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Servidores públicos farão paralisações em janeiro e debaterão greve em fevereiro

Redação
Redação dez 29

Entidade que congrega categorias prevê três dias de paralisação no primeiro mês de 2022 por reajustes salariais

Fórum Nacional Permanente de Carreiras Típicas de Estado (Fonacate), que reúne 37 entidades associativas e sindicais e representa mais de 200 mil servidores públicos, aprovou nesta quarta, 29, um calendário de mobilização para pressionar por reajustes salariais às categorias. A previsão é de que duas paralisações sejam realizadas em janeiro: a primeira no dia 18 de janeiro e a outra nos dias 25 e 26. Nas primeiras semanas de fevereiro, a entidade deseja realizar novas assembleias para deliberar sobre a possibilidade de uma greve geral dos funcionários públicos. No início de janeiro, a Fonacate prevê a promoção de entregas de cargos em comissão, nos órgãos de atuação, ‘e manifestações diversas do funcionalismo’, como assembleias de cada categoria e ‘demonstrar que as tentativas de negociação foram frustradas’.

Em comunicado, o Fonacate justificou a mobilização pela remuneração congelada dos servidores desde 2017, enquanto a inflação aumentou no período. “Diante da ausência de política remuneratória do governo federal, no momento em que a maioria dos servidores federais está com remuneração congelada desde 2017, acumulando, desde então, perdas inflacionárias medidas pelo IPCA de 27,2%, perdas essas que chegarão a 26,3% (IPCA acumulado + projeção Focus/Banco Central), somente no governo Bolsonaro (2019-2022), o único a não conceder reajuste geral ao funcionalismo federal nos últimos 20 anos, aprova o seguinte calendário de mobilização”, afirmou a entidade em comunicado.

Por Jovem Pan

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