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PRF no Mato Grosso participa de desfile em comemoração aos 200 anos da independência do Brasil

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A Polícia Rodoviária Federal participou na manhã dessa quarta-feira (07) em Cuiabá, do desfile em comemoração da Independência do Brasil. Com 05 viaturas de quatro rodas e 02 motocicletas, 16 policiais desfilaram na avenida Getúlio Vargas, junto a outras forças de segurança pública.

Atualmente a PRF no Mato Grosso patrulha 5011 quilômetros de rodovias federais, abrangendo as BR-163, BR-364, BR-070, BR-174 e BR-158. Desde 1999 instalou sua própria sede, a Superintendência Regional, situada na capital Cuiabá, e tem hoje como superintendente o Inspetor Francisco Élcio Lima Lucena.

A PRF em MT é composta atualmente por 7 Delegacias e 13 Unidades Operacionais distribuídas pelo estado, em Rondonópolis, Cáceres, Diamantino, Primavera do Leste, Sorriso, Pontes e Lacerda e Barra do Garças.

A Superintendência Regional em Mato Grosso conta com 480 servidores na ativa, sendo 462 policiais e 18 servidores administrativos.

Primordialmente, a PRF é uma polícia cidadã, com foco na promoção da segurança viária, realizando a fiscalização de trânsito, atendimentos a acidentes, escolta de cargas superdimensionadas e atendimento a usuários das rodovias nas mais diversas situações.

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Destaca-se pelo seu trabalho de educação para o trânsito com o FETRAN – Festival Estudantil Temático Teatro para o trânsito. O festival é promovido pela Superintendência da Polícia Rodoviária Federal em Mato Grosso (SPRF/MT), com vistas a implementar as medidas da Política Nacional de Segurança e Educação de Trânsito e de acordo com as diretrizes estabelecidas no Código de Trânsito Brasileiro pelo CONTRAN.

A PRF em Mato Grosso também se destaca no combate à criminalidade, com muitas apreensões de cocaína, agrotóxicos ilegais e madeira.

Visando um trabalho de excelência, a PRF vem evoluindo em suas fiscalizações, por meio da capacitação do efetivo policial, entregando a todo momento, resultados para a sociedade, seja no combate ao crime ou no atendimento às demandas do trânsito.

Fonte: PRF MT

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PL 3574/2024 endurece punições para motoristas alcoolizados, mas enfrenta desafios jurídicos para sair do papel

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O Projeto de Lei 3574/2024, de autoria do deputado Gilvan Maximo, reacende um debate sensível no país: o endurecimento das punições para motoristas que dirigem sob efeito de álcool e provocam acidentes com vítimas. A proposta, que tramita na Câmara dos Deputados, amplia significativamente as sanções administrativas e financeiras nesses casos, prevendo multas elevadas, suspensão prolongada da CNH e responsabilização direta pelos custos das vítimas.

Pelo texto, condutores que causarem morte ao volante sob efeito de álcool poderão sofrer multa multiplicada em até 100 vezes e perder o direito de dirigir por até 10 anos. Em situações de invalidez permanente, a penalidade também é rigorosa, com multa elevada e suspensão da habilitação por cinco anos. Além disso, o projeto estabelece que o infrator deverá arcar com despesas médicas e indenizações durante o período de recuperação da vítima. A proposta encontra respaldo em um forte apelo social. Em um país onde acidentes de trânsito ainda figuram entre as principais causas de morte, o endurecimento das regras é visto por muitos como resposta à sensação de impunidade. Especialistas apontam que medidas mais severas podem ter efeito pedagógico e contribuir para a redução de condutas de risco, sobretudo quando associadas à fiscalização eficiente. No entanto, o projeto também apresenta fragilidades jurídicas que podem comprometer sua efetividade. Um dos principais pontos de atenção está na forma como a responsabilização financeira é descrita. Trechos que tratam de indenizações vinculadas à renda ou à previdência do infrator levantam dúvidas quanto à constitucionalidade e à viabilidade prática de execução. Há ainda o risco de sobreposição com normas já existentes no Código de Trânsito Brasileiro e na legislação penal, o que pode gerar conflitos de interpretação e judicialização.

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Outro desafio é garantir que o endurecimento das penalidades não se limite ao papel. Sem fiscalização consistente e estrutura adequada para aplicação das sanções, há o risco de a proposta se tornar mais um dispositivo de difícil implementação, sem impacto real na redução dos acidentes. Em análise geral, o PL 3574/2024 surge como uma resposta política alinhada ao clamor popular por mais rigor no trânsito. No entanto, seu avanço dependerá de ajustes técnicos que assegurem segurança jurídica e aplicabilidade. O equilíbrio entre punição efetiva e viabilidade legal será determinante para que a proposta deixe de ser apenas simbólica e se transforme em instrumento concreto de prevenção.

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