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Guerra: mecânico ucraniano transforma picapes em carros de combate

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Guerra entre Rússia e Ucrânia completa 3 meses
Reprodução / Twitter – 18.05.2022

Guerra entre Rússia e Ucrânia completa 3 meses

Em uma oficina em Zaporizhzhia, no sul da Ucrânia, mecânicos estão trabalhando para transformar carros de rali em veículos aptos para serem usados para combater tropas russas na linha de frente da guerra.

Entre outras modificações, eles trocam silenciadores, retiram ajustes esportivos e adaptam o interior para criar veículos reduzidos, tudo sob a supervisão do empresário Volodymyr Tarkhov.

Antes da invasão russa, ele produzia catamarãs e caiaques de fibra de vidro. Desde o início da guerra, no entanto, Tarkhov disse que ele e seus amigos converteram cerca de 30 carros de passageiros comuns para veículos militares.

Agora, eles estão concluindo o trabalho em um “buggy de combate”, com o motor de um modelo russo Lada usado por pilotos de rali ucranianos. Eles retiraram as suas portas, o tornaram mais silencioso e adicionaram um grande buraco na frente para ser possível atirar com uma metralhadora.

O soldador Maxym Sendukov disse que o novo silenciador, a ser instalado, tornará o carro “quase completamente inaudível” para o inimigo. “O objetivo é deixar o carro um pouco mais silencioso para poder passar e ficar invisível”, disse ele.

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“Confortável para soldados”

Nos primeiros dias da invasão russa, os mecânicos estiveram ocupados construindo obstáculos antitanque e instalando blocos de concreto para proteger os pontos de entrada da cidade.

A conversão do carro é patrocinada por empresários locais, que compram peças de metal e automóveis.

“Em geral, estamos apenas deixando o carro confortável para os soldados sentarem ou saírem”, disse Yevgen, cujo papel é desmontar o carro para prepará-lo para a soldagem.

Ele contou que os soldados que estão usando o outro buggy que a equipe já produziu disseram que o veículo é “muito rápido e facilmente manobrável”. “É muito útil em missões de inteligência e militares”, disse.

Um dos soldados que inspecionaram o carro, disse que não havia carros suficientes para os soldados que operam na linha de frente. Ele disse que muitos veículos trazidos para a linha de frente estavam sendo adquiridos por voluntários.

“Jeeps e micro-ônibus são necessários na linha de frente para movimentar muitas pessoas”, disse.

Para ele, a vantagem do “buggy de combate” era que todos os passageiros podiam atirar de todos os lados do carro.

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“Vamos pegar o carro hoje e levá-lo para nossas posições”, contou.

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Fonte: IG Mundo

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Embaixador da China alerta Reino Unido sobre aproximação com Taiwan

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Zheng Zeguang, embaixador da China no Reino Unido
Divulgação/Embaixada Chinesa no Reino Unido

Zheng Zeguang, embaixador da China no Reino Unido

O embaixador da China no Reino Unido, Zheng Zeguang, afirmou que o país europeu pode sofrer “sérias consequências” caso  siga os passos dos Estados Unidos e realize movimentos de aproximação junto a Taiwan.

A afirmação foi feita em um artigo publicado nesta terça-feira (16) no jornal britânico The Guardian. De acordo com o embaixador chinês, o Reino Unido não deve cruzar uma “linha vermelha” nas relações com Taiwan.

“Qualquer movimento que viole o princípio de Uma Só China e as disposições do comunicado conjunto, ou cruze a linha vermelha do lado chinês, trará sérias consequências para as relações bilaterais. Não deve haver nenhum erro de cálculo sobre isso”, enfatizou Zheng Zeguang.

A autoridade chinesa ressaltou ainda que apelos que tenham o objetivo de ajudar a ilha a se defender são “irresponsáveis e prejudiciais”.

“A questão de Taiwan é uma questão importante de princípio. Não há razão para o Reino Unido ignorar esse fato e seguir os passos dos EUA. Apelos para ‘ajudar Taiwan a se defender’ e similares são extremamente irresponsáveis ​​e prejudiciais”, afirmou.

Zeguang argumentou que China e Reino Unido assinaram um comunicado conjunto em 1972, quando começaram a trocar embaixadores. Neste acordo, os britânicos também oficializaram o fechamento do seu consulado em Taipei, capital de Taiwan.

O Reino Unido reconheceu, no mesmo acordo, que o governo da República Popular da China como é o único governo legal da China, prometendo manter uma relação não oficial com Taiwan.

“Sob tais circunstâncias, a China e o Reino Unido devem fortalecer, em vez de enfraquecer, sua cooperação. Os dois lados devem seguir os princípios de respeito mútuo, igualdade e não interferência nos assuntos internos de cada um, engajar-se no diálogo e na cooperação e dar as mãos para enfrentar os desafios comuns”, completou o embaixador chinês.

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Fonte: IG Mundo

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