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Suprema Corte dos Estados Unidos derruba direito legal ao aborto

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Suprema Corte dos Estados Unidos derruba direito legal ao aborto
Fernando Frazão/Agência Brasil

Suprema Corte dos Estados Unidos derruba direito legal ao aborto

A Suprema Corte dos Estados Unidos, de maioria conservadora, derrubou, nesta sexta-feira (24), o direito ao aborto legal no país, revertendo a histórica decisão Roe versus Wade, de 1973. O veredicto, cujo rascunho havia vazado em maio, terá impactos para a política e a sociedade americana nos próximos meses e anos.

A decisão representa uma vitória para o partido Republicano e as alas mais conservadoras e religiosas do país, que queriam proibir a interrupção legal da gravidez.

O entendimento da nova decisão da Corte foi o de que a Roe contra Wade foi decidida erroneamente uma vez que a Constituição dos Estados Unidos não faz menções específicas sobre o aborto.

Os nove juízes analisavam uma lei do estado do Mississippi que bania praticamente todos os abortos após a 15ª semana de gestação, cuja constitucionalidade foi questionada por ir na contramão da cláusula da viabilidade fetal, reforçada por uma decisão de 1992 que endossou Roe contra Wade.

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Segundo ela, o aborto só poderia ser proibido quando o feto fosse capaz de sobreviver fora do útero, o que ocorre por volta da 24ª semana de gestação. A partir desta sexta, contudo, isso não vale mais.

Fonte: IG Mundo

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‘EUA estão buscando prolongar o conflito’, diz Putin sobre guerra

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Putin ataca EUA em discurso na Conferência de Moscou sobre Segurança Internacional
Reprodução/Kremlin – 09.05.2022

Putin ataca EUA em discurso na Conferência de Moscou sobre Segurança Internacional

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, atacou os  Estados Unidos durante seu discurso na 10ª Conferência de Moscou sobre Segurança Internacional nesta terça-feira (16) e afirmou que Washington quer “prolongar” a guerra na Ucrânia – iniciada por Moscou em 24 de fevereiro.

“A situação na Ucrânia demonstra que os Estados Unidos estão buscando prolongar o conflito. Além disso, estão agindo de forma similar e alimentando o potencial de conflitos na Ásia, na África e na América Latina”, disse o mandatário.

Além disso, Putin afirmou que o Ocidente usa o povo ucraniano como “carne de canhão” e que essas nações “têm necessidade de conflitos para manterem a sua hegemonia” no mundo. Segundo o mandatário, eles têm um “projeto anti-Rússia, fecharam os olhos para o uso da ideologia neonazista e sobre a morte em massa de civis no Donbass e forneceram armas, também pesadas, ao regime de Kiev”.

As acusações são as mesmas feitas por Putin para justificar a invasão da Ucrânia em fevereiro e, desde então, Moscou vem sendo alvo de pesadas sanções ocidentais, que causam danos à economia do país – apesar das negativas do Kremlin.

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A princípio, Moscou queria derrubar o governo de Volodymyr Zelensky com uma campanha militar rápida, mas os planos fracassaram e a Rússia começou a concentrar suas operações nas áreas ao sul e na área do Donbass, que conta com as regiões separatistas de Donetsk e Lugansk.

Em outro ataque a Washington, o presidente russo afirmou que a visita da presidente da Câmara dos Representantes dos EUA, Nancy Pelosi, a Taiwan no início de agosto foi uma tentativa de “desestabilizar” a região indo-pacífica.

“Como vocês sabem, recentemente, os Estados Unidos tentaram mais uma vez, deliberadamente, jogar gasolina no fogo e estremecer a situação na região Ásia-Pacífico. A aventura norte-americana em Taiwan não foi só uma viagem de um único político irresponsável, mas faz parte de uma estratégia deliberada e consciente dos EUA para desestabilizar e deteriorar a situação na região. Uma falta de respeito”, acusou ainda.

Após o discurso de Putin, o Ministério da Defesa informou que fechou um contrato para a entrega de mísseis balísticos intercontinentais Sarmat.

Em junho deste ano, em outro evento, o mandatário russo havia informado que esperava que os Sarmat estariam disponíveis “até o fim do ano” e que eles dariam “garantias de segurança” à Rússia contra “as atuais ameaças”, fazendo “refletir quem está nos ameaçando”.

Os mísseis do tipo tiveram o primeiro teste oficial realizado em abril deste ano e os equipamentos têm a capacidade de transportar até 15 ogivas para ataque.

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Fonte: IG Mundo

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