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Navio da Marinha chega ao Pantanal para atender ribeirinhos 

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A partir deste sábado (25) até o dia 3 de julho, o Navio de Assistência Hospitalar (NAsH) Tenente Maximiano fará atendimentos médicos e odontológicos às comunidades ribeirinhas do Pantanal sul-mato-grossense em Porto Morrinho, Porto da Manga, Porto Esperança, em Corumbá e Porto Murtinho.

Com capacidade para realizar exames de raio-X e equipado com um pequeno centro cirúrgico, enfermaria, sala de esterilização, sala de expurgo, farmácia, laboratório, um consultório médico e dois consultórios odontológicos, o Navio Tenente Maximiano também faz campanhas de medicina preventiva, coleta de material para pesquisas de doenças tropicais e infecto-contagiosas.

Doações

Como parte dos eventos comemorativos aos 200 anos da Independência do Brasil, além da assistência médico-hospitalar, segundo o comandante do navio, capitão-tenente Vinicius Rodrigues Travassos Alves, haverá doação de itens de higiene, roupas e brinquedo.

“As ações de atendimento cívico-social e hospitalar à população mais carente de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul fazem parte da missão da Marinha do Brasil na região, onde o Comando do 6º Distrito Naval tem o propósito de contribuir para o cumprimento das tarefas de responsabilidade da Marinha”, destacou o comandante do 6º Distrito Naval, vice-almirante Paulo César Bittencourt Ferreira.

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Histórico

Em fevereiro, a equipe do navio atendeu comunidades ribeirinhas do Tramo Norte do Rio Paraguai (Jatobazinho, Paraguai Mirim, Barra de São Lourenço, Porto São Domingos e Porto Carne Seca) e na cidade de Cáceres (MT).

Segundo a Marinha, durante o trabalho de 20 dias, foram atendidas cerca de 350 pessoas, entre crianças e adultos e 470 procedimentos médicos foram realizados. Também foram feitos 1.161 procedimentos odontológicos e distribuídos 77 kits odontológicos.

Edição: Lílian Beraldo

Fonte: EBC Saúde

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SAÚDE

Ministério da Saúde lança Campanha Nacional de Vacinação

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Confira, a seguir, informações como as faixas etárias para as diferentes categorias de vacinação
Tânia Rêgo/Agência Brasil – 26/01/2022

Confira, a seguir, informações como as faixas etárias para as diferentes categorias de vacinação

O Ministério da Saúde lançou hoje (7), em São Paulo, a Campanha Nacional de Vacinação contra a poliomielite e de multivacinação. O objetivo é recuperar a cobertura vacinal de crianças e adolescentes que deixaram de tomar os imunizantes previstos no calendário nacional.

A partir de amanhã (8), cerca de 40 mil salas de vacinação em todo o país estarão abertas para aplicar doses de 18 tipos de imunizantes previstos no calendário nacional de vacinação para esse público. A campanha terminará em 9 de setembro.

A vacinação contra a poliomielite é destinada para crianças menores de 5 anos. A multivacinação é para crianças e adolescentes menores de 15 anos. Para crianças estarão disponíveis os seguintes imunizantes :

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Hepatite A e B; Penta (DTP/Hib/Hep B), Pneumocócica 10 valente; VIP (Vacina Inativada Poliomielite); VRH (Vacina Rotavírus Humano); Meningocócica C (conjugada); VOP (Vacina Oral Poliomielite); Febre amarela; Tríplice viral (Sarampo, Rubéola, Caxumba); Tetraviral (Sarampo, Rubéola, Caxumba, Varicela); DTP (tríplice bacteriana); Varicela e HPV quadrivalente (Papilomavírus Humano).Para adolescentes: HPV; dT (dupla adulto); Febre amarela; Tríplice viral; Hepatite B, dTpa e Meningocócica ACWY (conjugada).

Ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, também fala como a vacinação para a covid pode ser incluída
Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil – 16.02.2022

Ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, também fala como a vacinação para a covid pode ser incluída

Segundo o ministério, a partir dos três anos de idade, as vacinas de covid-19 podem ser administradas de forma simultânea ou com qualquer intervalo com os demais imunizantes.

Ao participar do lançamento da campanha, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, disse que o último caso de pólio no Brasil foi registrado em 1989.

Segundo ele, a cobertura vacinal da população está diminuiu em todo o mundo, principalmente durante o período da pandemia de covid-19. O ministro também conclamou as famílias a levarem as crianças para vacinar.

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“Peço aos pais que levem seus filhos para as salas de vacinação. É inaceitável que, hoje, no século 21, 100 anos depois do esforço extraordinário de Oswaldo Cruz para introduzir esses conceitos sanitários no Brasil, nós tenhamos ainda crianças com doenças que podem ser evitáveis por vacina”, afirmou.

O ministério espera vacinar cerca de 14.3 milhões de pessoas contra a polio. Todos os imunizantes ofertados têm registro pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Fonte: IG SAÚDE

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