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Com mortos e feridos, aumentam os prejuízos da invasão da Ucrânia

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Em quatro meses desde a invasão da Ucrânia pela Rússia, os dois lados perderam um grande número de soldados.

No dia 11 de junho, o conselheiro presidencial da Ucrânia, Oleksiy Arestovych, sugeriu que seu país estivesse perdendo cerca de 100 soldados por dia. Ele observou também que o total geral de mortes de soldados ucranianos poderá chegar a 10 mil.

O Ministério da Defesa da Rússia anunciou, em fins de março, que 1.351 soldados do país haviam morrido em batalhas na Ucrânia. Depois disso, a Rússia não voltou a divulgar números.

Contudo, no dia 23 de maio, o Ministério da Defesa do Reino Unido sugeriu que cerca de 15 mil militares russos podem ter morrido na Ucrânia.

Durante uma entrevista concedida à revista norte-americana National Defense, no dia 15 de junho, um comandante de logística do comando de forças terrestres da Ucrânia disse que seu país perdeu cerca de 400 tanques de guerra, 1.300 veículos de combate de infantaria e 700 sistemas de artilharia, podendo chegar a 50% dos respectivos totais.

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Poder de fogo

No dia 12 de junho, o ministro da Defesa da Ucrânia, Oleksii Reznikov, disse à revista The Economist, que em algumas regiões as forças russas têm dez vezes mais poder de fogo que a Ucrânia. O ministro exortou países do Ocidente a apressar o suprimento de armas para a Ucrânia.

O prejuízo econômico dos bombardeios terrestres e aéreos da Rússia também está aumentando.

Segundo um relato da Escola de Economia de Kiev, o prejuízo direto à infraestrutura da Ucrânia até o dia 8 de junho havia atingido 103,9 bilhões de dólares. O relato acrescentou que estradas, aeroportos, instituições de saúde e escolas foram danificados.

Segundo uma estimativa, até o fim de maio o prejuízo econômico da Ucrânia teria atingido o equivalente a cinco vezes o Produto Interno Bruto (PIB) do país.

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Funcionário de aeroporto rouba mala com rastreador digital e é preso

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Funcionário de aeroporto roubou mala que tinha rastreador digital da Apple
Divulgação/Apple

Funcionário de aeroporto roubou mala que tinha rastreador digital da Apple

O funcionário de uma companhia aérea foi preso sob a acusação de roubar itens de bagagens com valor avaliado em 16,6 mil dólares (cerca de R$ 85,8 mil na cotação atual) em um aeroporto da Florida, nos Estados Unidos . Mas a prisão só aconteceu graças à ajuda de um equipamento eletrônico bem específico. 

Giovanni De Luca, de 19 anos, roubou uma bagagem que continha um AirTag, rastreador digital da Apple criado com o objetivo de encontrar objetos perdidos. A empresa recomenda que ele seja usado exatamente em malas, mochilas e chaveiros. 

De acordo com Gabinete do Xerife do Condado de Okaloosa, o homem natural de Mary Esther, cidade localizada no estdo da Flórida, roubou a bagagem de uma passageira em julho deste ano. Ela relatou que seus pertences, no valor de 1,6 mil dólares (R$ 8,2 mil) nunca chegaram ao seu destino.

Entretando, a mulher revelou à polícia que um Apple Airtag em sua mala apareceu pela última vez como ativo na região de Kathy Court, justamente em Mary Esther.

Os investigadores, então, cruzaram dados dos funcionários do Aeroporto Destin-Fort Walton Beach que moravam nas proximidades de Kathy Court e chegaram até De Luca. 

As investigações concluíram que o rapaz de 19 anos também havia roubado os pertences de um outro passageiro em agosto deste ano. Foram recuperados mais de 15 mil dólares (aproximadamente R$ 77,5 mil) em joias e outros objetos.

“Esta prisão é um exemplo de excelente trabalho em equipe de nossa Unidade de Segurança do Aeroporto, nossos Investigadores e o Aeroporto para encontrar a pessoa responsável por esses roubos e garantir que ele seja responsabilizado”, resslatou Eric Aden, responsável pela investigação, em comunicado divulgado.

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Fonte: IG Mundo

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