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Unirio suspende atividades presenciais após ameaças de aluno

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A Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio) decidiu suspender as atividades presenciais nos campi localizados na Urca, Zona Sul do Rio de Janeiro, durante o dia de amanhã (21), após identificar ameaças feitas por aluno da instituição. As atividades já haviam sido canceladas hoje (20) por questões de segurança.  

A Unirio informou, por meio de nota, que tomou conhecimento no domingo (19) de postagens de supostas ameaças realizadas por aluno da universidade. “Considerando o caráter complexo e delicado dessa situação e a emergência de ações que visem à manutenção da segurança da comunidade acadêmica e seus colaboradores, os órgãos oficiais estão sendo devidamente acionados”, afirmou a nota. Mais detalhes sobre o conteúdo das ameaças não foram divulgados.

Nas redes sociais da universidade, alunos cobraram a adoção de medidas de segurança para a retomada das atividades. “Beleza, vocês suspendem hoje, mas e depois? As pessoas estão bastante assustadas com tudo isso. Precisamos de uma posição quanto a segurança dos alunos para que tenhamos condições mínimas de voltar ao campus”, comentou um estudante.

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A instituição afirmou que a Reitoria comunicou o fato oficialmente à Advocacia-Geral da União (AGU), à Polícia Federal (PF), à 10ª Delegacia de Polícia Civil e ao 2º Batalhão de Polícia Militar. Internamente, foi determinada a abertura de procedimento disciplinar contra o aluno, de modo a possibilitar ao estudante a ampla defesa e o direito ao contraditório.

A PF foi procurada para se manifestar sobre o fato, mas até a publicação desta matéria ainda não havia se posicionado.

*Estagiária sob supervisão de Vitor Abdala

Edição: Fábio Massalli

Fonte: EBC Geral

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Maus-tratos levam polícia do Rio a fechar asilo em Guaratiba

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A Polícia Civil do Rio de Janeiro fechou uma casa de idosos no bairro de Guaratiba, zona oeste da cidade, e prendeu em flagrante, neste domingo (7), um homem e uma mulher responsáveis pelo endereço. O casal está sendo acusado por crimes de tortura, cárcere privado e maus-tratos. As identidades dos presos não foram reveladas.

Os agentes da delegacia policial de Campo Grande foram até o local checar uma denúncia de técnicas de enfermagem estagiárias, que tinham iniciado o primeiro plantão na casa de idosos no domingo.

Ao verificar as condições subumanas em que os idosos viviam, a estagiária Daniele Mota, 44 anos, decidiu deixar o plantão e foi à delegacia de polícia relatar os maus-tratos e abandono.

Em nota, a Polícia Civil informou que “no asilo tinham 29 idosos internados. As testemunhas relataram que as vítimas estavam em condições precárias e insalubres, sem atendimento médico, material hospitalar e de higiene, recebiam uma alimentação precária e sofriam agressões. No lugar, os policiais constataram os fatos”.

Segundo os agentes policiais, um dos idosos foi diagnosticado com úlceras de pressão, uma delas em estado de necrose, com quadro de desnutrição e desidratação aguda, além de visível infecção generalizada. Ele foi encaminhado para a rede pública de saúde.

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Em depoimento, a esposa de uma das vítimas afirmou que estava há mais de um ano sendo impedida de ver o marido na casa de repouso. 

Atendimento

Uma equipe da Secretaria Municipal de Assistência Social esteve hoje (8) na casa de repouso para verificar a situação dos 29 idosos e tentar localizar os parentes.

Desse total, três deles precisaram de cuidados médicos e foram enviados ao Hospital Rocha Faria. Vinte famílias já foram localizadas e levaram seus familiares para casa, e seis pessoas já foram encaminhadas para abrigo de idosos da secretaria porque não foi possível identificar os parentes.

Dois idosos foram encaminhados a albergues da prefeitura no centro da cidade, um para o Albergue Haroldo Costa e três para o Albergue Carlos Portela.

Em nota, a Secretaria Municipal de Saúde do Rio informou que os residentes da Casa de Repouso de Guaratiba foram avaliados no local por equipes de saúde da Atenção Primária.

Três deles, com necessidade de assistência em unidade hospitalar, foram transferidos: um, pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência , para a Unidade de Pronto Atendimento  de Campo Grande, e as outras duas, uma senhora de 81 anos e outra de 92, foram encaminhadas ao Hospital Municipal Rocha Faria, onde seguem com quadros estáveis e recebendo cuidados indicados.

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No site do Tribunal de Justiça do Rio consta um processo na área criminal contra a casa de repouso de Guaratiba e outros cinco na área cível.

Edição: Kleber Sampaio

Fonte: EBC Geral

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