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Inseminação artificial: entenda como funciona o método de reprodução

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Inseminação artificial: entenda como funciona o método de reprodução
Redação EdiCase

Inseminação artificial: entenda como funciona o método de reprodução

Médica explica técnica bastante utilizada por quem deseja engravidar

Por Dra. Érika Rosim Campos

A inseminação artificial é o processo no qual o esperma é inserido no trato reprodutivo feminino para engravidar a mulher, usando meios que não a relação sexual. Nesse procedimento, o esperma recentemente ejaculado, ou que foi congelado, é inserido artificialmente no cérvix (inseminação intracervical) ou no útero (inseminação intrauterina).

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Formas de inseminação artificial

Na inseminação artificial pode-se usar tanto o esperma do marido quanto o de um doador conhecido ou anônimo. A forma mais fácil de inseminação é a intracervical, em que o esperma é injetado diretamente no cérvix com uma seringa. Esse processo reproduz mais de perto a forma como o sêmen é depositado pelo pênis no cérvix quando o homem ejacula durante o intercurso vaginal.

Porém, outras técnicas podem ser usadas para elevar as chances de concepção. Por exemplo, espermatozoides que foram removidos da maior parte de outros componentes do fluído seminal podem ser injetados diretamente no útero, em um processo chamado inseminação intrauterina. Se o esperma fosse injetado integralmente com todos os seus componentes no útero, isso poderia causar cólicas uterinas, dor e expulsão do esperma.

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Inseminação intrauterina e intratubária

A inseminação intrauterina também pode ser combinada com inseminação intratubária, dentro da tuba uterina, embora esse procedimento não seja mais recomendado por não ter benefícios superiores à inseminação intrauterina. A inseminação intratubária não deve ser confundida com a fertilização in vitro, na qual tanto o óvulo quanto o esperma são unidos fora do corpo da mulher.

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Depois da inseminação

Após a concepção ser comprovada por meio de exames, começa o grande milagre da vida, em que cada semana representa um grande marco no desenvolvimento do feto. 

Dra. Érika Rosim Campos

Possui graduação em Medicina pela Universidade Estadual de Campinas (2006) e titulação em Medicina de Família e Comunidade pela Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade (2015).

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Fonte: IG SAÚDE

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SAÚDE

Ministério da Saúde lança Campanha Nacional de Vacinação

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Confira, a seguir, informações como as faixas etárias para as diferentes categorias de vacinação
Tânia Rêgo/Agência Brasil – 26/01/2022

Confira, a seguir, informações como as faixas etárias para as diferentes categorias de vacinação

O Ministério da Saúde lançou hoje (7), em São Paulo, a Campanha Nacional de Vacinação contra a poliomielite e de multivacinação. O objetivo é recuperar a cobertura vacinal de crianças e adolescentes que deixaram de tomar os imunizantes previstos no calendário nacional.

A partir de amanhã (8), cerca de 40 mil salas de vacinação em todo o país estarão abertas para aplicar doses de 18 tipos de imunizantes previstos no calendário nacional de vacinação para esse público. A campanha terminará em 9 de setembro.

A vacinação contra a poliomielite é destinada para crianças menores de 5 anos. A multivacinação é para crianças e adolescentes menores de 15 anos. Para crianças estarão disponíveis os seguintes imunizantes :

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Hepatite A e B; Penta (DTP/Hib/Hep B), Pneumocócica 10 valente; VIP (Vacina Inativada Poliomielite); VRH (Vacina Rotavírus Humano); Meningocócica C (conjugada); VOP (Vacina Oral Poliomielite); Febre amarela; Tríplice viral (Sarampo, Rubéola, Caxumba); Tetraviral (Sarampo, Rubéola, Caxumba, Varicela); DTP (tríplice bacteriana); Varicela e HPV quadrivalente (Papilomavírus Humano).Para adolescentes: HPV; dT (dupla adulto); Febre amarela; Tríplice viral; Hepatite B, dTpa e Meningocócica ACWY (conjugada).

Ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, também fala como a vacinação para a covid pode ser incluída
Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil – 16.02.2022

Ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, também fala como a vacinação para a covid pode ser incluída

Segundo o ministério, a partir dos três anos de idade, as vacinas de covid-19 podem ser administradas de forma simultânea ou com qualquer intervalo com os demais imunizantes.

Ao participar do lançamento da campanha, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, disse que o último caso de pólio no Brasil foi registrado em 1989.

Segundo ele, a cobertura vacinal da população está diminuiu em todo o mundo, principalmente durante o período da pandemia de covid-19. O ministro também conclamou as famílias a levarem as crianças para vacinar.

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“Peço aos pais que levem seus filhos para as salas de vacinação. É inaceitável que, hoje, no século 21, 100 anos depois do esforço extraordinário de Oswaldo Cruz para introduzir esses conceitos sanitários no Brasil, nós tenhamos ainda crianças com doenças que podem ser evitáveis por vacina”, afirmou.

O ministério espera vacinar cerca de 14.3 milhões de pessoas contra a polio. Todos os imunizantes ofertados têm registro pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Fonte: IG SAÚDE

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