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Hospital São Judas Tadeu é o mais novo credenciado do MT Saúde

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O Instituto Mato Grosso Saúde (MT Saúde) credenciou o Hospital São Judas Tadeu como o mais novo parceiro da rede de assistência à saúde dos servidores públicos do Estado. A partir desta terça-feira (1°.11), os quase 18 mil beneficiários passam a ter mais uma opção de atendimento.

“O novo parceiro credenciado é parte da estratégia de ampliação da rede de atendimento do MT Saúde, visando garantir mais opções de atendimento aos servidores públicos do Estado e seus dependentes”, afirmou a presidente do MT Saúde, Misma Thalita dos Anjos.

Localizado na região do Coxipó, em Cuiabá, o Hospital São Judas Tadeu possui um corpo clínico experiente e capacitado, dispõe de pronto atendimento 24 horas e é referência nas especialidades de urologia, cirurgia geral, otorrinolaringologia, clínica médica e ginecologia, destacou o sócio diretor do Hospital, Eduardo Spada.

“O Hospital São Judas Tadeu também conta com uma unidade de longevidade e emagrecimento, cujo objetivo é melhorar a qualidade de vida de seus pacientes. Recebemos, com muita satisfação, esta parceria com o MT Saúde”, completou Spada.

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Plano dos servidores

O MT Saúde é um plano que surgiu para prestar assistência à saúde dos servidores públicos do Estado de Mato Grosso, sendo o custo-benefício uma de suas principais vantagens.

Além de Cuiabá e Várzea Grande, sua rede de atendimento conta com prestadores de serviços nas cidades de Alta Floresta, Cáceres, Campo Verde, Chapada dos Guimarães, Mirassol D’Oeste, Primavera do Leste e Tangará da Serra.

Com foco em expansão, o convênio possui cerca de 450 prestadores de serviços entre hospitais, clínicas, laboratórios e médicos de diversas especialidades, amplo rol de cobertura assistencial e mensalidades com valores abaixo da média de mercado. Além disso, oferta serviços de teleconsulta e pronto atendimento digital 24 horas.

Servidores comissionados

Servidores efetivos, exclusivamente comissionados e profissionais com contrato temporário com o Governo do Estado, como os professores contratados pela Secretaria de Educação (Seduc), também podem usufruir de todos os benefícios ofertados pelo MT Saúde, como atendimento de urgência e emergência nos prontos atendimentos dos hospitais credenciados, realização de exames laboratoriais de imagens e cirurgias.

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Vale ressaltar que, após a quebra de vínculo com o Estado, o profissional poderá solicitar a permanência no convênio, como “inativo optante”, até 30 dias depois de seu desligamento.

O convênio MT Saúde ainda se destaca por oferecer outras vantagens, como portabilidade sem cumprir carência, caso o plano anterior tenha mais de um ano; e a isenção de carência para consultas e exames simples àqueles que já fizeram parte da carteira de beneficiários e desejam retornar.

Saiba mais sobre o MT Saúde pelos Canais de Atendimento:

Telefone: (65) 3613-7700

E-mail: [email protected]

Site: www.matogrossosaude.mt.gov.br

Fonte: GOV MT

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BOMBA NA SAÚDE PÚBLICA DE CUIABÁ E VÁRZEA GRANDE: SAMU À BEIRA DO COLAPSO?

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Uma denúncia grave, feita por uma fonte anônima ligada diretamente ao Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), acende um alerta vermelho na saúde pública da Baixada Cuiabana. Segundo relato obtido pelo SaranNews, uma reunião realizada nesta terça-feira (24) teria confirmado o desligamento de 56 profissionais, entre enfermeiros, técnicos e condutores. O impacto vai além dos números: cinco bases do SAMU devem ser desativadas, sendo três em Várzea Grande e duas em Cuiabá.


A consequência? Menos viaturas nas ruas, aumento no tempo de resposta e, possivelmente, vidas em risco. “Quem vai sofrer com esse desmonte é a população”, relatou a fonte.

SUCATEAMENTO PROGRAMADO?

De acordo com a denúncia, o cenário levanta suspeitas ainda mais graves. Profissionais afirmam que houve recentemente um termo de cooperação entre o SAMU e o Corpo de Bombeiros, que, na prática, deveria fortalecer o atendimento pré-hospitalar.

Mas o que estaria acontecendo é o oposto.

“Desde esse acordo, o SAMU só vem sendo sucateado”, afirma a fonte. Sem reposição de pessoal, contratos sendo encerrados e bases sendo fechadas, cresce a percepção interna de que o serviço pode estar sendo enfraquecido propositalmente.

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PERGUNTAS QUE NÃO QUEREM CALAR

  • Quem ganha com o enfraquecimento do SAMU?
  • Por que desligar profissionais sem abrir novos processos seletivos?
  • Em uma região que cresce rapidamente, faz sentido fechar bases de emergência?
  • Estariam preparando o terreno para que outra instituição assuma totalmente o serviço?

A suspeita levantada é preocupante: primeiro sucateia, depois aponta a falha… e então substitui.


“Daqui a pouco vão dizer que o SAMU não funciona mais e justificar que só o bombeiro assuma”, disse a fonte.

IMPACTO DIRETO NA POPULAÇÃO

Hoje, entre Cuiabá e Várzea Grande, existem 12 bases operacionais. Com a possível desativação de cinco, o sistema perderia quase metade da sua estrutura ativa.
Isso significa: Mais demora no atendimento, Menor cobertura nas regiões periféricas, Risco real de aumento de mortes evitáveis
Em casos de urgência, minutos salvam vidas. E cada base fechada pode representar tempo perdido entre a vida e a morte.


Diante da gravidade da situação, uma comissão de profissionais deve ir até a Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) nesta quarta-feira (25), em busca de apoio político e respostas.

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A pergunta agora é: o poder público vai agir antes que o sistema entre em colapso?
POSICIONAMENTO OFICIAL
A reportagem do SaranNews buscou posicionamento junto ao Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso. A tenente-coronel Poliana Simões, responsável pela BM5 (setor de comunicação) informou que solicitou o envio de um e-mail formal para encaminhamento da demanda aos setores competentes.
O e-mail já foi enviado pela reportagem, e a expectativa é de que uma resposta oficial e qualificada seja encaminhada nesta quarta-feira (25).
Até o momento, não houve manifestação oficial sobre as possíveis demissões e desativações de bases. Se confirmado, o que está em curso pode não ser apenas uma reestruturação… mas sim um dos maiores desmontes do atendimento de urgência da história recente da Baixada Cuiabana.
E quando o socorro não chega a tempo, não tem discurso que resolva.

Colaborou: Luiz Henrique Menezes

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