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Em maior operação dos últimos anos, Polícia Civil cumpre 244 ordens judiciais contra organização criminosa

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A Polícia Civil deflagrou na manhã desta terça-feira (13.12), a Operação Retomada – Alter Ego, para cumprimento de 244 ordens judiciais, entre mandados de prisão e busca e apreensão, com alvos em uma organização criminosa envolvida em crimes como tráfico de drogas, furtos, roubos e homicídios em Primavera do Leste e região.

No total, são 100 mandados de prisão e 144 de busca e apreensão cumpridos nas cidades de Paranatinga, Primavera do Leste, Rondonópolis e Cuiabá.

A operação é resultado de um trabalho conjunto realizado pela Delegacia Regional, Delegacia Municipal, Delegacia Especializada de Defesa da Mulher e Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Primavera do Leste.

Investigações

Em março deste ano, a Polícia Civil em Primavera do Leste, em conjunto com a Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco) de Goiás, deflagrou uma operação na cidade de Goiânia para cumprir mandados de prisão e busca e apreensão contra um criminoso, apontado como líder de uma organização atuante em Primavera do Leste e região.

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Na operação, foram coletados vários elementos informativos que resultaram na instauração de um novo inquérito policial. Após nove meses de investigação, foram identificados membros de uma organização criminosa que praticava, principalmente, o tráfico de drogas, tendo o envolvimento identificado em outros crimes também, como furtos, roubos e homicídios.

Com base nos levantamentos, a Polícia Civil de Mato Grosso representou pelos mandados de prisão e busca e apreensão contra os alvos, que foram deferidas pela Justiça.

Nome da operação

Alter Ego significa segundo eu; substituto perfeito. O nome da operação faz referência ao chefe da organização criminosa que criou uma nova identidade para se eximir da responsabilidade das práticas criminosas.

Efetivo

Ao todo, são empregados 400 policiais civis e mais de 100 viaturas na operação Alter Ego. Participam das atividades todas as delegacias da Regional de Primavera do Leste com o apoio das Diretorias de Interior, Metropolitana e de Atividades Especiais da Polícia Civil.

Coletiva

Um balanço da operação será divulgado em coletiva com a imprensa, às 9h30 desta terça-feira, no prédio das Delegacias de Primavera do Leste (Rua: Lajes, nº 961, bairro Primavera IV).

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Fonte: PJC MT

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BOMBA NA SAÚDE PÚBLICA DE CUIABÁ E VÁRZEA GRANDE: SAMU À BEIRA DO COLAPSO?

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Uma denúncia grave, feita por uma fonte anônima ligada diretamente ao Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), acende um alerta vermelho na saúde pública da Baixada Cuiabana. Segundo relato obtido pelo SaranNews, uma reunião realizada nesta terça-feira (24) teria confirmado o desligamento de 56 profissionais, entre enfermeiros, técnicos e condutores. O impacto vai além dos números: cinco bases do SAMU devem ser desativadas, sendo três em Várzea Grande e duas em Cuiabá.


A consequência? Menos viaturas nas ruas, aumento no tempo de resposta e, possivelmente, vidas em risco. “Quem vai sofrer com esse desmonte é a população”, relatou a fonte.

SUCATEAMENTO PROGRAMADO?

De acordo com a denúncia, o cenário levanta suspeitas ainda mais graves. Profissionais afirmam que houve recentemente um termo de cooperação entre o SAMU e o Corpo de Bombeiros, que, na prática, deveria fortalecer o atendimento pré-hospitalar.

Mas o que estaria acontecendo é o oposto.

“Desde esse acordo, o SAMU só vem sendo sucateado”, afirma a fonte. Sem reposição de pessoal, contratos sendo encerrados e bases sendo fechadas, cresce a percepção interna de que o serviço pode estar sendo enfraquecido propositalmente.

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PERGUNTAS QUE NÃO QUEREM CALAR

  • Quem ganha com o enfraquecimento do SAMU?
  • Por que desligar profissionais sem abrir novos processos seletivos?
  • Em uma região que cresce rapidamente, faz sentido fechar bases de emergência?
  • Estariam preparando o terreno para que outra instituição assuma totalmente o serviço?

A suspeita levantada é preocupante: primeiro sucateia, depois aponta a falha… e então substitui.


“Daqui a pouco vão dizer que o SAMU não funciona mais e justificar que só o bombeiro assuma”, disse a fonte.

IMPACTO DIRETO NA POPULAÇÃO

Hoje, entre Cuiabá e Várzea Grande, existem 12 bases operacionais. Com a possível desativação de cinco, o sistema perderia quase metade da sua estrutura ativa.
Isso significa: Mais demora no atendimento, Menor cobertura nas regiões periféricas, Risco real de aumento de mortes evitáveis
Em casos de urgência, minutos salvam vidas. E cada base fechada pode representar tempo perdido entre a vida e a morte.


Diante da gravidade da situação, uma comissão de profissionais deve ir até a Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) nesta quarta-feira (25), em busca de apoio político e respostas.

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A pergunta agora é: o poder público vai agir antes que o sistema entre em colapso?
POSICIONAMENTO OFICIAL
A reportagem do SaranNews buscou posicionamento junto ao Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso. A tenente-coronel Poliana Simões, responsável pela BM5 (setor de comunicação) informou que solicitou o envio de um e-mail formal para encaminhamento da demanda aos setores competentes.
O e-mail já foi enviado pela reportagem, e a expectativa é de que uma resposta oficial e qualificada seja encaminhada nesta quarta-feira (25).
Até o momento, não houve manifestação oficial sobre as possíveis demissões e desativações de bases. Se confirmado, o que está em curso pode não ser apenas uma reestruturação… mas sim um dos maiores desmontes do atendimento de urgência da história recente da Baixada Cuiabana.
E quando o socorro não chega a tempo, não tem discurso que resolva.

Colaborou: Luiz Henrique Menezes

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