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Solenidade marca o início da nova gestão do complexo, com foco em turismo, lazer e preservação ambiental

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O Sistema Fecomércio, por meio do Sesc Mato Grosso, inaugurou oficialmente o Complexo Turístico Sesc Salgadeira, em Cuiabá, em cerimônia realizada no sábado (28), reunindo autoridades políticas e institucionais, entre elas o governador do Estado, Mauro Mendes, deputados federais e estaduais, além de prefeitos da região.
A entrega do espaço marca o início de uma nova fase para um dos principais pontos turísticos de Mato Grosso, agora sob gestão do Sesc-MT, com proposta voltada à qualificação da infraestrutura, promoção do turismo regional, valorização ambiental e ampliação das opções de lazer para a população.
O governador de Mato Grosso, Mauro Mendes, ressaltou que o grande desafio do Governo do Estado era encontrar uma instituição que gerisse o Complexo Turístico da Salgadeira. “Foi quando surgiu a ideia de trazer o Sesc, e o presidente Wenceslau Junior topou o desafio. E eu tenho hoje muita tranquilidade, acredito que todos nós temos muita convicção de que o Sesc irá operar muito bem e que irá fazer novos investimentos e alternativas para que seja maximizado como ferramenta do turismo ecológico”, afirmou.
Para o presidente do Sistema Comércio em Mato Grosso, Wenceslau Júnior, a inauguração do Sesc Salgadeira é uma realização de um sonho da população mato-grossense, e um marco que simboliza o crescimento consistente, planejado e responsável do Sistema Comércio em Mato Grosso, que é vinculado à Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). “O Sesc Salgadeira não é apenas uma unidade; é um espaço que une lazer, turismo, educação ambiental e a valorização das riquezas naturais. É um cartão-postal pensado para as famílias, trabalhadores do comércio, para os mato-grossenses e todos que visitam Mato Grosso”, disse.
O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini, e o prefeito de Chapada dos Guimarães, Osmar Froner, prestigiaram a inauguração do Sesc Salgadeira.
“O Governo de Mato Grosso junto com a Fecomércio trouxe a esse espaço sustentabilidade econômica, isso é muito importante, pois sem essa parceria com o Sesc, possivelmente esse espaço não teria essa finalidade, essa infraestrutura e essa utilidade que aqui está. O município de Cuiabá é muito grato a todo esse investimento que o Governo do Estado e o Sesc tem feito”, ressaltou Abilio Brunini.
O prefeito de Chapada dos Guimarães, Osmar Froner, ressaltou que a inauguração do Sesc Salgadeira é um momento inesquecível para todos os moradores de Chapada. “Nosso município ganha muito com essa revitalização desse espaço turístico tão importante e que agora será gerido pelo Sesc. O Sesc Mato Grosso está de parabéns por essa iniciativa de fazer a Salgadeira uma de suas unidades”, completou.
De acordo com o diretor regional do Sesc-MT, a entrega do Sesc Salgadeira foi “uma escolha de olhar para o lugar e dizer que não será só mais uma paisagem, mas um espaço de propósito. Propósito de ser um lugar de convivência, pertencimento e transformação, onde natureza, cultura e cidadania caminham juntas para melhorar a vida das pessoas”, concluiu.
Estiveram presentes na solenidade de inauguração a deputada federal, Gisela Simona (União Brasil); o chefe da Casa Civil de Mato Grosso e deputado Federal, Fábio Garcia; os deputados estaduais Júlio Campos (União Brasil), Carlos Avallone (PSDB) e Beto Dois a Um (PODE), a promotora de Justiça de Defesa do Meio Ambiente de Cuiabá, Ana Luiza Peterlini, a gerente-geral do Polo Socioambiental Sesc Pantanal, Cristina Cuiabália; o diretor regional do Senac, Edson Dahmer, além dos conselheiros do Sistema Comércio e dos diretores do Sesc e Senac Mato Grosso.
Inserido em uma área de rica biodiversidade e de forte valor simbólico para a população local, o Sesc Salgadeira oferece aos visitantes uma experiência que vai além do lazer. O espaço integra natureza, infraestrutura de atendimento e ações educativas, proporcionando uma vivência completa em um ambiente preservado.
Sobre o Sesc-MT      
O Serviço Social do Comércio (Sesc-MT) é uma entidade privada, financiada com as contribuições do empresariado, sem ônus para os empregados, ou a utilização de recursos públicos. Desde 1947, promove ações de saúde, lazer, educação, cultura e assistência, com o objetivo de fornecer o bem-estar social e a qualidade de vida dos trabalhadores do Comércio de Bens, Serviços e Turismo, de seus familiares e da comunidade em geral no estado de Mato Grosso.
Atualmente, o Sesc-MT administra 22 unidades fixas no estado e seis unidades móveis que circulam pelos municípios do interior. O Sistema S do Comércio é presidido pelo empresário José Wenceslau de Souza Júnior. A entidade é filiada à Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), que está sob o comando de José Roberto Tadros.

