ESPORTE
Delegação brasileira conquistou 282 medalhas, sendo 88 de ouro
Publicado em
29 de agosto de 2023por
Da Redação
Com 282 medalhas, o Brasil terminou a Olimpíada do Desporto Escolar – Gymnasiade 2023, em primeiro lugar. A delegação brasileira conquistou 88 medalhas de ouro, 91 de prata e 103 de bronze. Em segundo lugar, ficou a China, com 97 medalhas, e, em terceiro, Taipei Chinesa, com 67. Mais de 1,4 mil atletas da categoria sub-15, representando 46 países, participaram do evento esportivo nos mesmos equipamentos dos Jogos de 2016, na cidade do Rio de Janeiro.

Para o presidente da Confederação Brasileira do Desporto Escolar (CBDE) e vice-presidente da Federação Internacional do Desporto Escolar (ISF), Antônio Hora Filho, a vitória do Brasil consolida um trabalho que busca estimular o esporte nas escolas, gerando educação e agindo diretamente na formação do cidadão. “Graças ao governo federal, após dez anos, a maior competição escolar do mundo retornou ao nosso país, e o sentimento é de gratidão não só a nossa delegação pela campanha histórica no Rio de Janeiro, mas também a todas as federações escolares que fazem essa engrenagem vitoriosa acontecer”, disse em mensagem enviada à Agência Brasil.
O secretário de Estado de Esporte e Lazer do Rio de Janeiro, Rafael Picciani, considerou o resultado do Brasil um grande feito não só para o país, mas também para o Rio de Janeiro, que sediou a competição. “Além de fomentar o desporto escolar, o evento fez uso do legado olímpico, permitiu reviver toda a emoção de receber atletas do mundo inteiro aqui e estimulou participação popular, com entrada franca todos os dias. Foi uma grande alegria ver o Brasil bater recorde em tamanho da delegação e fechar o quadro de medalhas em primeiro lugar.”
O Brasil também foi sede da Gymnasiade em 2013. Naquele ano, a competição ocorreu em Brasília, reunindo atletas da categoria sub-18.
As provas da Gymnasiade 2023 ocorreram em 18 modalidades: tiro com arco, atletismo, badminton, basquete 3×3, boxe, caratê, dança esportiva, esgrima, ginástica artística, ginástica rítmica, judô, orientação, natação paralímpica, natação, tênis de mesa, taekwondo, wrestling e xadrez.
Sebastião Dias de Oliveira, treinador de três integrantes da delegação de badminton (foto), ficou satisfeito com os resultados da modalidade. “Total de oito medalhas: três de prata, cinco de bronze”, comemorou o treinador, ao falar sobre o desempenho dos atletas brasileiros de badminton na Olimpíada do Desporto Escolar. Segundo ele, um dos destaques foi a equipe carioca. “Chegamos a três finais.”
Uma das medalhistas na modalidade é a jovem Yasmim Nascimento, de 14 anos, que conquistou duas pratas em dupla mista e um bronze no simples.
Brasil
A maior delegação foi a brasileira, que participou com 404 integrantes e 323 estudantes atletas, sendo 161 mulheres e 162 homens de todos os estados do país, o que, para o presidente da CBDE, é resultado das ações pró-equidade desenvolvidas pela entidade.
“Significa dizer que a política de equidade da CBDE vem fazendo efeitos benéficos para a nossa sociedade incluindo a mulher definitivamente no esporte”, ressaltou Antônio Hora Filho na coletiva para a apresentação do evento esportivo, no dia 18, no Centro Olímpico de Tênis, no Parque Olímpico da Barra da Tijuca, na zona oeste do Rio.
Os locais de competição foram as arenas cariocas 1 e 2, no Centro Olímpico de Tênis e Vila Olímpica, instalados no Parque Olímpico da Barra da Tijuca; Arena da Juventude, no Complexo Esportivo de Deodoro; e Complexo Esportivo da Universidade da Força Aérea (Unifa), em Sulacap. Todos esses equipamentos estão na zona oeste da cidade.
Intercâmbio cultural
As equipes chegaram ao Rio nos dias 18 e 19, e o evento foi aberto no dia 20. As competições ocorreram nos dias 21, 22, 24 e 25, com encerramento no sábado (26). A programação dos jovens não ficou restrita a eventos esportivos. Na quarta-feira (23), as competições foram interrompidas e eles tiveram oportunidade de participar do Dia Cultural e da Noite das Nações. Os atletas também visitaram pontos turísticos e cartões-postais do Rio, como Corcovado, Pão de Açúcar e a Praia de Copacabana.
O evento teve também uma área de Fun Fest com programações diárias de entretenimentos. Na Noite das Nações, as delegações puderam expor objetos típicos das culturas de seus países para trocas entre os participantes. Cada país fez uma apresentação cultural e levou uma comida típica. A intenção foi fazer uma grande interação cultural. O retorno das delegações para os seus países foi nos dias 27 e 28.
Lutadora da equipe brasileira de taekwondo, Ana Clara Aguiar, de 14 anos, veio de Goiás e gostou da sua primeira competição internacional. A jovem destacou que conheceu pessoas e novos esportes e trocou experiências com outros atletas.
A ginasta carioca Isabel Aguiar Ramos, de 13 anos, que conquistou a medalha de ouro na ginástica artística, era uma dos 71 competidores do TimeRJ, entre eles, 16 beneficiados pelo programa Bolsa Atleta RJ. Isabel agradeceu o apoio que recebeu da torcida e disse que estava muito feliz por poder participar da Gymnasiade 2023. A medalhista olímpica Daniele Hypolito foi quem entregou o ouro para a jovem.
A Gymnasiade 2023 foi organizada pela Federação Internacional do Desporto Escolar (ISF) em parceria com a Confederação Brasileira do Desporto Escolar (CBDE) e contou com o apoio do governo do Estado do Rio de Janeiro, por meio da Secretaria de Estado de Esporte e Lazer, do Sesc Rio, da Federação de Esportes Estudantis do Rio de Janeiro (FEERJ), da prefeitura do Rio e do Ministério do Esporte.
Fonte: Agência Brasil
BRASIL
Wagner Moura pode virar o novo pesadelo de 007 e o Brasil já está em alerta
Published
5 meses atráson
25 de março de 2026By
Da Redação
Ator brasileiro surge entre os cotados para viver o próximo grande vilão de James Bond, reacendendo a curiosidade do público e a torcida nacional nas telonas.
Tem notícia que simplesmente passa.
E tem notícia que mexe com o orgulho nacional, provoca a imaginação do público e reacende até aquela vontade esquecida de ir ao cinema.
A da vez é dessas.
Wagner Moura, um dos atores brasileiros mais respeitados e admirados internacionalmente, aparece entre os nomes cotados para viver o próximo grande vilão da franquia 007 e só essa possibilidade já foi suficiente para fazer muita gente parar, olhar e pensar:
“agora o negócio ficou sério.”
Porque, sejamos francos:
Wagner Moura sempre teve talento de sobra, presença de tela e respeito internacional.
Mas nem sempre isso se transformou, no Brasil, em multidões correndo para as salas de cinema.
Agora a história pode ser bem diferente.
Porque não estamos falando de qualquer papel.
Estamos falando de James Bond.
Estamos falando de 007.
Estamos falando de um dos vilões mais cobiçados e emblemáticos do cinema mundial.
E, sinceramente?
Wagner Moura tem exatamente o tipo de presença que esse papel exige.
Quando o assunto é 007, não existe papel pequeno
Entrar no universo de Bond não é apenas conseguir mais um trabalho internacional.
É entrar numa máquina global de entretenimento que atravessa gerações, décadas e continentes.
James Bond não é só uma franquia.
É um evento cultural.
É aquele tipo de filme que movimenta público, crítica, redes sociais, debates, apostas e expectativas muito antes da estreia.
É o tipo de produção que transforma ator em ícone, figurino em tendência e vilão em personagem histórico.

E é justamente aí que o nome de Wagner Moura chama tanta atenção.
Porque o vilão de Bond não pode ser só “mau”.
Ele precisa ser marcante, elegante, perigoso, inteligente e imprevisível.
Ele precisa ser aquele personagem que entra em cena e faz o público pensar:
“esse cara pode destruir tudo.”
E Wagner Moura, convenhamos, sabe fazer isso com uma facilidade impressionante.
O Brasil pode finalmente enxergar Wagner Moura como “evento de cinema”
Essa talvez seja a parte mais curiosa — e mais verdadeira de toda essa história.
O Brasil tem um hábito antigo e quase folclórico:
muitas vezes demora a tratar seus grandes talentos como gigantes… até que o mundo inteiro faça isso primeiro.
Foi assim em diversas áreas.
No esporte, na música, na televisão e também no cinema.
Quando o artista brasileiro “explode lá fora”, o público nacional muda a forma de olhar.
O que antes era apenas “mais um ator bom” passa a ser visto como um nome que representa o país numa vitrine internacional.
E isso muda tudo.
Se Wagner Moura realmente entrar em 007, ele deixa de ser apenas um ator brasileiro em projeto estrangeiro.
Ele passa a ocupar um espaço de enorme simbolismo:
o de brasileiro central numa das maiores franquias do planeta.
E isso, goste-se ou não, tem força para levar gente ao cinema.
Wagner Moura como vilão?
Isso parece mais interessante do que muito protagonista por aí
Aqui está uma verdade que muita gente pensa, mas nem sempre diz em voz alta:
há atores que nasceram para ser “mocinhos”.
E há atores que nasceram para ser inesquecíveis.
Wagner Moura está claramente no segundo grupo.
Ele tem aquele tipo de atuação que não depende de exagero.
Não precisa gritar, fazer cara feia o tempo inteiro ou posar de “malvado de novela”.
Ele consegue transmitir ameaça com o olhar, tensão com a pausa e domínio com a simples presença em cena.
Esse tipo de força é raro.
E dentro do universo de Bond, isso vale ouro.
Porque os melhores vilões da franquia não são apenas maus.
Eles são sedutores, calculistas, perigosos e hipnotizantes.
Ou seja:
não basta parecer forte. É preciso parecer inesquecível.
E Wagner Moura tem exatamente esse potencial.
O detalhe que pode mudar tudo: o brasileiro adora torcer quando “é um dos nossos”
Tem um ingrediente emocional nessa história que não pode ser ignorado.
O público brasileiro adora reclamar, duvidar, ironizar e até subestimar os seus.
Mas quando percebe que um brasileiro pode ocupar um espaço de prestígio internacional, algo muda.
Nasce a torcida.
Nasce o orgulho.
Nasce aquela vontade de acompanhar, comentar, compartilhar e principalmente ver com os próprios olhos.
E é aí que entra a pergunta que realmente importa:
Será que o brasileiro iria ao cinema para ver Wagner Moura como o novo terror de 007?
A resposta mais honesta é:
há uma grande chance de que sim.
Porque aí não seria apenas “mais um filme”.
Seria:
um evento internacional
uma franquia gigantesca
um brasileiro em posição de destaque
e uma atuação com potencial para roubar a cena
Traduzindo:
uma combinação quase perfeita para chamar atenção até de quem já tinha desistido das telonas.
“Se Wagner Moura entrar em 007, ele não vai entrar para participar. Vai entrar para dominar.”
Essa talvez seja a frase que melhor resume o impacto dessa possibilidade.
Porque se ele realmente for escolhido, dificilmente será para fazer número.
A franquia 007 vive um momento de reformulação e reposicionamento.
Com uma nova fase em construção, a expectativa é de que o próximo filme entregue algo mais forte, mais moderno e mais marcante.
E isso vale especialmente para o antagonista.
Bond pode até ser o centro da história.
Mas quem conhece a franquia sabe:
sem um grande vilão, não existe grande filme de 007.
É o antagonista que cria tensão.
É ele quem dá peso ao conflito.
É ele quem pode transformar um filme apenas bom em algo memorável.
E nesse aspecto, o nome de Wagner Moura faz cada vez mais sentido.
A nova era de 007 pode ser a mais ousada em muitos anos
O próximo filme da franquia deve marcar uma nova fase após a saída de Daniel Craig do papel principal.
A direção ficará nas mãos de Denis Villeneuve, cineasta conhecido por produções grandiosas e visualmente impactantes, enquanto o roteiro tem ligação com Steven Knight, criador de Peaky Blinders.
Ou seja:
não estão montando qualquer filme.
Estão preparando uma reconstrução de marca.
Uma nova identidade para um personagem histórico.
Uma nova tentativa de fazer 007 voltar a dominar a cultura pop mundial.
E para isso, o vilão precisa estar à altura.
Não basta ser só uma ameaça física.
É preciso ser uma presença.
Um nome que carregue tensão, charme, frieza e perigo.
E, sinceramente, Wagner Moura entrega exatamente essa combinação.
No fim das contas, a pergunta é simples
Se Wagner Moura realmente virar vilão de 007, você vai continuar dizendo que não vale a pena sair de casa… ou vai querer ver de perto um brasileiro aterrorizando James Bond nas telonas?
Porque uma coisa parece cada vez mais clara:
Se ele entrar,
não vai entrar para passar despercebido.
Vai entrar para marcar.
Para intimidar.
Para roubar a cena.
E, talvez, para finalmente fazer o Brasil olhar para Wagner Moura como aquilo que ele já é há muito tempo: um ator de nível mundial.
E se isso acontecer, o público brasileiro pode acabar descobrindo, da forma mais divertida possível, que às vezes só faltava um 007 no caminho para enxergar um gigante que sempre esteve aqui.
Por Gildo Ribeiro
Redação 7Minutos — Brasília
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