CUIABÁ

CONFRATERNIZAÇÃO

Confraternização de fim de ano da Sesp associa diversão à ação social para crianças

Publicado em

A confraternização de fim de ano da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp) aconteceu nesta sexta-feira (16.12) e reuniu 400 servidores dos setores administrativos. O evento, que teve sorteio de brindes, homenagens, apresentação musical e peça de humor, arrecadou 400 litros de leite longa vida que serão doados a uma entidade filantrópica.

No auditório da Fatec-Senai, em Cuiabá, o evento começou sob o som da Banda CRC, prosseguiu com apresentação de capoeira de crianças do Instituto Semente Brasil, de Várzea Grande, e show de humor com Nico e Lau. Durante o encontro foram sorteados mais de 200 prêmios, entre os quais de cesta de Natal e vale compras.

Primeira grande interação entre servidores desde o início da pandemia da Covid-19, a alegria era perceptível entre os participantes. Ao lado do secretário de Segurança, Alexandre Bustamante, os profissionais da atividade meio, que são os que dão o suporte necessário para o trabalho dos policiais nas ruas, cantaram, dançaram e riram no ritmo ditado pelas interpretações musicais e piadas da dupla de humoristas regionais.

Leia Também:  Cúpula da PM do Distrito Federal é alvo de operação da Polícia Federal

O secretário Alexandre Bustamante foi homenageado pelos servidores. Ele recebeu uma placa em agradecimento pela liderança à frente da Sesp. “Nosso, líder, o Secretário Alexandre Bustamante, o mais longevo gestor da pasta da Segurança Pública do Estado de Mato Grosso, pessoa humilde, amiga, cortês, possuidor de visão estratégica e sistêmica, um grande conhecedor da atividade que exerce e, principalmente, um grande ser humano”, diz um trecho da homenagem.

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

CIDADES

PL 3574/2024 endurece punições para motoristas alcoolizados, mas enfrenta desafios jurídicos para sair do papel

Published

on

O Projeto de Lei 3574/2024, de autoria do deputado Gilvan Maximo, reacende um debate sensível no país: o endurecimento das punições para motoristas que dirigem sob efeito de álcool e provocam acidentes com vítimas. A proposta, que tramita na Câmara dos Deputados, amplia significativamente as sanções administrativas e financeiras nesses casos, prevendo multas elevadas, suspensão prolongada da CNH e responsabilização direta pelos custos das vítimas.

Pelo texto, condutores que causarem morte ao volante sob efeito de álcool poderão sofrer multa multiplicada em até 100 vezes e perder o direito de dirigir por até 10 anos. Em situações de invalidez permanente, a penalidade também é rigorosa, com multa elevada e suspensão da habilitação por cinco anos. Além disso, o projeto estabelece que o infrator deverá arcar com despesas médicas e indenizações durante o período de recuperação da vítima. A proposta encontra respaldo em um forte apelo social. Em um país onde acidentes de trânsito ainda figuram entre as principais causas de morte, o endurecimento das regras é visto por muitos como resposta à sensação de impunidade. Especialistas apontam que medidas mais severas podem ter efeito pedagógico e contribuir para a redução de condutas de risco, sobretudo quando associadas à fiscalização eficiente. No entanto, o projeto também apresenta fragilidades jurídicas que podem comprometer sua efetividade. Um dos principais pontos de atenção está na forma como a responsabilização financeira é descrita. Trechos que tratam de indenizações vinculadas à renda ou à previdência do infrator levantam dúvidas quanto à constitucionalidade e à viabilidade prática de execução. Há ainda o risco de sobreposição com normas já existentes no Código de Trânsito Brasileiro e na legislação penal, o que pode gerar conflitos de interpretação e judicialização.

Leia Também:  Policiais civis recuperam 27 hidrômetros furtados da concessionária de saneamento em Sinop

Outro desafio é garantir que o endurecimento das penalidades não se limite ao papel. Sem fiscalização consistente e estrutura adequada para aplicação das sanções, há o risco de a proposta se tornar mais um dispositivo de difícil implementação, sem impacto real na redução dos acidentes. Em análise geral, o PL 3574/2024 surge como uma resposta política alinhada ao clamor popular por mais rigor no trânsito. No entanto, seu avanço dependerá de ajustes técnicos que assegurem segurança jurídica e aplicabilidade. O equilíbrio entre punição efetiva e viabilidade legal será determinante para que a proposta deixe de ser apenas simbólica e se transforme em instrumento concreto de prevenção.

COMENTE ABAIXO:
Continue Reading

CIDADES

POLÍTICA MT

MATO GROSSO

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA