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Mourão sobre Braga Netto ser vice: ‘Bolsonaro gosta do trabalho dele’

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Vice-presidente, Hamilton Mourão
MARCELO CAMARGO/AGÊNCIA BRASIL

Vice-presidente, Hamilton Mourão

O vice-presidente Hamilton Mourão afirmou nesta segunda-feira que o presidente Jair Bolsonaro escolheu o ex-ministro Walter Braga Netto como candidato a vice para sua campanha à reeleição porque “gosta do trabalho dele”.

No domingo, Bolsonaro afirmou que deve “anunciar nos próximos dias” que Braga Netto será seu vice.

Para Mourão, a escolha não tem a ver com uma tentativa de conseguir o voto dos militares, já que o presidente já teria uma base consolidada nesse grupo. Tanto Mourão como Braga Netto são generais da reserva.

“Dentro do grupo militar o presidente já tem a base dele bem estabelecida. Mas o Braga Netto é, vamos dizer assim, é uma questão que o presidente gosta do trabalho dele.”

O vice-presidente disse que não tem mágoa pelo fato de Bolsonaro não o querer novamente como companheiro de chapa. Mourão deverá ser candidato ao Senado no Rio Grande do Sul.

“O presidente ele tem o livre arbítrio de escolher quem ele acha mais apropriado para o projeto de reeleição. E o Braga Netto vai agregar aí aquilo que ele acha que necessita.”

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Mourão também disse que não pode afirmar se a decisão de Bolsonaro configura uma derrota do Centrão, já que não sabia se havia a preferência por outra pessoa. Nos bastidores, havia uma defesa da ala política da campanha para que a ex-ministra Tereza Cristina ocupasse o posto.

“Não sei, não sei qual era, se havia essa pressão realmente para que fosse outra pessoa candidata a vice. Não sei, não posso dizer isso.”

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POLÍTICA NACIONAL

TSE responde aos questionamentos técnicos das Forças Armadas    

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O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Edson Fachin, enviou hoje (8) ao ministro da Defesa, Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira, um ofício com as respostas técnicas sobre os questionamentos feitos pela equipe das Forças Armadas que foi designada para acompanhar a fiscalização do processo eleitoral. 

No documento, Fachin afirmou que não há previsão normativa para registro escrito de algumas informações solicitadas pela equipe, como a lista de serviços utilizados no recebimento do boletim de urna, de bibliotecas instaladas no servidor e resumos criptográficos e de interpretadores (Java, PPytohon, PHP). 

“Nessa ordem de ideias, para garantir o fiel cumprimento da norma, o TSE franqueou o acesso  às  suas  dependências  para  inspeção  do  código-fonte  dos programas a serem utilizados nas eleições 2022, desde o mês de outubro do ano de 2021, fazendo ampla divulgação das suas reiteradas iniciativas de transparência”, diz o ofício. 

Sobre o acesso à informações das eleições anteriores, o presidente disse que o prazo para solicitação dos dados já terminou, conforme as regras válidas a partir do ano passado. 

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“As  entidades  fiscalizadoras  do  processo  eleitoral,  nos  termos  da  Resolução nº. 23.673, de 2021, não possuem poderes de  análise e fiscalização de eleições passadas, não lhes cumprindo papel de controle externo do TSE”, afirmou o tribunal. 

Edição: Fábio Massalli

Fonte: EBC Política Nacional

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