passo é transformar esses dados em indicadores que possam ser acompanhados ao longo da safra. Saber quanto uma máquina consome, quanto tempo permanece efetivamente trabalhando e onde estão as principais paradas permite ao produtor enxergar custos que muitas vezes ficam diluídos na operação

  1. Custo por hectare

A análise da eficiência também pode ir além do gasto imediato. Para entender o desempenho de uma máquina, o produtor pode considerar o custo total da operação, que envolve fatores como combustível, manutenção, disponibilidade, produtividade e vida útil do equipamento.

“Em uma operação agrícola, eficiência não significa apenas fazer mais em menos tempo. Significa aproveitar melhor cada litro de combustível, cada hora de máquina e cada hectare trabalhado. Quando o produtor consegue identificar onde estão as perdas, passa a ter mais informações para tomar decisões e melhorar o resultado da operação”, reforça o especialista.

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