ESPORTE
Jogo do Brasil x Venezuela na Arena Pantanal contará com a presença de Khaby Lame, maior TikToker do mundo, entra na programação de lançamento da Legathum Global Institute
Publicado em
6 de outubro de 2023por
Da Redação
Um é pouco, mas dois é demais! O maior TikToker do mundo, Khaby Lame, é o convidado especial do lançamento do Legathum Global Institute, no dia 11 de outubro, e entrevista o seu próprio eu criado em holografia, recriando as nuances da fala, as emoções e até o jeito humorado de falar. Qual dos dois será o mais engraçado? O influencer passará por São Paulo, Rio de Janeiro e Cuiabá.
A IA nunca foi tão popular quanto hoje. Com o potencial de transformar a forma de viver, trabalhar e interagir, o mercado de IA é uma das indústrias de crescimento mais rápido do mundo.
O assunto será tema do lançamento do Legathum Global Institute, no dia 11 de outubro, em São Paulo. O evento terá grandes nomes palestrando, como o Publicitário, Administrador de Empresas, Especialista em Inovação e Transformação Digital, Walter Longo; a Empreendedora e CEO da Diamante XP, Ana Diamante; o Palestrante Internacional, José Salibi Neto; o Fundador e CEO da 5ire.org, Pratik Gauri; e o maior TikToker do mundo, Khaby Lame.

“Será uma jornada de 6 marcantes dias que o Legathum Global Institute tem o prazer de anunciar e firmar no Brasil. Neste dia, teremos a honra de receber e homenagear os nomes de prestígio para o marco histórico e global da IA. Além da presença especial de Khaby Lame, o maior TikToker do mundo, cuja influência alcança milhões de pessoas”, acrescenta Deibson Slva, Fundador e CEO da Legathum Global Institute.
Khaby, por sua vez, fará parte da experiência construída e promovida pelo próprio Instituto: a construção de legados através da Inteligência Artificial, e ainda, será confrontado pelo seu próprio eu em holografia. “O projeto também prevê mapear a personalidade humana e transferir tudo isso para uma inteligência artificial, por meio de um sistema, registrando dados da infância aos dias atuais, com informações variadas: do cotidiano, momentos marcantes, memórias e conhecimentos, e a partir da análise completa desses dados, a ferramenta vai conseguir chegar no objetivo final”, relata Silva, que irá projetar o Khaby em IA, em uma conversa contagiante, instigante e inédita ao vivo.
De acordo com um relatório da Grand View Research, o mercado global de IA deverá atingir US$ 733,7 bilhões até 2027, com uma taxa de crescimento anual composta de 42,2% durante o período de previsão. O relatório também destaca que o aumento da adoção de tecnologias de IA em vários setores, como manufatura, saúde e varejo, é um dos principais fatores que impulsionam o crescimento do mercado.
Isso reforça o trabalho do Neurocientista brasileiro que anteviu o boom da AI generativa há 3 anos. Deibson Silva conquistou espaço nesse mercado e lança uma tecnologia capaz de replicar e escalar a mente consciente das pessoas, proporcionando o que ele batizou de Legado. “Hoje, eu e a Legathum Global Institute, temos o prazer de anunciar o lançamento desta inovação, que promete mudar a maneira como compreendemos e ampliamos a mente consciente. Essa conquista representa um marco significativo na convergência entre a inteligência humana e artificial. Através do uso desta tecnologia, somos levados a explorar as profundezas da consciência e da cognição humana como nunca antes”, afirma o fundador e CEO da empresa.
Este cientista, cuja visão se mostrou profética, reconheceu o potencial da inteligência artificial generativa antes que ela se tornasse uma tendência global e apostou nesse mercado para além da neurociência, mas como um método único de empreender com o cerne da vida na terra: o legado.
Um estudo realizado pela IBM em 2022 revelou o interesse atual de empresas brasileiras em soluções de IA. Segundo a pesquisa, publicada no fim do ano passado, 41% das empresas do Brasil já utilizavam algum tipo de ferramenta de inteligência artificial. O crescimento do investimento nas ferramentas no país acompanhou uma tendência mundial, de acordo com o levantamento.
Outro levantamento, desenvolvido pela consultoria IDC, prevê que o Brasil supere a cifra de US$ 1 bilhão em investimentos com IA em 2023, um aumento de 33% comparado ao ano anterior.
Tendo em vista a amplitude desse mercado, através de anos de pesquisa e desenvolvimento dedicados, esta tecnologia inovadora promete abrir novos horizontes em áreas como a saúde mental, a aprendizagem, a criatividade e outros âmbitos da construção filosófica e humana. “Estamos ansiosos para ver como essa tecnologia transformará nossa compreensão da mente consciente e as possibilidades que ela trará para o futuro. Este é um momento emocionante e marcante na jornada da inteligência artificial, e estamos comprometidos em acompanhar e relatar os desenvolvimentos à medida que avançamos nesta nova era da pesquisa e da inovação”, finaliza o neurocientista.
A Legathum Global Institute, por meio do seu Fundador Deibson Silva, possui a exclusividade de direitos de imagem de Khaby Lame em toda a América do Sul, sendo seu representante oficial.

Sobre o Legathum Global Institute
O Legathum Global Institute é uma comunidade dedicada à descoberta, desbloqueio e desenvolvimento do potencial humano. Sob a liderança visionária de Deibson Silva, a empresa está comprometida em unir inovação, tecnologia e educação para criar um mundo melhor e mais iluminado.

Sobre Khaby Lame
Khaby Lame é o maior TikToker do mundo, conhecido por seu senso de humor único e vídeos de comédia que cativam públicos de todas as idades.
Sobre Deibson Silva
Deibson Silva é o CEO do Legathum Global Institute, um visionário na fusão de tecnologia, educação e inovação para o bem da humanidade. Sua liderança inspiradora está moldando o futuro da América do Sul e além.
CIDADES
Vivo e Starlink avançam em testes para levar sinal de satélite diretamente ao celular no Brasil
Published
38 minutos atráson
19 de agosto de 2026By
Da Redação
Nome “Vivo Starlink” começa a aparecer em smartphones enquanto operadora testa tecnologia capaz de conectar celulares diretamente a satélites, sem necessidade da tradicional antena da Starlink
Uma mudança discreta percebida por usuários de telefonia móvel nos últimos dias pode ser o sinal de uma transformação importante na forma como os brasileiros se conectam. O nome “Vivo Starlink” começou a aparecer na identificação de rede de alguns aparelhos, justamente no momento em que a Telefônica Brasil, dona da Vivo, avança nos testes de comunicação direta entre smartphones e satélites.
A tecnologia é conhecida como Direct-to-Device, ou D2D, e permite que determinados celulares se comuniquem diretamente com satélites em órbita, sem depender exclusivamente de uma torre convencional de telefonia próxima e sem a necessidade de instalar a conhecida antena externa utilizada atualmente pelos clientes da internet residencial da Starlink. (Tecnoblog)
O SaranNews verificou a informação e confirmou que existe, de fato, uma autorização da Agência Nacional de Telecomunicações, Anatel para que a Telefônica Brasil realize testes da tecnologia em território nacional.
Segundo informações publicadas pelo setor especializado em telecomunicações, o Ato nº 9.095, publicado no Diário Oficial da União em 15 de julho, autorizou experimentos entre 19 de julho e 22 de outubro de 2026, envolvendo até 50 terminais móveis. (TeleSíntese)
Embora o documento da Anatel não identifique formalmente a companhia responsável pelo segmento espacial do experimento, informações de mercado apontam para negociações entre a Vivo e a SpaceX, empresa de Elon Musk responsável pela constelação Starlink. (TeleSíntese)
Nos últimos dias, o avanço ficou ainda mais evidente. Clientes começaram a registrar em seus aparelhos a identificação “Vivo Starlink”, e fontes ouvidas pelo Tecnoblog indicam que as empresas estão caminhando para uma parceria estratégica que poderá resultar na oferta comercial do serviço nos próximos meses. Vivo e Starlink, entretanto, ainda não divulgaram oficialmente os detalhes de um eventual contrato. (Tecnoblog)
O celular vira uma espécie de “antena de satélite”
Na prática, a proposta é fazer com que os próprios satélites funcionem como torres de telefonia no espaço.
