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Antes de Bolsonaro, Mourão deseja sorte ao presidente colombiano

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Vice-presidente, Hamilton Mourão
MARCELO CAMARGO/AGÊNCIA BRASIL

Vice-presidente, Hamilton Mourão

Nesta segunda-feira (20), o vice-presidente da República, Hamilton Mourão (PRTB), desejou “sorte” a Gustavo Petro, eleito presidente da Colômbia no domingo (19). O pronunciamento do general antecedeu o do presidente Jair Bolsonaro (PL), que ainda não se manifestou oficialmente.

“Sorte ao Gustavo Petro, porque administrar um país na situação que o mundo está enfrentando não é simples. Nós temos interesses comuns com os colombianos, principalmente aí na questão da Amazônia. Estamos dentro da organização do tratado de cooperação amazônica. E a relação é de Estado para Estado, independentemente do governo de turno” , disse o vice-presidente a jornalistas ao chegar em seu gabinete na manhã desta segunda.

Com 50,44% dos votos válidos, Petro derrotou o empresário Rodolfo Hernández, que teve 47,31%, no segundo turno. A vitória de Petro e sua vice Francia Márquez – que é a primeira mulher negra a ocupar o cargo – levou a esquerda ao pleito colombiano.

Petro tem 62 anos e foi deputado e prefeito da capital do país, Bogotá. Tem um diploma em economia e atualmente ocupa o cargo de senador pelo partido Colombia Humana, do qual é fundador.

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Entre as principais propostas do novo presidente eleito, estão: a realização de uma nova reforma agrária, a implementação de fontes de energia renováveis, a promoção de políticas voltadas às minorias sociais, a desobrigação do serviço militar e a reforma tributária.

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POLÍTICA NACIONAL

Câmara do Rio cassa mandato de Gabriel Monteiro

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O vereador Gabriel Monteiro (PL) teve o seu mandato cassado pela Câmara Municipal do Rio de Janeiro. A sessão foi realizada nesta quinta-feira (18) e durou seis horas e meia. O placar final foi de 48 votos favoráveis à cassação e 2 votos contrários. Era necessário um mínimo de 34 votos, do total de 50 parlamentares presentes. 

Monteiro foi julgado por quebra do decoro parlamentar, por três motivos: encenação com uma menor de idade em um shopping, agressão contra um morador de rua convidado para a encenação de um roubo na Lapa e relação sexual gravada em vídeo com uma menor de idade, que posteriormente teve as imagens vazadas na internet. 

Também houve, durante os trabalhos da Comissão de Ética, denúncias de assessores do vereador por importunação sexual e estupro, mas esses crimes, como não faziam parte da denúncia inicial, não foram inseridos no relatório final.

A defesa de Monteiro sustentou que a encenação com a adolescente no shopping foi consentida pela mãe da jovem, que a gravação com o morador de rua era um experimento social e que ele teria sido agressivo, e que o vereador não sabia que a menina com quem se relacionava era menor de idade.

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O advogado Sandro Figueredo também argumentou que Monteiro estava sendo vítima de uma conspiração da chamada máfia do reboque, empresa que teria sido denunciada por ele. 

A quase totalidade dos vereadores que ocuparam a tribuna criticou Monteiro, famoso em seu canal de YouTube por fiscalizações em hospitais, abrigos e escolas públicas, além de supostas ações contra criminosos, por ter sido contra os princípios que devem nortear a conduta parlamentar. 

Monteiro foi o último a falar. Ele disse que havia errado por não aprender com os colegas mais velhos e que era muito jovem. Monteiro disse que não havia cometido crimes nos fatos narrados e pediu para não ser jogado na cova dos leões. 

Paralelo ao processo de cassação, os supostos crimes de Monteiro correm na justiça criminal. O vereador deve concorrer a deputado federal, quando esses crimes migrarão, caso ele seja eleito, para instância superior, pelo foro especial por prerrogativa de função. Com isso, poderá levar ainda alguns anos até que ele perca o mandato, caso condenado.

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Edição: Fábio Massalli

Fonte: EBC Política Nacional

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