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Cinema mato-grossense ganha a tela da Globo: Um Rolacionamento Quase Perfeito” estreia neste sábado na TV Centro América

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O cinema produzido em Mato Grosso conquista, neste sábado (10), um espaço especial na televisão aberta. O curta-metragem Um Rolacionamento Quase Perfeito será exibido pela TV Centro América, dentro do programa É Bem Mato Grosso, a partir das 13h40, marcando a primeira exibição da obra na TV.


A produção integra o projeto Telecine Mato Grosso, iniciativa da emissora que abre espaço em sua programação para valorizar e divulgar produções audiovisuais regionais, fortalecendo um setor que cresce a cada ano no Estado.


Com cerca de 25 minutos de duração, o filme será exibido em dois blocos, respeitando a dinâmica da programação televisiva. Gravado em 2024 e lançado oficialmente em 2025, o curta mobilizou aproximadamente 80 profissionais, entre elenco e equipe técnica, reforçando a força do audiovisual feito em Mato Grosso.

Protagonizado pela dupla Nico e Lau, personagens vividos por Lioniê Vitório (Nicolina) e J. Astrevo (Laurenço), o filme aposta no humor popular para tratar de assuntos contemporâneos como relações afetivas, conflitos da vida a dois, empoderamento feminino e quebra de tabus sociais, tudo com o linguajar, a musicalidade e a identidade cultural cuiabana que consagraram a dupla.

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A produção executiva é de Marcelo Okamura, com direção de Luiz Marchetti e direção de fotografia de Keydson Barcelos. O roteiro assinado por J. Astrevo de Aguiar transforma situações do cotidiano em uma comédia que dialoga diretamente com o público.


Segundo o diretor Luiz Marchetti, levar o filme para a TV aberta amplia o alcance da obra.

“Quando um filme regional entra na programação de uma emissora como a TV Centro América, ele deixa de ser só cinema e passa a ser também memória cultural. É uma forma de o público se reconhecer na tela”, destaca.


Já o roteirista e ator J. Astrevo reforça o caráter popular da produção:

“A gente fala de relacionamento, de família e de comportamento com humor, porque é assim que o povo se identifica. É cinema simples, direto, mas com muita verdade”, afirma.

 

O Telecine Mato Grosso também já tem nova data confirmada: no dia 17 de janeiro, a emissora exibe o filme “O Jogador”, outra produção regional que reforça o compromisso do projeto com o audiovisual mato-grossense.

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Além das exibições na TV, a dupla Nico e Lau tem levado seus curtas a comunidades da capital e do interior, muitas vezes locais com pouco acesso à arte e à cultura, sempre com grande repercussão junto ao público.

“Um Rolacionamento Quase Perfeito” é uma realização da Nico e Lau Filmes, em parceria com MTO 2 Marketing e Publicidade, Q a Q Filmes e CALM Audiovisual, com proponente o Instituto Leverger.

O filme foi viabilizado por meio de financiamento do Governo do Estado de Mato Grosso, via SECEL, com apoio da ALMT, por intermédio de emenda parlamentar do deputado estadual Paulo Araújo.

Serviço

📺 O quê: Filme Um Rolacionamento Quase Perfeito

📅 Quando: Sábado, 10 de janeiro

⏰ Horário: 13h40

📡 Onde: TV Centro América / Globo

📌 Programa: É Bem Mato Grosso

Para quem valoriza o cinema feito em casa, a dica é simples: vale a pena assistir, rir e se reconhecer na tela.

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CIDADES

Vivo e Starlink avançam em testes para levar sinal de satélite diretamente ao celular no Brasil

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Nome “Vivo Starlink” começa a aparecer em smartphones enquanto operadora testa tecnologia capaz de conectar celulares diretamente a satélites, sem necessidade da tradicional antena da Starlink

