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Wellington ouve demanda e estuda propor projeto que remunera alunos monitores das escolas militares

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O senador Wellington Fagundes (PL) recebeu a sugestão e estudar propor um projeto de lei para remunerar os alunos monitores das escolas militares. A proposta partiu da direção da Escola Militar Tiradentes de Cuiabá, mas ao passar pelo Congresso Nacional, passará a valer para todas as instituições de ensino militar do país.

 

Ao lado do governador Mauro Mendes, Wellington Fagundes prestigiou a abertura do 1º Jogos Escolares das Escolas Militares Tiradentes e Dom Pedro, na manhã desta quarta-feira (17), na Arena Pantanal.

O tenente PM Claudio explicou ao senador que os alunos com as melhores notas e de melhor comportamento são selecionados para ajudar a manter a disciplina na escola e são considerados braço direito dos militares.

“Sugerimos uma bolsa formação para esses alunos, pois eles são diferenciados, braço direito dos militares, ajuda das disciplina e na organização da escola. Eles estão o tempo todo conosco, é um pessoal que chega pro primeiro e sai por último. São alunos padrão da escola e a proposta seria recompensá-los por isso”, argumentou.

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Fagundes destacou que a proposta é boa e vai analisar para levar para o Congresso Nacional, onde pretende se eleger para mais 8 anos de trabalho em prol de Mato Grosso.

“É uma remuneração mesmo pelo trabalho prestado. Eu quando fiz a universidade, eu era monitor e recebia por isso. As escolas militares do Mato Grosso são um sucesso, todas as cidades estão pedindo para implantar uma escola militar pela disciplina, garantindo o aprendizado mais eficiente. Vamos trabalhar para que a gente possa apresentar um projeto para que nas escolas militares tenham a figura dos monitores recebendo bolsa de estudo, uma bolsa de aplicação para o trabalho prestado”.

O senador parabenizou o governador Mauro Mendes por ampliar o número de escolas militares em Mato Grosso, que deve chegar a 30 instituições até o fim deste ano. Além disso salientou que as crianças e jovens precisam de educação e oportunidades.

“Espero que possamos avançar mais e que nos próximos quatro anos ter uma escola militar em todas as cidades do Estado. Vossa Excelência está trabalhando pra isso e o governo tem hoje 100 milhões de dólares definidos para ser investidos na educação nos próximos quatro anos”, destacou em discurso.

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AGRO & NEGÓCIOS

Circuito Aprosoja reúne produtores em Alta Floresta e debate endividamento, FETAB e desafios do agro em MT

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A manhã desta segunda-feira (18) foi marcada pela realização do 20º Circuito Aprosoja, em Alta Floresta, no extremo norte de Mato Grosso. O encontro reuniu produtores rurais, empresários e lideranças do setor na sede do SIMENORTE, Sindicato dos Madeireiros do Extremo Norte de Mato Grosso.


Representando a Aprosoja-MT, o vice-presidente Luiz Pedro Bier fez um balanço dos últimos anos de atuação da entidade e destacou os principais desafios enfrentados pela agricultura mato-grossense. Entre os temas abordados estiveram o endividamento dos produtores, insegurança jurídica no campo, ameaças de invasão de terras, instabilidades climáticas, restrições ao crédito rural, regularização ambiental, logística e a cobrança do FETAB.


Durante a apresentação, Bier afirmou que o setor produtivo tem enfrentado uma combinação de fatores que pressionam diretamente a atividade no campo. Segundo ele, a queda no preço da soja, o aumento dos custos de produção, os juros elevados, a seca em algumas regiões e o excesso de chuvas em outras criaram um cenário de forte preocupação para os produtores.

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O vice-presidente também destacou a atuação da Aprosoja em pautas como a regularização do CAR, a defesa da propriedade privada, o enfrentamento à moratória da soja e o diálogo com instituições financeiras em busca de alternativas para o endividamento rural.


Outro ponto de destaque foi o FETAB. Bier afirmou que a entidade, junto com outras organizações do setor produtivo, tem trabalhado para evitar novos aumentos e buscar alívio ao produtor rural. Segundo ele, os congelamentos recentes e a possível não reedição do chamado FETAB 2 podem representar uma economia expressiva para o setor.

O ex-presidente da Aprosoja Brasil, Antônio Galvan, também participou do encontro e falou sobre o impacto do FETAB no bolso do produtor, reforçando a cobrança por medidas que aliviem a carga sobre quem produz em Mato Grosso.

O evento também contou com palestra do professor HOC, que abordou temas ligados à geopolítica e seus reflexos no agronegócio brasileiro, especialmente em um momento de instabilidade econômica, disputas comerciais e mudanças no cenário internacional.


O Circuito Aprosoja em Alta Floresta reforçou a importância do debate regionalizado, ouvindo produtores e levando informações sobre as ações da entidade em defesa do setor produtivo mato-grossense.

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