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Atividade gratuita acontece de 23 a 27 de fevereiro e ensina técnicas simples para confecção de peças decorativas 

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O Sesc Alta Floresta realiza, de 23 a 27 de fevereiro, a Oficina de Flor de Papel Crepom, uma atividade criativa e lúdica que convida os participantes a explorarem cores, texturas e técnicas simples na confecção de flores decorativas. As aulas acontecem das 13h às 17h, na Fundação Servir – Vila Nova.
Voltada para pessoas a partir de 14 anos, a oficina proporciona um ambiente leve e estimulante, favorecendo a imaginação, a coordenação motora e a expressão artística. Durante os encontros, os participantes aprendem a trabalhar com papel crepom para criar flores artesanais, que podem ser utilizadas na decoração de ambientes e eventos.
Além do aspecto criativo, a atividade também apresenta possibilidades de geração de renda, já que as técnicas desenvolvidas podem ser aplicadas na produção de itens artesanais para comercialização.
As inscrições são gratuitas e devem ser realizadas presencialmente na unidade do Sesc Alta Floresta.
Sobre o Sesc-MT   
O Serviço Social do Comércio (Sesc-MT) é uma entidade privada, financiada com as contribuições do empresariado, sem ônus para os empregados, ou a utilização de recursos públicos. Desde 1947, promove ações de saúde, lazer, educação, cultura e assistência, com o objetivo de fornecer o bem-estar social e a qualidade de vida dos trabalhadores do Comércio de Bens, Serviços e Turismo, de seus familiares e da comunidade em geral em Mato Grosso.
Atualmente, o Sesc-MT administra 22 unidades fixas no estado e quatro unidades móveis que circulam pelos municípios do interior. O Sistema S do Comércio é presidido pelo empresário José Wenceslau de Souza Júnior. A entidade é filiada à Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), sob o comando de José Roberto Tadros.

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Aumento de diagnósticos de autismo exige adaptação nos serviços de saúde

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Abril é o mês dedicado à conscientização sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA), com destaque para o dia 2, instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU). O tema ganha cada vez mais relevância com o aumento dos diagnósticos e a necessidade de adaptação dos serviços de saúde.

Estimativas internacionais apontam que 1 em cada 36 crianças está dentro do espectro autista, segundo dados do CDC (Centers for Disease Control and Prevention), dos Estados Unidos. No Brasil, ainda há subnotificação, mas especialistas apontam crescimento expressivo dos diagnósticos nos últimos anos.

Dados recentes indicam que o transtorno está presente em cerca de 1,2% da população brasileira, o que representa aproximadamente 2,4 milhões de pessoas.

Diante desse cenário, unidades de saúde têm adotado medidas para adaptar o atendimento, especialmente em ambientes de maior fluxo, como prontos atendimentos.

Em Cuiabá, o Hospital Santa Rosa passou a adotar pulseiras de identificação para pacientes com TEA, com o objetivo de facilitar o reconhecimento e permitir ajustes no atendimento desde a triagem.

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A identificação visual auxilia as equipes na condução dos casos, principalmente em situações que envolvem maior sensibilidade ao ambiente, dificuldade de comunicação ou risco de crises sensoriais.

“A identificação precoce do paciente com TEA permite um acolhimento humanizado e uma personalização do atendimento. São pacientes que têm necessidades específicas e que exigem uma abordagem diferenciada de toda a equipe”, explica o coordenador do Pronto Atendimento, o médico Pedro Pigueira.

A medida também contribui para a organização do fluxo dentro da unidade, permitindo que o atendimento seja ajustado conforme as necessidades do paciente.

A pediatra Emmanuelle Reis destaca que a identificação também impacta na segurança do atendimento.
“O uso da pulseira permite acolher sem estigmatizar, respeitando as necessidades desse paciente e garantindo um atendimento mais humanizado”, afirma.

Segundo especialistas, o aumento dos diagnósticos tem exigido mudanças na forma como os serviços de saúde se organizam, principalmente em contextos de urgência e emergência.

No pronto atendimento, onde há grande circulação de pacientes e diferentes níveis de prioridade, a adaptação do ambiente e da abordagem pode ser determinante para reduzir estresse e evitar agravamento do quadro.

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“O feedback das famílias tem sido muito positivo, principalmente pela sensação de acolhimento e organização no atendimento”, acrescenta a médica.

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