Em uma região com cobertura convencional de 4G ou 5G, nada muda: o aparelho continua conectado às antenas terrestres da operadora. Mas, ao chegar a uma fazenda, estrada, região de mata ou qualquer outro ponto sem cobertura convencional, um aparelho compatível poderá procurar o sinal do satélite.
É justamente aí que está o potencial da tecnologia.
Em um país continental como o Brasil, onde há enormes áreas rurais e extensos trechos de rodovias sem cobertura de telefonia, o D2D poderá reduzir significativamente os chamados “buracos de sinal”.
A própria Anatel vem estudando a comunicação direta entre dispositivos móveis e satélites há alguns anos. Em 2024, a agência já havia autorizado os primeiros experimentos de D2D no país, apontando a tecnologia como uma alternativa capaz de ampliar futuramente a cobertura dos sistemas móveis brasileiros. (Serviços e Informações do Brasil)
Não significa internet Starlink liberada para todos
É justamente neste ponto que algumas publicações nas redes sociais precisam ser interpretadas com cautela.
Ver a identificação “Vivo Starlink” no telefone não significa que todos os clientes da Vivo já tenham acesso à internet da Starlink.
O serviço continua em fase experimental e detalhes importantes ainda são desconhecidos, entre eles os modelos de celulares definitivamente compatíveis, planos que terão acesso, preço, velocidade e quais serviços serão disponibilizados inicialmente.
A tendência internacional é que a conexão por satélite comece com funções mais simples, sobretudo mensagens e comunicações emergenciais, antes da expansão para serviços mais pesados de dados.
Nos Estados Unidos, por exemplo, a T-Mobile já opera comercialmente um serviço baseado na Starlink para comunicação direta com celulares. A tecnologia é considerada principalmente um complemento à rede terrestre, e não uma substituição do 4G, 5G, das fibras ópticas ou das atuais torres de telefonia. (Tecnoblog)
Uma mudança especialmente importante para o interior
Para Mato Grosso e outros estados com extensas áreas rurais, a tecnologia pode ter um impacto ainda maior.
Rodovias, propriedades rurais, áreas de produção agrícola, comunidades isoladas, regiões de fronteira e locais distantes dos grandes centros ainda convivem com ausência ou instabilidade de sinal.
Uma comunicação direta entre celular e satélite poderia representar não apenas comodidade, mas também segurança.
Um motorista com o veículo quebrado em uma estrada sem cobertura, uma ocorrência policial em área remota, equipes de saúde, produtores rurais ou pessoas envolvidas em situações de emergência poderiam, no futuro, ter uma alternativa de comunicação justamente onde hoje aparece no celular a temida mensagem: “sem serviço”.
Por enquanto, ainda estamos diante de testes.
Mas o surgimento da identificação “Vivo Starlink” nos aparelhos mostra que aquela ideia que poucos anos atrás parecia distante, apontar um celular comum para o céu e conseguir comunicação por meio de um satélite, está cada vez mais próxima de fazer parte do cotidiano brasileiro.
Vivo e Starlink avançam em testes para levar sinal de satélite diretamente ao celular no Brasil
Nome “Vivo Starlink” começa a aparecer em smartphones enquanto operadora testa tecnologia capaz de conectar celulares diretamente a satélites, sem necessidade da tradicional antena da Starlink
Uma mudança discreta percebida por usuários de telefonia móvel nos últimos dias pode ser o sinal de uma transformação importante na forma como os brasileiros se conectam. O nome “Vivo Starlink” começou a aparecer na identificação de rede de alguns aparelhos, justamente no momento em que a Telefônica Brasil, dona da Vivo, avança nos testes de comunicação direta entre smartphones e satélites.
A tecnologia é conhecida como Direct-to-Device, ou D2D, e permite que determinados celulares se comuniquem diretamente com satélites em órbita, sem depender exclusivamente de uma torre convencional de telefonia próxima e sem a necessidade de instalar a conhecida antena externa utilizada atualmente pelos clientes da internet residencial da Starlink. (Tecnoblog)
O SaranNews verificou a informação e confirmou que existe, de fato, uma autorização da Agência Nacional de Telecomunicações — Anatel — para que a Telefônica Brasil realize testes da tecnologia em território nacional.
Segundo informações publicadas pelo setor especializado em telecomunicações, o Ato nº 9.095, publicado no Diário Oficial da União em 15 de julho, autorizou experimentos entre 19 de julho e 22 de outubro de 2026, envolvendo até 50 terminais móveis. (TeleSíntese)
Embora o documento da Anatel não identifique formalmente a companhia responsável pelo segmento espacial do experimento, informações de mercado apontam para negociações entre a Vivo e a SpaceX, empresa de Elon Musk responsável pela constelação Starlink. (TeleSíntese)
Nos últimos dias, o avanço ficou ainda mais evidente. Clientes começaram a registrar em seus aparelhos a identificação “Vivo Starlink”, e fontes ouvidas pelo Tecnoblog indicam que as empresas estão caminhando para uma parceria estratégica que poderá resultar na oferta comercial do serviço nos próximos meses. Vivo e Starlink, entretanto, ainda não divulgaram oficialmente os detalhes de um eventual contrato. (Tecnoblog)
O celular vira uma espécie de “antena de satélite”
Na prática, a proposta é fazer com que os próprios satélites funcionem como torres de telefonia no espaço.
Em uma região com cobertura convencional de 4G ou 5G, nada muda: o aparelho continua conectado às antenas terrestres da operadora. Mas, ao chegar a uma fazenda, estrada, região de mata ou qualquer outro ponto sem cobertura convencional, um aparelho compatível poderá procurar o sinal do satélite.
É justamente aí que está o potencial da tecnologia.
Em um país continental como o Brasil, onde há enormes áreas rurais e extensos trechos de rodovias sem cobertura de telefonia, o D2D poderá reduzir significativamente os chamados “buracos de sinal”.
A própria Anatel vem estudando a comunicação direta entre dispositivos móveis e satélites há alguns anos. Em 2024, a agência já havia autorizado os primeiros experimentos de D2D no país, apontando a tecnologia como uma alternativa capaz de ampliar futuramente a cobertura dos sistemas móveis brasileiros. (Serviços e Informações do Brasil)
Não significa internet Starlink liberada para todos
É justamente neste ponto que algumas publicações nas redes sociais precisam ser interpretadas com cautela.
Ver a identificação “Vivo Starlink” no telefone não significa que todos os clientes da Vivo já tenham acesso à internet da Starlink.
O serviço continua em fase experimental e detalhes importantes ainda são desconhecidos, entre eles os modelos de celulares definitivamente compatíveis, planos que terão acesso, preço, velocidade e quais serviços serão disponibilizados inicialmente.
A tendência internacional é que a conexão por satélite comece com funções mais simples, sobretudo mensagens e comunicações emergenciais, antes da expansão para serviços mais pesados de dados.
Nos Estados Unidos, por exemplo, a T-Mobile já opera comercialmente um serviço baseado na Starlink para comunicação direta com celulares. A tecnologia é considerada principalmente um complemento à rede terrestre, e não uma substituição do 4G, 5G, das fibras ópticas ou das atuais torres de telefonia. (Tecnoblog)
Uma mudança especialmente importante para o interior
Para Mato Grosso e outros estados com extensas áreas rurais, a tecnologia pode ter um impacto ainda maior.
Rodovias, propriedades rurais, áreas de produção agrícola, comunidades isoladas, regiões de fronteira e locais distantes dos grandes centros ainda convivem com ausência ou instabilidade de sinal.
Uma comunicação direta entre celular e satélite poderia representar não apenas comodidade, mas também segurança.
Um motorista com o veículo quebrado em uma estrada sem cobertura, uma ocorrência policial em área remota, equipes de saúde, produtores rurais ou pessoas envolvidas em situações de emergência poderiam, no futuro, ter uma alternativa de comunicação justamente onde hoje aparece no celular a temida mensagem: “sem serviço”.
Por enquanto, ainda estamos diante de testes.
Mas o surgimento da identificação “Vivo Starlink” nos aparelhos mostra que aquela ideia que poucos anos atrás parecia distante, apontar um celular comum para o céu e conseguir comunicação por meio de um satélite, está cada vez mais próxima de fazer parte do cotidiano brasileiro.
SaranNews — Informação com responsabilidade. Informação com responsabilidade.
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