Uma mudança discreta percebida por usuários de telefonia móvel nos últimos dias pode ser o sinal de uma transformação importante na forma como os brasileiros se conectam. O nome “Vivo Starlink” começou a aparecer na identificação de rede de alguns aparelhos, justamente no momento em que a Telefônica Brasil, dona da Vivo, avança nos testes de comunicação direta entre smartphones e satélites.
A tecnologia é conhecida como Direct-to-Device, ou D2D, e permite que determinados celulares se comuniquem diretamente com satélites em órbita, sem depender exclusivamente de uma torre convencional de telefonia próxima e sem a necessidade de instalar a conhecida antena externa utilizada atualmente pelos clientes da internet residencial da Starlink. (Tecnoblog)
O SaranNews verificou a informação e confirmou que existe, de fato, uma autorização da Agência Nacional de Telecomunicações, Anatel para que a Telefônica Brasil realize testes da tecnologia em território nacional.
Segundo informações publicadas pelo setor especializado em telecomunicações, o Ato nº 9.095, publicado no Diário Oficial da União em 15 de julho, autorizou experimentos entre 19 de julho e 22 de outubro de 2026, envolvendo até 50 terminais móveis. (TeleSíntese)
Embora o documento da Anatel não identifique formalmente a companhia responsável pelo segmento espacial do experimento, informações de mercado apontam para negociações entre a Vivo e a SpaceX, empresa de Elon Musk responsável pela constelação Starlink. (TeleSíntese)
Nos últimos dias, o avanço ficou ainda mais evidente. Clientes começaram a registrar em seus aparelhos a identificação “Vivo Starlink”, e fontes ouvidas pelo Tecnoblog indicam que as empresas estão caminhando para uma parceria estratégica que poderá resultar na oferta comercial do serviço nos próximos meses. Vivo e Starlink, entretanto, ainda não divulgaram oficialmente os detalhes de um eventual contrato. (Tecnoblog)
O celular vira uma espécie de “antena de satélite”
Na prática, a proposta é fazer com que os próprios satélites funcionem como torres de telefonia no espaço.
Em uma região com cobertura convencional de 4G ou 5G, nada muda: o aparelho continua conectado às antenas terrestres da operadora. Mas, ao chegar a uma fazenda, estrada, região de mata ou qualquer outro ponto sem cobertura convencional, um aparelho compatível poderá procurar o sinal do satélite.
É justamente aí que está o potencial da tecnologia.
Em um país continental como o Brasil, onde há enormes áreas rurais e extensos trechos de rodovias sem cobertura de telefonia, o D2D poderá reduzir significativamente os chamados “buracos de sinal”.
A própria Anatel vem estudando a comunicação direta entre dispositivos móveis e satélites há alguns anos. Em 2024, a agência já havia autorizado os primeiros experimentos de D2D no país, apontando a tecnologia como uma alternativa capaz de ampliar futuramente a cobertura dos sistemas móveis brasileiros. (Serviços e Informações do Brasil)
Não significa internet Starlink liberada para todos
É justamente neste ponto que algumas publicações nas redes sociais precisam ser interpretadas com cautela.
Ver a identificação “Vivo Starlink” no telefone não significa que todos os clientes da Vivo já tenham acesso à internet da Starlink.
O serviço continua em fase experimental e detalhes importantes ainda são desconhecidos, entre eles os modelos de celulares definitivamente compatíveis, planos que terão acesso, preço, velocidade e quais serviços serão disponibilizados inicialmente.
A tendência internacional é que a conexão por satélite comece com funções mais simples, sobretudo mensagens e comunicações emergenciais, antes da expansão para serviços mais pesados de dados.
Nos Estados Unidos, por exemplo, a T-Mobile já opera comercialmente um serviço baseado na Starlink para comunicação direta com celulares. A tecnologia é considerada principalmente um complemento à rede terrestre, e não uma substituição do 4G, 5G, das fibras ópticas ou das atuais torres de telefonia. (Tecnoblog)
Uma mudança especialmente importante para o interior

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Para Mato Grosso e outros estados com extensas áreas rurais, a tecnologia pode ter um impacto ainda maior.
Rodovias, propriedades rurais, áreas de produção agrícola, comunidades isoladas, regiões de fronteira e locais distantes dos grandes centros ainda convivem com ausência ou instabilidade de sinal.
Uma comunicação direta entre celular e satélite poderia representar não apenas comodidade, mas também segurança.
Um motorista com o veículo quebrado em uma estrada sem cobertura, uma ocorrência policial em área remota, equipes de saúde, produtores rurais ou pessoas envolvidas em situações de emergência poderiam, no futuro, ter uma alternativa de comunicação justamente onde hoje aparece no celular a temida mensagem: “sem serviço”.
Por enquanto, ainda estamos diante de testes.
Mas o surgimento da identificação “Vivo Starlink” nos aparelhos mostra que aquela ideia que poucos anos atrás parecia distante, apontar um celular comum para o céu e conseguir comunicação por meio de um satélite, está cada vez mais próxima de fazer parte do cotidiano brasileiro.

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A própria Anatel vem estudando a comunicação direta entre dispositivos móveis e satélites há alguns anos. Em 2024, a agência já havia autorizado os primeiros experimentos de D2D no país, apontando a tecnologia como uma alternativa capaz de ampliar futuramente a cobertura dos sistemas móveis brasileiros. (Serviços e Informações do Brasil)

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Rodovias, propriedades rurais, áreas de produção agrícola, comunidades isoladas, regiões de fronteira e locais distantes dos grandes centros ainda convivem com ausência ou instabilidade de sinal.
Uma comunicação direta entre celular e satélite poderia representar não apenas comodidade, mas também segurança.
Um motorista com o veículo quebrado em uma estrada sem cobertura, uma ocorrência policial em área remota, equipes de saúde, produtores rurais ou pessoas envolvidas em situações de emergência poderiam, no futuro, ter uma alternativa de comunicação justamente onde hoje aparece no celular a temida mensagem: “sem serviço”.

Por enquanto, ainda estamos diante de testes.

Mas o surgimento da identificação “Vivo Starlink” nos aparelhos mostra que aquela ideia que poucos anos atrás parecia distante, apontar um celular comum para o céu e conseguir comunicação por meio de um satélite, está cada vez mais próxima de fazer parte do cotidiano brasileiro.

SaranNews — Informação com responsabilidade. Informação com responsabilidade.

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