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BRASIL

Wagner Moura pode virar o novo pesadelo de 007 e o Brasil já está em alerta

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Ator brasileiro surge entre os cotados para viver o próximo grande vilão de James Bond, reacendendo a curiosidade do público e a torcida nacional nas telonas.

Tem notícia que simplesmente passa.
E tem notícia que mexe com o orgulho nacional, provoca a imaginação do público e reacende até aquela vontade esquecida de ir ao cinema.

A da vez é dessas.

Wagner Moura, um dos atores brasileiros mais respeitados e admirados internacionalmente, aparece entre os nomes cotados para viver o próximo grande vilão da franquia 007 e só essa possibilidade já foi suficiente para fazer muita gente parar, olhar e pensar:
“agora o negócio ficou sério.”

Porque, sejamos francos:
Wagner Moura sempre teve talento de sobra, presença de tela e respeito internacional.

Mas nem sempre isso se transformou, no Brasil, em multidões correndo para as salas de cinema.

Agora a história pode ser bem diferente.

Porque não estamos falando de qualquer papel.

Estamos falando de James Bond.

Estamos falando de 007.

Estamos falando de um dos vilões mais cobiçados e emblemáticos do cinema mundial.

E, sinceramente?

Wagner Moura tem exatamente o tipo de presença que esse papel exige.

Quando o assunto é 007, não existe papel pequeno

Entrar no universo de Bond não é apenas conseguir mais um trabalho internacional.

É entrar numa máquina global de entretenimento que atravessa gerações, décadas e continentes.

James Bond não é só uma franquia.

É um evento cultural.

É aquele tipo de filme que movimenta público, crítica, redes sociais, debates, apostas e expectativas muito antes da estreia.

É o tipo de produção que transforma ator em ícone, figurino em tendência e vilão em personagem histórico.


E é justamente aí que o nome de Wagner Moura chama tanta atenção.

Porque o vilão de Bond não pode ser só “mau”.

Ele precisa ser marcante, elegante, perigoso, inteligente e imprevisível.

Ele precisa ser aquele personagem que entra em cena e faz o público pensar:

“esse cara pode destruir tudo.”

E Wagner Moura, convenhamos, sabe fazer isso com uma facilidade impressionante.

O Brasil pode finalmente enxergar Wagner Moura como “evento de cinema”

Essa talvez seja a parte mais curiosa — e mais verdadeira de toda essa história.

O Brasil tem um hábito antigo e quase folclórico:
muitas vezes demora a tratar seus grandes talentos como gigantes… até que o mundo inteiro faça isso primeiro.

Foi assim em diversas áreas.
No esporte, na música, na televisão e também no cinema.

Quando o artista brasileiro “explode lá fora”, o público nacional muda a forma de olhar.
O que antes era apenas “mais um ator bom” passa a ser visto como um nome que representa o país numa vitrine internacional.

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E isso muda tudo.

Se Wagner Moura realmente entrar em 007, ele deixa de ser apenas um ator brasileiro em projeto estrangeiro.

 

Ele passa a ocupar um espaço de enorme simbolismo:

o de brasileiro central numa das maiores franquias do planeta.

E isso, goste-se ou não, tem força para levar gente ao cinema.

Wagner Moura como vilão?

Isso parece mais interessante do que muito protagonista por aí

Aqui está uma verdade que muita gente pensa, mas nem sempre diz em voz alta:

há atores que nasceram para ser “mocinhos”.

E há atores que nasceram para ser inesquecíveis.

Wagner Moura está claramente no segundo grupo.

Ele tem aquele tipo de atuação que não depende de exagero.

Não precisa gritar, fazer cara feia o tempo inteiro ou posar de “malvado de novela”.

Ele consegue transmitir ameaça com o olhar, tensão com a pausa e domínio com a simples presença em cena.

Esse tipo de força é raro.

E dentro do universo de Bond, isso vale ouro.

Porque os melhores vilões da franquia não são apenas maus.

Eles são sedutores, calculistas, perigosos e hipnotizantes.

Ou seja:
não basta parecer forte. É preciso parecer inesquecível.

E Wagner Moura tem exatamente esse potencial.

O detalhe que pode mudar tudo: o brasileiro adora torcer quando “é um dos nossos”

Tem um ingrediente emocional nessa história que não pode ser ignorado.

O público brasileiro adora reclamar, duvidar, ironizar e até subestimar os seus.

Mas quando percebe que um brasileiro pode ocupar um espaço de prestígio internacional, algo muda.

Nasce a torcida.
Nasce o orgulho.
Nasce aquela vontade de acompanhar, comentar, compartilhar e principalmente ver com os próprios olhos.

E é aí que entra a pergunta que realmente importa:

Será que o brasileiro iria ao cinema para ver Wagner Moura como o novo terror de 007?

A resposta mais honesta é:
há uma grande chance de que sim.

Porque aí não seria apenas “mais um filme”.
Seria:

um evento internacional
uma franquia gigantesca
um brasileiro em posição de destaque
e uma atuação com potencial para roubar a cena

Traduzindo:
uma combinação quase perfeita para chamar atenção até de quem já tinha desistido das telonas.

“Se Wagner Moura entrar em 007, ele não vai entrar para participar. Vai entrar para dominar.”

Essa talvez seja a frase que melhor resume o impacto dessa possibilidade.

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Porque se ele realmente for escolhido, dificilmente será para fazer número.

A franquia 007 vive um momento de reformulação e reposicionamento.

Com uma nova fase em construção, a expectativa é de que o próximo filme entregue algo mais forte, mais moderno e mais marcante.

E isso vale especialmente para o antagonista.

Bond pode até ser o centro da história.

Mas quem conhece a franquia sabe:
sem um grande vilão, não existe grande filme de 007.

É o antagonista que cria tensão.
É ele quem dá peso ao conflito.
É ele quem pode transformar um filme apenas bom em algo memorável.

E nesse aspecto, o nome de Wagner Moura faz cada vez mais sentido.

A nova era de 007 pode ser a mais ousada em muitos anos

O próximo filme da franquia deve marcar uma nova fase após a saída de Daniel Craig do papel principal.

A direção ficará nas mãos de Denis Villeneuve, cineasta conhecido por produções grandiosas e visualmente impactantes, enquanto o roteiro tem ligação com Steven Knight, criador de Peaky Blinders.

Ou seja:
não estão montando qualquer filme.

Estão preparando uma reconstrução de marca.

Uma nova identidade para um personagem histórico.

Uma nova tentativa de fazer 007 voltar a dominar a cultura pop mundial.

E para isso, o vilão precisa estar à altura.

Não basta ser só uma ameaça física.

É preciso ser uma presença.

Um nome que carregue tensão, charme, frieza e perigo.

E, sinceramente, Wagner Moura entrega exatamente essa combinação.

No fim das contas, a pergunta é simples

Se Wagner Moura realmente virar vilão de 007, você vai continuar dizendo que não vale a pena sair de casa… ou vai querer ver de perto um brasileiro aterrorizando James Bond nas telonas?

Porque uma coisa parece cada vez mais clara:

Se ele entrar,
não vai entrar para passar despercebido.

Vai entrar para marcar.
Para intimidar.
Para roubar a cena.

E, talvez, para finalmente fazer o Brasil olhar para Wagner Moura como aquilo que ele já é há muito tempo: um ator de nível mundial.

E se isso acontecer, o público brasileiro pode acabar descobrindo, da forma mais divertida possível, que às vezes só faltava um 007 no caminho para enxergar um gigante que sempre esteve aqui.

 

Por Gildo Ribeiro
Redação 7Minutos — Brasília

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