CUIABÁ

POLÍCIA

Policiais Rodoviários Federais concluem o 2° Curso de Especialista Batedor realizado pela Polícia Militar de Mato Grosso.

Publicado em

Na tarde de ontem (06 ), no Comando Geral da Policia Militar de Mato Grosso, encerrou-se o 2° Curso de Especialista Batedor realizado pelo Batalhão de Polícia Militar de Trânsito Urbano e Rodoviário. Na ocasião, 12 policiais rodoviários federais concluíram o curso com aproveitamento.

O curso é destinado aos agentes públicos que atuam diretamente na realização de escoltas e batedor, ações estas imprescindíveis em várias situações envolvendo autoridades, transporte de valores e cargas, artistas famosos e equipes esportivas, dentre outros eventos onde há a necessidade de ir a um ponto a outro no menor tempo e com maior segurança possível.

O curso contou com mais de 250 horas/aulas durante um período de 35 dias.

Os congruentes agora são multiplicadores da doutrina de escolta e batedor e poderão repassar os conhecimentos para suas unidades de origem, disseminando conhecimentos e trabalhando no aperfeiçoamento da tropa para melhor e servir e proteger o cidadão.

Fonte: PRF MT

COMENTE ABAIXO:
Leia Também:  Especialista em segurança pública, coronel Fernanda defende leis mais rígidas e porte de armas
Advertisement

CIDADES

PL 3574/2024 endurece punições para motoristas alcoolizados, mas enfrenta desafios jurídicos para sair do papel

Published

on

O Projeto de Lei 3574/2024, de autoria do deputado Gilvan Maximo, reacende um debate sensível no país: o endurecimento das punições para motoristas que dirigem sob efeito de álcool e provocam acidentes com vítimas. A proposta, que tramita na Câmara dos Deputados, amplia significativamente as sanções administrativas e financeiras nesses casos, prevendo multas elevadas, suspensão prolongada da CNH e responsabilização direta pelos custos das vítimas.

Pelo texto, condutores que causarem morte ao volante sob efeito de álcool poderão sofrer multa multiplicada em até 100 vezes e perder o direito de dirigir por até 10 anos. Em situações de invalidez permanente, a penalidade também é rigorosa, com multa elevada e suspensão da habilitação por cinco anos. Além disso, o projeto estabelece que o infrator deverá arcar com despesas médicas e indenizações durante o período de recuperação da vítima. A proposta encontra respaldo em um forte apelo social. Em um país onde acidentes de trânsito ainda figuram entre as principais causas de morte, o endurecimento das regras é visto por muitos como resposta à sensação de impunidade. Especialistas apontam que medidas mais severas podem ter efeito pedagógico e contribuir para a redução de condutas de risco, sobretudo quando associadas à fiscalização eficiente. No entanto, o projeto também apresenta fragilidades jurídicas que podem comprometer sua efetividade. Um dos principais pontos de atenção está na forma como a responsabilização financeira é descrita. Trechos que tratam de indenizações vinculadas à renda ou à previdência do infrator levantam dúvidas quanto à constitucionalidade e à viabilidade prática de execução. Há ainda o risco de sobreposição com normas já existentes no Código de Trânsito Brasileiro e na legislação penal, o que pode gerar conflitos de interpretação e judicialização.

Leia Também:  Batalhão de Trânsito registra 543 infrações durante feriado de Natal

Outro desafio é garantir que o endurecimento das penalidades não se limite ao papel. Sem fiscalização consistente e estrutura adequada para aplicação das sanções, há o risco de a proposta se tornar mais um dispositivo de difícil implementação, sem impacto real na redução dos acidentes. Em análise geral, o PL 3574/2024 surge como uma resposta política alinhada ao clamor popular por mais rigor no trânsito. No entanto, seu avanço dependerá de ajustes técnicos que assegurem segurança jurídica e aplicabilidade. O equilíbrio entre punição efetiva e viabilidade legal será determinante para que a proposta deixe de ser apenas simbólica e se transforme em instrumento concreto de prevenção.

COMENTE ABAIXO:
Continue Reading

CIDADES

POLÍTICA MT

MATO GROSSO

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA