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Presidente do Equador declara estado de exceção devido a protestos

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O presidente do Equador, Guillermo Lasso, declarou estado de exceção em três províncias do país andino, em uma tentativa de acalmar protestos convocados por grupos indígenas contra políticas econômicas do governo.

A medida ficará em vigor por 30 dias nas províncias de Imbabura, Cotopaxi e Pichincha – o que inclui a capital Quito -, que registraram os protestos mais violentos, com ataques a plantações de flores e danos à infraestrutura.

O toque de recolher em Quito será das 22h às 5h (horário local) a partir deste sábado (18), disse Lasso no fim da sexta-feira, e reuniões de pessoas serão proibidas o dia inteiro nas províncias afetadas. Ele não disse por quanto tempo as medidas durarão.

“Pedi diálogo e a resposta foi mais violência, não há intenção de encontrar soluções”, disse Lasso, pela televisão.

Grupos indígenas começaram os protestos na segunda-feira, com manifestantes bloqueando ruas ao redor do país em oposição às políticas econômicas e sociais de Lasso, exigindo o congelamento do preço da gasolina, a interrupção de mais projetos de mineração e petróleo, e mais tempo para pequenos agricultores pagarem seus empréstimos bancários.

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Lasso aumentará auxílio aos setores mais vulneráveis e subsidiará o custo de fertilizantes em 50% para fazendeiros pequenos e médios, e o banco publico perdoará empréstimos vencidos até 3 mil dólares.

Não haverá aumento no custo do diesel, gasolina e gás, acrescentou.

Leonidas Iza, presidente da organização indígena equatoriana Conaie, disse que as propostas de Lasso parcialmente resolvem os problemas, mas duvidou que serão implementadas, disse nas redes sociais.

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Funcionário de aeroporto rouba mala com rastreador digital e é preso

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Funcionário de aeroporto roubou mala que tinha rastreador digital da Apple
Divulgação/Apple

Funcionário de aeroporto roubou mala que tinha rastreador digital da Apple

O funcionário de uma companhia aérea foi preso sob a acusação de roubar itens de bagagens com valor avaliado em 16,6 mil dólares (cerca de R$ 85,8 mil na cotação atual) em um aeroporto da Florida, nos Estados Unidos . Mas a prisão só aconteceu graças à ajuda de um equipamento eletrônico bem específico. 

Giovanni De Luca, de 19 anos, roubou uma bagagem que continha um AirTag, rastreador digital da Apple criado com o objetivo de encontrar objetos perdidos. A empresa recomenda que ele seja usado exatamente em malas, mochilas e chaveiros. 

De acordo com Gabinete do Xerife do Condado de Okaloosa, o homem natural de Mary Esther, cidade localizada no estdo da Flórida, roubou a bagagem de uma passageira em julho deste ano. Ela relatou que seus pertences, no valor de 1,6 mil dólares (R$ 8,2 mil) nunca chegaram ao seu destino.

Entretando, a mulher revelou à polícia que um Apple Airtag em sua mala apareceu pela última vez como ativo na região de Kathy Court, justamente em Mary Esther.

Os investigadores, então, cruzaram dados dos funcionários do Aeroporto Destin-Fort Walton Beach que moravam nas proximidades de Kathy Court e chegaram até De Luca. 

As investigações concluíram que o rapaz de 19 anos também havia roubado os pertences de um outro passageiro em agosto deste ano. Foram recuperados mais de 15 mil dólares (aproximadamente R$ 77,5 mil) em joias e outros objetos.

“Esta prisão é um exemplo de excelente trabalho em equipe de nossa Unidade de Segurança do Aeroporto, nossos Investigadores e o Aeroporto para encontrar a pessoa responsável por esses roubos e garantir que ele seja responsabilizado”, resslatou Eric Aden, responsável pela investigação, em comunicado divulgado.

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Fonte: IG Mundo

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