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Saúde libera 4ª dose da vacina contra Covid para maiores de 40 anos

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Ministério da Saúde recomenda a quarta dose da vacina contra a Covid-19
Fabio Rodrigues Pozzebom/ Agência Brasil

Ministério da Saúde recomenda a quarta dose da vacina contra a Covid-19

O Ministério da Saúde anunciou nesta segunda-feira a  ampliação da quarta dose para pessoas a partir de 40 anos. Até então, a dose adicional estava disponível para pessoas acima de 50 anos, profissionais de saúde e imunossuprimidos. A orientação da pasta é que o reforço seja feito com vacinas da Pfizer, AstraZeneca ou Janssen, após quatro meses da aplicação da terceira dose.

A estimativa do Ministério da Saúde é de que com a ampliação para esta faixa etária mais 9 milhões de pessoas possam se vacinar com a quarta dose. Especificamente, para as pessoas que foram imunizadas com dose única da Janssen, o Ministério da Saúde recomenda a quarta dose para pessoas acima de 40 anos e terceira dose para pessoas acima de 18 anos. Essas doses devem ser aplicadas após quatro meses da aplicação do primeiro reforço.

O Ministério da Saúde informou que cerca de 22 milhões de pessoas estão com a segunda dose da vacina em atraso no Brasil. Até o momento, de acordo com dados do Consórcio de Veículos de Imprensa, 77,6% da população brasileira já está totalmente vacinada contra a doença. Em relação à dose de reforço, 44,6% já foram imunizados. A vacinação é o principal meio para se proteger contra o coronavírus .

O Brasil tem apresentado  tendência de alta no número de casos e mortes por Covid-19 nos últimos dez dias. No domingo, o Brasil registrou 9.376 novos casos da doença e 47 mortes. Os índices do final de semana costumam ser mais baixos devido ao atraso nas notificações.

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Fonte: IG SAÚDE

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Ômicron: BioNTech anuncia nova vacina contra a variante para outubro

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Empresa disse que pode lançar os imunizantes até outubro
Bruno Concha/Secom

Empresa disse que pode lançar os imunizantes até outubro

A farmacêutica BioNTech e seu parceiro americano  Pfizer informaram, nesta segunda-feira, que começaram a fabricar vacinas “bivalentes” de Covid-19 atualizada e projetada para proteger contra as mais recentes subvariantes BA.4 e BA.5 do coronavírus. A empresa disse que pode lançar os imunizantes até outubro se receber aprovação regulatória.

Elas se juntam a outros fabricantes de vacina como a Moderna, que tentam criar formas avançadas e atualizadas de vacinas para proteger contra as novas cepas do coronavírus. A ideia é que os dois novos imunizantes protejam contra as variantes mais recentes e as cepas variantes anteriores.

O primeiro imunizante tem como alvo a subvariante BA.1 da Ômicron . Os dados do estudo clínico sobre sua segurança e eficácia foram enviados em julho para a aprovação da Agência Europeia de Medicamentos (EMA). Os resultados do estudo foram satisfatórios ao mostrar a produção de anticorpos neutralizantes mais altos contra a variante. A segunda vacina, desenvolvida para atacar as subvariantes BA.4 e BA.5, começará a ser testada este mês.

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A agência reguladora americana, Food and Drug Administration (FDA) , no intuito de agilizar e facilitar o processo de aprovação, afirmou que os fabricantes de vacina não precisam enviar dados atualizados de ensaios clínicos para as vacinas adaptadas BA.4/BA.5, pois ela aprovará as vacinas modificadas usando dados clínicos dos ensaios da vacina BA.1.

Entretanto, a Agência Europeia de Medicamentos seguirá o contrário e disse que exigirá dos fabricantes de vacina todos os dados clínicos para cada uma das novas vacinas atualizadas.

Fabricantes tentam atualizações

Moderna anunciou no mês passado que havia testado um reforço bivalente que produzia anticorpos neutralizantes mais altos contra as subvariantes BA.1 e BA.4/BA.5. Porém, ainda nenhum esforço contra as novas variantes foi aprovado.

Em junho, a FDA pediu, em comunicado, que as fabricantes de vacina mantivessem sua composição atual, ou seja, que previnem contra doenças graves da Covid-19, enquanto adicionavam componentes extras que pudessem proteger contra as cepas BA.4/BA.5.

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Os receios são de que as empresas sempre tenham que ficar inovando os imunizantes contra cepas cada vez mais infecciosas e mais transmissíveis que se espalham e continuam a sofrer mutações.

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Fonte: IG SAÚDE

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