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Mercado imobiliário em Cuiabá fatura R$ 1,1 bi no primeiro trimestre de 2022

Redação
Redação abr 27

Os indicadores do mercado imobiliário de Cuiabá, levantados pelo Sindicato da Habitação de Mato Grosso (Secovi-MT), registraram faturamento de mais de R$ 1,14 bilhão no 1º trimestre de 2022, resultado 19,18% superior ao verificado no mesmo período do ano passado. Já o ticket médio avançou na comparação anual, 34,50%.

Os dados foram obtidos em parceria com a Secretaria de Fazenda do município, por meio de fonte de dados do ITBI (Imposto de Transmissão de Bens Imóveis), e contou com o apoio da Fecomércio/MT.

A pesquisa mostra, ainda, o aumento do ticket médio de venda dos imóveis comercializados em Cuiabá, passando de R$ 346 mil entre janeiro e março de 2021 para R$ 465 mil sobre os mesmos meses de 2022, um aumento de 34,50% no período analisado pelo sindicato.

Para o responsável técnico pelas pesquisas e vice-presidente do Secovi/MT, Guido Grando Junior, o valor elevado está associado ao fato de Cuiabá ser a Capital do Estado. “Cuiabá possui diversos órgãos e autarquias da administração pública estadual e federal, inclusive, o que traz uma demanda natural de moradia e comércio à cidade, o que eleva os preços e justifica o lançamento também de empreendimentos de maior valor”.

Apesar de o aumento observado no valor transacionado, houve queda de 11,39% no número de unidades comercializadas entre janeiro e março de 2022 sobre os mesmos meses de 2021. Foram 2.465 imóveis entre comerciais e residenciais vendidos em 2022, contra 2.782 verificado no ano passado.

A maioria dos imóveis vendidos nos três primeiros meses do ano são usados (2.241) e apenas 224 novos. As regiões mais procuradas são a leste e a oeste, consideradas áreas residenciais da Capital mato-grossense.

O presidente do sindicato, Marco Pessoz, reforçou o interesse em ampliar o levantamento das informações para os demais municípios-polos do Estado. “Queremos realizar este mesmo levantamento de dados em Rondonópolis, Primavera do Leste, Sorriso e Sinop, com isso, mostrar o potencial imobiliário que o Estado tem. Para isso, precisamos estreitar os laços com órgãos públicos para o fornecimento dessas informações”.

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