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Fux diz que transição presidencial será ‘vontade da população’

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Fux participa de reitora da Universidade Candido Mendes, Andreya Mendes de Almeida Scherer Navarro
Raul Moreira/UCAM – 24.06.2022

Fux participa de reitora da Universidade Candido Mendes, Andreya Mendes de Almeida Scherer Navarro

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) Luiz Fux afirmou, nesta sexta-feira, que tem certeza que a transição presidencial irá acontecer de acordo com a vontade da população brasileira. Em sua fala, o ministro também falou em superação “deste momento”, sem especificar a qual momento se referia. A declaração acontece dois dias após a prisão do ex-ministro da Educação do governo Bolsonaro, investigado por prática de tráfico de influência e corrupção na liberação de verbas do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), órgão ligado ao Ministério da Educação.

“Nós somos brasileiros que gostamos de Deus, gostamos da adversidade, gostamos da lisura, gostamos da moralidade e temos a absoluta certeza que o Brasil passará por esse momento e outorgará a chefia da nação aquele que representar a vontade do nosso povo brasileiro”, afirmou Fux.

A fala foi proferida durante a posse de Andreya Mendes de Almeida Scherer Navarro Universidade Candido Mendes (UCAM) como reitora da Universidade Candido Mendes (UCAM). A cerimônia foi realizada no Teatro João Theotonio, no prédio da instituição, no Centro do Rio.

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Fux ministrou uma aula magna sobre a análise econômica do direito e tratou de temas como a grande quantidade de processos tramitando no sistema judiciário e a eficácia de audiências de conciliação. Ele também destacou a importância da democracia para país e o papel do direito em sua defesa.

“Estamos em uma casa (UCAM) que abrigou inúmeros brasileiros e que é uma digna representante, assim como a minha Universidade do Estado da Guanabara (UEG), a antiga UEG, no velho casarão do Catete, uma casa da democracia. Essa democracia pela qual lutamos diuturnamente na academia e nos tribunais e que tem como fundamento básico a soberania popular, a cidadania, e poque não a rigidez moral das nossas instituições e do nosso Brasil”, falou Fux.

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POLÍTICA NACIONAL

Câmara do Rio cassa mandato de Gabriel Monteiro

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O vereador Gabriel Monteiro (PL) teve o seu mandato cassado pela Câmara Municipal do Rio de Janeiro. A sessão foi realizada nesta quinta-feira (18) e durou seis horas e meia. O placar final foi de 48 votos favoráveis à cassação e 2 votos contrários. Era necessário um mínimo de 34 votos, do total de 50 parlamentares presentes. 

Monteiro foi julgado por quebra do decoro parlamentar, por três motivos: encenação com uma menor de idade em um shopping, agressão contra um morador de rua convidado para a encenação de um roubo na Lapa e relação sexual gravada em vídeo com uma menor de idade, que posteriormente teve as imagens vazadas na internet. 

Também houve, durante os trabalhos da Comissão de Ética, denúncias de assessores do vereador por importunação sexual e estupro, mas esses crimes, como não faziam parte da denúncia inicial, não foram inseridos no relatório final.

A defesa de Monteiro sustentou que a encenação com a adolescente no shopping foi consentida pela mãe da jovem, que a gravação com o morador de rua era um experimento social e que ele teria sido agressivo, e que o vereador não sabia que a menina com quem se relacionava era menor de idade.

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O advogado Sandro Figueredo também argumentou que Monteiro estava sendo vítima de uma conspiração da chamada máfia do reboque, empresa que teria sido denunciada por ele. 

A quase totalidade dos vereadores que ocuparam a tribuna criticou Monteiro, famoso em seu canal de YouTube por fiscalizações em hospitais, abrigos e escolas públicas, além de supostas ações contra criminosos, por ter sido contra os princípios que devem nortear a conduta parlamentar. 

Monteiro foi o último a falar. Ele disse que havia errado por não aprender com os colegas mais velhos e que era muito jovem. Monteiro disse que não havia cometido crimes nos fatos narrados e pediu para não ser jogado na cova dos leões. 

Paralelo ao processo de cassação, os supostos crimes de Monteiro correm na justiça criminal. O vereador deve concorrer a deputado federal, quando esses crimes migrarão, caso ele seja eleito, para instância superior, pelo foro especial por prerrogativa de função. Com isso, poderá levar ainda alguns anos até que ele perca o mandato, caso condenado.

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Edição: Fábio Massalli

Fonte: EBC Política Nacional

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