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Servidores da Educação realizam paralisação no dia 16 reivindicando RGA de 21%

Redação
Redação maio 09

O Sindicato dos Trabalhadores no Ensino Público de Mato Grosso (Sintep-MT) anunciou uma paralisação da classe prevista para a próxima segunda-feira (16), para cobrar o governador Mauro Mendes (UB) a Revisão Geral Anual (RGA) de, no mínimo, 21,52%.

“Estamos em busca de um canal de conversação e negociação com o governo para tratar de pautas prioritárias e outras permanentes da categoria. O governador afirma que está aberto a negociar. Vamos cobrar para que isso se configure na prática e avance no cumprimento da recomposição do Piso Salarial Profissional Nacional”, destaca o presidente do Sintep-MT, Valdeir Pereira, sobre a paralisação.

A recomposição salarial cobrada na rede estadual tem sido comum também aos trabalhadores da educação nas redes municipais. Contudo, a convocação é para a participação massiva dos trabalhadores das unidades escolares estadual, para fortalecer a luta e organizar a paralisação do dia 16 de maio. “É preciso defender os nossos direitos atacados pelo governo Mauro Mende”, destaca o dirigente.

Desde de janeiro de 2022, o Piso Salarial Profissional Nacional (PSPN) foi corrigido em 33,24%, após dois anos sem nenhuma valorização. O percentual tem como base o valor do custo aluno-ano repassado pelo Fundeb. O piso nacional, agora de R$ 3.845,63, é o balizador para a correção dos pisos salariais em todo o país.

No caso de Mato Grosso, o valor do piso salarial estadual sempre esteve acima do nacional, resultado da luta histórica dos trabalhadores da educação. Contudo, ao longo dos quatro anos de governo Mauro Mendes, essa valorização foi perdida. “Hoje o piso salarial está com valor menor do que o nacional. Nossa luta é para que o governo equipare o valor estadual aos R$ 3.845,63. Por isso, a recomposição mínima de 21,52%”, esclarece o presidente Valdeir.

Durante o Conselho de Representantes, os desafios salariais da rede estadual e redes municipais, como o desmonte pedagógico da educação pública, estarão em debate. Porém, serão destaque a oferta da profissionalização dos funcionários de escolas públicas, o empobrecimento dos aposentados e pensionistas da educação, após o confisco previdenciário, que retirou 14% da remuneração do segmento, e as eleições do Sintep-MT 2022. (Com informações da assessoria)

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